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  • Sepe apoia greve da Educação Básica privada do Rio

    O Sepe manifesta total apoio à greve de 24 horas dos(as) professores(as) que trabalham na Educação Básica privada do município do Rio de Janeiro, convocada pelo Sinpro-Rio para esta quarta-feira (02/09).

    A categoria reivindica reajuste salarial e valorização profissional, além de avanços nas discussões sobre a hora-atividade, a gratificação pelo aprimoramento acadêmico e a equiparação salarial entre os docentes dos diferentes segmentos da Educação Básica.

    O sindicato patronal endureceu a negociação, a ponto de o Sinpro-Rio pedir a intermediação da Justiça do Trabalho e do MPT.

    Em assembleia realizada no dia 29 de agosto, a categoria reafirmou a realização da greve e aprovou a realização de um ato no Largo do Machado, a partir das 11h, também nesta quarta-feira.

    Para o Sepe, a valorização dos(as) trabalhadores(as) da educação é uma luta comum a toda a categoria, nas redes pública e privada.

    Com isso, o Sepe se solidariza com a mobilização da rede privada de educação, por avanços nas negociações, melhores salários e melhores condições de trabalho.

  • Sepe suspende ato desta terça (01/09) no TJRJ devido à forte ventania e chuvas – sindicato funcionará em regime de home office

    A direção do Sepe decidiu suspender o ato previsto para esta terça-feira, 1º de setembro, no Tribunal de Justiça, em razão da previsão de fortes ventos e chuvas em todo o Estado do Rio de Janeiro.

    Também devido às condições climáticas, o Sepe Central funcionará em regime de home office nesta terça-feira (01/09).

    Assim que uma nova data para o ato for definida, o Sepe divulgará as informações e orientações necessárias.

    Agradecemos a compreensão de todos.

  • Em solidariedade a professor esfaqueado, Sepe fará abraço simbólico contra a violência na EM Orsina da Fonseca quinta-feira (03/09), 14h

    O Sepe convoca um abraço simbólico na Escola Municipal Orsina da Fonseca, localizada na Rua São Francisco Xavier, nº 95 (Tijuca), na próxima quinta-feira, dia 3 de setembro, às 14h; a escola foi o palco de uma agressão contra um professor, no dia 10 de agosto, na qual um aluno esfaqueou o profissional, marcando o lançamento de uma campanha pela valorização, contra a precarização e o adoecimento dos profissionais de educação das escolas municipais.

    O caso só não teve piores consequências, porque o estudante foi detido pelos próprios colegas que o dominaram impedindo a continuação dos ataques.

    O Sepe lamenta a ocorrência desse episódio de violência e traz a público a preocupação da categoria com o aumento alarmante das notícias sobre agressões sofridas por profissionais de educação dentro do seu ambiente de trabalho.

    O sindicato se solidariza com os profissionais de educação feridos e faz um apelo para as autoridades estaduais e municipais para que o poder público entre de forma mais decisiva na busca de soluções para esta questão. A escola é um espaço para o diálogo e a democracia e a sociedade não pode normalizar a violência no seu interior.

    Com isso, o Sepe está mobilizado pela valorização dos profissionais da educação, contra a precarização do trabalho, a violência nas escolas e o adoecimento da categoria. O sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

    Pela valorização dos educadores

    – Pelo fim da violência nas escolas!

    – Pela recomposição salarial para cobrir as perdas: de 2019 a maio de 2026, as perdas são de 27,22% (DIEESE:); reajuste do vale alimentação (congelado há 14 anos em R$ 12); fortalecimento do PreviRio para garantir a saúde das nossas aposentadorias e pensões e atendimento digno aos servidores; resposta às demandas funcionais com as devidas correções nas carreiras dos profissionais da educação; e que nenhum funcionário receba vencimentos menores que o salário mínimo.

    – Contra a precarização do trabalho e o adoecimento da categoria: o sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

    – Pelo fim da política das contratações temporárias: implementação da migração, convocação de concursados e realização de concurso público para todos os cargos da educação, valorizando o servidor estatutário.

    – Pelo cumprimento imediato da lei que descongela o tempo da pandemia; pelo correto pagamento do Piso Nacional do Magistério para os PAEIS; pelo Início imediato da convocação da migração dos Doc II; na luta pelo enquadramento em nível de especialização e doutorado e a extensão desse direito a todos os profissionais da educação.

  • Prazo para realização da prova de vida de servidores municipais nascidos em agosto termina hoje (dia 31/8)

    A Coluna do Servidor Público do Jornal Extra publicou matéria hoje (31) alertando os servidores aposentados e pensionistas nascidos em agosto, que termina nesta segunda-feira (dia 31), o prazo para realização da prova de vida (veja abaixo como realizá-la). O Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio (Previ-Rio), responsável pelo pagamento de pensão e aposentadoria de servidores municipais do Rio, lembra que o procedimento anual é obrigatório.

    O servidor aposentado ou pensionista que perder a data terá o benefício suspenso já no mês subsequente. A medida é para proteger o Fundo Especial de Previdência do Município (Funprevi) contra possíveis irregularidades.

    Uma vez bloqueado, o restabelecimento do pagamento não é imediato. Ele depende do processamento da regularização.

    A reportagem também chama a atenção para o fato da prova de vida ser diferente do censo previdenciário. Ambos são obrigatórios, mas têm finalidades distintas. A prova é responsável por confirmar que o servidor inativo segue vivo para continuar recebendo o pagamento e mantém seu nome na folha de pagamento. Portanto, a não realização do procedimento pode significar um risco direto ao recebimento do provento.

    Veja como fazer a prova de vida

    O Previ-Rio informa que o procedimento pode ser feito de duas maneiras:

    Por meio de canais digitais, para aqueles que têm biometria cadastrada: verifique se você tem biometria cadastrada para realizar o procedimento pelo app Gov.br, uma opção segura e que evita deslocamento físico.

    Através da rede bancária: o beneficiário pode buscar qualquer agência do banco pagador (Santander), com documento de identidade original com foto e CPF em mãos. É possível realizar o procedimento diretamente no guichê ou em terminais habilitados.

    Segurados que não podem ir até uma agência devem consultar as regras para visitas técnicas ou procurações específicas no portal do Previ-Rio.

    Fonte: Portal do Jornal Extra/Coluna do Servidor Público

  • Impactos da Minutagem: prazo para preenchimento de formulários acaba nesta segunda-feira (31/8)

    Encerra nesta segunda-feira, 31/8, o formulário criado pelo Sepe para medir os impactos da minutagem no trabalho e saúde docente e sobre a qualidade da educação após a implantação da lei na rede municipal do Rio de Janeiro.

    O formulário pode ser preenchido de forma rápida e com sigilo garantido. Seus dados irão subsidiar possíveis ações jurídicas, tanto do Ministério Público quanto do sindicato.

    Para acessar o formulário, basta clicar no link abaixo:

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy_IO3wlHH3wTCm1HEP3KOpnQxat67gRb3AcanvsOAJM6njA/viewform

  • Nota de falecimento: Professora Claudia Regina Sirimarco Casemiro

    O Sepe RJ e o Sepe Mendes/Engº Paulo de Frontin comunicam com pesar o falecimento da professora Claudia Regina Sirimarco Casemiro.

    A professora Claudia Regina dedicou sua vida à educação e sua trajetória de luta permanecerão em nossa memória e no coração de todos aqueles que com ela conviveram.

    O Sepe se coloca ao lado de parentes e amigos da docente neste momento de luto e pesar.

     

  • Rede Estadual fará ato em frente ao Tribunal de Justiça (TJRJ) nesta terça-feira, dia 1º de setembro

    O Sepe convoca os profissionais de educação da rede estadual a participarem do ato em frente ao Tribunal de Justiça (TJRJ), amanhã, dia 1º de setembro (terça-feira), às 14h. Na manifestação, a categoria irá cobrar do governador em exercício, Ricardo Couto, os compromissos acertados na última reunião com o sindicato no dia 09 de julho, entre esses:

    – A migração dos funcionários ex-FAEP para a FAETEC;

    – Regulamentação da Animação Cultural;

    – Situação dos servidores que recebem vencimentos abaixo do salário mínimo;

    – Publicação do abono funcional dos dias de paralisação e greves (o Sepe já enviou à SEEDUC as datas);

    – Reajuste do valor dos auxílios transporte e alimentação;

    – Migração dos Professores Doc. II; 

    – Confirmação do reajuste das perdas salariais referentes a 2025.

    No dia do ato, vamos pressionar para que o governo receba o Sepe em audiência.

    Já no dia 12 de setembro (sábado), às 10h, ocorrerá uma assembleia geral híbrida da rede estadual – o local da parte presencial será anunciado em breve nas nossas redes sociais.

  • Sepe cobra da SEEDUC correção de erros nos contracheques da folha de agosto

    O Sepe entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação-RJ (SEEDUC) para cobrar esclarecimentos sobre os erros identificados nos contracheques referentes à folha de agosto, especialmente em relação aos auxílios. A Secretaria reconheceu a existência das falhas e informou que está preparando uma folha suplementar para realizar as devidas correções.

    Até o momento, porém, a SEEDUC não informou a data prevista para o pagamento da folha suplementar. O Sepe continuará cobrando da Secretaria a regularização dos problemas e manterá a categoria informada sobre os desdobramentos.

  • Sepe apoia mobilização pelo fim da escala 6×1 neste domingo (30/08)

    O Sepe apoia a luta pelo fim da escala 6×1 e convoca a categoria da Educação e toda a classe trabalhadora a fortalecer a mobilização nacional em defesa da redução da jornada de trabalho, sem redução salarial. Neste domingo, dia 30 de agosto, centrais sindicais, movimentos sociais e organizações populares realizarão atos em diversas cidades do país, inclusive na Avenida Paulista, em São Paulo, para pressionar o Senado Federal pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 221/2019 (PEC) que estabelece novas regras para a jornada de trabalho.

    A PEC 221/2019 já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio e agora está em tramitação no Senado. O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), já entregou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado relatório a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1. Ele manteve o texto aprovado pela Câmara, visando agilizar a análise do tema. Com isso, o relator rejeitou todas as mudanças pedidas por senadores contrários à PEC, incluindo o retorno das 44 horas semanais, defendido por integrantes da bancada do PL, em uma tentativa de enorme retrocesso.

    A votação na CCJ deverá ocorrer no dia 2 de setembro. Após essa etapa, a proposta será analisada pelo plenário do Senado e, se aprovada, vai para a sanção do presidente Lula, que apoia a iniciativa. O Sepe segue ao lado da classe trabalhadora na luta por mais direitos, dignidade e qualidade de vida. Leia a seguir, um resumo da PEC 221/2019.

    Resumo da proposta

    A proposta, após a promulgação da PEC, determina em 60 dias:

    – O início da escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso;

    – A jornada reduzida de 44 horas semanais para 42 horas;

    Em 14 meses:

    – Jornada deve cair de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5X2 e;

    – Dois dias de descanso por semana, um deles preferencialmente aos domingos.

    O texto aprovado também estabelece exceções:

    Profissionais com diploma de nível superior e remuneração mensal acima de R$ 21,1 mil não estarão submetidos às novas regras de jornada e controle de ponto. Segundo o relatório, a medida busca evitar a pejotização e garantir maior flexibilidade para trabalhadores de alta renda. Nesses casos, a redução da jornada dependerá de decisão do empregador ou de previsão em acordos coletivos. A exceção, no entanto, não se aplica aos servidores e empregados públicos da administração direta e indireta da União, estados, Distrito Federal e municípios.

    Nos contratos firmados pelo poder público com empresas terceirizadas, os trabalhadores passarão a ser incluídos na nova jornada a partir da formalização de aditivos contratuais ou após o prazo máximo de 12 meses previsto para adaptação.

  • Sepe teve audiência com SME RJ no dia 27/8

    No dia 27 de agosto, a direção do Sepe teve uma audiência com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME RJ). O encontro contou com a participação de diretores do sindicato e da assessoria da SME. Veja abaixo o que foi discutido.
    Assuntos tratados:

    1) VIOLÊNCIA CONTRA O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO – ADOECIMENTO MENTAL – PERÍCIA

    Denúncia: o SEPE denunciou a grave situação dos profissionais da educação com o crescente adoecimento da categoria, além dos problemas vivenciados na perícia como mau atendimento, aposentadoria por invalidez e a demora excessiva para a realização das perícias e respostas sobre readaptação. Relatou também a experiência concreta dos professores da EM Orsina da Fonseca em luta pela obtenção da Notificação sobre Acidente de Trabalho (NAT).

    No caso da EM Orsina da Fonseca, o esfaqueamento do professor expressou a falta de protocolos de segurança escritos e de amplo conhecimento da comunidade escolar. Esse não fora um caso isolado, sendo constatado em visita do Sepe problemas sérios do estudante em outra unidade escolar. Destacou-se também a falta de profissionais da educação como agentes educadores e porteiros.

    Cobrança: solicitação de mediação da SME junto à SMA para uma audiência do sindicato sobre os temas acima; a resolução do NAT para a professora da EM Orsina da Fonseca, que luta pelo reconhecimento do acidente de trabalho e a licença de mesma natureza, pelo tempo necessário, para o professor atingido; a necessidade de protocolos escritos e divulgados sobre os procedimentos necessários diante das situações de violência na escola.

    2) QUESTÕES SALARIAIS, FUNCIONAIS E DE CARREIRA

    Denúncia: o Sepe cobrou posicionamento sobre o reajuste salarial e do auxílio alimentação e o descongelamento do período da pandemia. Apesar do protocolo do sindicato, a prefeitura não se pronunciou até agora sobre esse pleito, uma lei federal. O abono das paralisações também foi requerido.

    Sobre os diversos segmentos dos trabalhadores da educação, cobrou-se a resolução do pagamento dos cursos dos secretários escolares previstos em seus editais. No caso dos AEII, foi questionada a ausência de concurso público e a contratação temporária de profissionais, sem formação e sem relação com a unidade escolar. Sobre os AAEEs, o sindicato cobrou o cumprimento da lei de correção da escolaridade do cargo ensino médio normal. Sobre os docentes da lei 15.326, o Sepe cobrou a retomada das discussões sobre a lei federal 15326/2026 e o enquadramento das AEIs como professoras.

    Também foi assunto da reunião, o trabalho não pago de diretores de escola cuja carga horária é de 16h e 22h30m; a paralisação do processo de migração e a revisão do pedágio de 10 anos com a diminuição desse período.

    Cobrança: solicitação de mediação da SME junto à Secretaria de Coordenação Governamental do gabinete do prefeito Cavaliere, visando discutir a pauta acima; a retomada dos Grupos de Trabalho da SME sobre as carreiras e a migração na rede. Respostas efetivas para a demanda do GT de doutorado e especialização do Sepe.

    3) MINUTAGEM E 1/3 EXTRACLASSE

    Denúncia: reafirmou-se a ampliação da sobrecarga de trabalho e do adoecimento entre todos os docentes e a necessidade de revogação da lei aprovada em 2024. Denunciou-se a existência de professores, principalmente na educação infantil e anos iniciais, sem direito à pausa para almoço e descanso, sem interação com estudantes, e o desrespeito à própria portaria da SME, que não contempla a categoria, sobre 1/3 extraclasse.

    Cobrança: documento escrito determinando a pausa dos docentes e o cumprimento integral do terço extraclasse. O Sepe vai elaborar uma lista de escolas, nas quais os professores vivem as situações descritas acima, e entregá-la à SME.

    4) ATAQUE À AUTONOMIA PEDAGÓGICA E À LIBERDADE DE CÁTEDRA

    Denúncia: professores obrigados a permitirem a entrada de coordenadores pedagógicos e elementos das CREs para assistirem suas aulas. Também foi apresentado o uso de coordenadores pedagógicos e professores de apoio à direção para a aplicação de provas externas, e, em muitos casos, fora de suas unidades escolares.

    Cobrança: O Sepe reafirmou a autonomia pedagógica e a liberdade de cátedra docente. A assessoria vai averiguar a situação nas CREs citadas. Que a SME não utilize mais o trabalho gratuito dos profissionais da educação, e que se contrate equipes para esse fim.

    5) ACORDO DE RESULTADOS E PLANO SAÚDE SERVIDORES

    Sobre o acordo de resultados, foi apresentada a questão do pagamento, o questionamento judiciário do Sepe em curso e, inclusive, o calote do 14o de 2016 sem resposta da SME.

    Sobre o Plano de Saúde destacou-se o risco do não atendimento, caso não haja mudança nas regras. O Sepe e as demais entidades do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Municipais (MUDSPM) estão pressionando a Secretaria de Coordenação Governamental e o gabinete do prefeito, visando a realização de audiência sobre o tema.