A categoria deliberou pelo encerramento da greve na última sexta, 06/12, e retornou às unidades escolares a partir desta segunda, 09/12/2024. A orientação do sindicato é realizarmos debates nas escolas com os colegas de categoria, estudantes e responsáveis; além da colagem dos materiais denunciando o prefeito, o secretário de educação e os vereadores que aprovaram o pacote de maldades e são inimigos da educação.
Cartazes inimigos da educação e dos servidores municipais (formato A3, PDF)
Modelo de atividade para utilizar com os alunos, sobre os motivos da greve (A4, PDF)
Além disso, é importante que se respeite o movimento grevista, sem cobranças indevidas em relação a avaliações e prazos apertados para lançamento de resultados no 3.0.
O Sepe esteve hoje pela manhã na SME, porém novamente não tivemos sucesso em sermos recebidos. Pretendemos discutir com o governo em audiências, e no dissídio de greve na justiça, a reposição dos dias parados como forma de garantir os 200 dias letivos no ano. Como ainda não temos retorno em relação ao tema, orientamos a categoria a esperar a definição coletiva para fazer o combinado com as direções em relação aos dias parados. Repudiamos qualquer tentativa das chefias de ter tratamento diferenciado para grevistas e não grevistas nas unidades escolares. Solicitamos que a categoria denuncie ao Sepe e procure sua regional para acompanhar esses casos possíveis de assédio moral.
Em relação ao PLC 186, o sindicato elucida que o projeto ainda não foi sancionado, e portanto não tem força de lei. Além disso, este tema será um dos tópicos a serem discutidos no dissídio de greve com a justiça na próxima quarta (11/12). Assim, nenhuma direção escolar pode fazer a projeção da montagem do quadro de horário com base no PLC 186, pois sequer há orientação formal do nível central e CRE’s com documentos para tal regulamentação. O departamento jurídico do Sepe está se debruçando em medidas judiciais em relação ao PLC 186, principalmente no que concerne ao tempo extraclasse, pois há decisão judicial já transitada em julgado favorável ao SEPE que leva em consideração a hora-aula, e não hora-relógio. Pedimos que a categoria procure o sindicato para denunciar possíveis abusos das direções escolares. Convocamos a categoria a seguir atenta e em luta, com o calendário aprovado na assembleia.





O prefeito Eduardo Paes enviou o Projeto de Lei Complementar nº 186/2024 à Câmara de Vereadores, que representa uma verdadeira declaração de guerra aos servidores municipais, especialmente aos da Educação.

A polêmica e contestada mudança do nome do CE Amaro Cavalcanti, que após publicação da Resolução 6291/2024 da SEEDUC passou a se chamar CE Senor Abravanel, nome verdadeiro do falecido apresentador de televisão Sílvio Santos, rendeu uma reportagem na edição eletrônica da Revista Veja, publicada no dia 9 de outubro. A matéria foi pautada pela Imprensa do Sepe e, nela, a revista cita a posição contrária do sindicato à troca do nome da escola, efetuada sem qualquer consulta à comunidade.
A nova edição do Boletim do Sepe, voltada para a rede estadual, convoca a assembleia do dia 19/10, às 10h, no Club Municipal. Traz ainda textos sobre lutas em duas escolas; atualização das perdas calculadas pelo Dieese; o ataque do governo Cláudio Castro ao RioPrevidência, informes da audiência com a Seeduc sobre a nova grade do Ensino Médio e relato da luta dos funcionários ex-Faep até o Palácio e do 44º Encontro de Aposentadas.
O Sepe acaba de produzir novo boletim, voltado para a rede municipal do Rio de Janeiro. Nesta edição, o sindicato convoca para o ato que irá marcar os 11 anos da aprovação do PCCS na Câmara Municipal, sob forte repressão. No dia 01 de outubro, a categoria estará na Cinelândia, relembrando o ataque da Prefeitura. O boletim também traz atualização das perdas salariais, informes do Encontro de Aposentadas(os) e a luta dos funcionários da educação e dos aprovados em concursos na rede. Faça o download e compartilhe.
O Sepe publicou nova edição do seu boletim, número 45, voltada aos profissionais da Educação da rede municipal do Rio de Janeiro. A edição convoca a greve de 24 horas no dia 29/8 e o ato unificado na Cidade Nova, com a rede estadual, a partir das 14h. 