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  • Sepe convoca para paralisação de 24 horas, assembleia e ato no TJ RJ do dia 07/10

    Ato da rede estadual ontem (29), na Alerj, reuniu profissionais da ativa e aposentados para cobrar respostas do governo às reivindicações da categoria e denunciar os desvios na previdência pública

    Nesta terça-feira, 29/09, dezenas de profissionais da Educação realizaram um protesto em frente à Alerj, cobrando valorização e defendendo o Rioprevidência, saqueado por Cláudio Castro no escândalo do Master. Neste dia, estava agendada uma audiência com o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, para prosseguir com as negociações sobre a pauta da educação estadual. Mas a reunião foi cancelada em mensagem enviada para o sindicato no final da manhã do dia 29. O Sepe aguarda um novo agendamento.

    O Sepe reforça a convocação da rede estadual para a paralisação agendada para a próxima quarta-feira, 07/10, com assembleia geral às 11h no Clube de Engenharia, seguida de ato público no Tribunal de Justiça, a partir das 14h. A Educação cobra do governo uma audiência neste mesmo dia, para que o governo apresente uma resposta para questões importantes da nossa pauta, tais como: piso nacional, reajuste 2025-2026, funcionários abaixo do mínimo, auxílio tecnológico, animação cultural, ex-Faep, entre outros pontos.

  • Mobilização em Resende conquistou avanços na pauta “Somos todos Professores!”

    No município de Resende, no Sul Fluminense, a luta da categoria e a atuação do Sepe conquistaram importantes avanços numa audiência realizada no dia 30 de setembro, no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Saímos com compromissos formalizados em Juízo para o encaminhamento da pauta dos monitores de creche e com uma conquista imediata: a prefeitura se comprometeu a não efetuar descontos nem aplicar penalidades administrativas pelos três dias de greve discutidos no processo.

    Na audiência, o Sepe defendeu a valorização dos profissionais, apresentou a reivindicação de reconhecimento da atividade dos monitores de creche no magistério e denunciou a ausência de interlocução com a administração municipal sobre a implementação dos efeitos financeiros da legislação federal.

    A mobilização garantiu compromissos concretos:

    Sem descontos e sem punições pelos três dias de greve: compromisso assumido expressamente pelo Município e registrado no acordo homologado pela Justiça.

    Prazo para apresentação de proposta legislativa: até o final de novembro de 2026, o Município deverá apresentar uma proposta que contemple a implementação na folha de pagamento em 2027.

    Retroativos incluídos na proposta: o compromisso abrange o parcelamento dos valores retroativos desde o início da vigência da legislação federal em questão.

    Nova audiência para acompanhar os encaminhamentos: a pedido do Sepe, foi marcada audiência para 10 de dezembro de 2026, às 15h.

    Esses avanços são resultado da organização e da disposição de luta da categoria. A greve colocou nossas reivindicações no centro do debate e produziu compromissos que agora deverão ser cobrados.

    A apresentação da proposta legislativa é uma etapa fundamental, e seguiremos mobilizados pela sua aprovação e pela efetiva implementação dos direitos. O Sepe acompanhará cada encaminhamento, cobrará o cumprimento dos prazos e manterá a categoria informada.

     

  • Ex-secretária Roberta Barreto foi alvo de operação policial para apurar contratos irregulares de R$ 1,6 bilhão em reformas irregulares de escolas da rede do estado

    Operação policial “Escola de Papel” esteve na casa de Roberta Barreto em Caxias para busca e apreensão de documentos sobre contratos irregulares para reformas em escolas da rede estadual durante sua gestão

    A ex-secretária de Educação do governo Cláudio Castro, Roberta Barreto é alvo de uma operação policial que investiga contratos irregulares da SEEDUC para reformas de escolas estaduais, que chegam a R$ 1,6 bilhão. Segundo apuração do Jornal O Globo, a Ministério Público Estadual e a Polícia Civil cumprem na manhã desta quinta-feira (01) 19 mandados de busca e apreensão numa operação que mira integrantes que compuseram a cúpula da Secretaria na gestão do ex-governador Cláudio Castro. Ainda segundo as autoridades, o bloqueio dos bens dos investigados chega a cerca de R$ 19 milhões.

    Os agentes estiveram na casa de Roberta Barreto, em Duque de Caxias, durante a operação denominada “Escola de Papel” que investiga uma organização suspeita de desviar dinheiro destinado a reformas de unidades escolares da rede estadual. Segundo a reportagem do Jornal O Globo de hoje (01), além de Barreto, estão sendo investigados integrantes da sua gestão na SEEDUC durante o governo Cláudio Castro, inclusive o genro dela, Yurie Ormonde André e o ex-subsecretário de administração, David de Andrade Marinho Filho. Há buscas também na capital, em Cabo Frio, em Arraial do Cabo e em Niterói.

    O jornal vem publicando uma série de reportagens sobre as suspeitas de desvio de verbas da SEEDUC, com contratos sem licitação para reformas de escolas estaduais durante o governo Cláudio Castro. Segundo o Globo, com base em informações do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governador em exercício Ricardo Couto, investigações e auditorias apontam, entre outras irregularidades, a suspeita de cartel em vários contratos num suposto esquema de cartas marcadas apontando vencedores para tocarem as obras nas unidades educacionais. O GSI apurou que estas contratações ao longo dos últimos anos alcançaram a soma de R$ 1,6 bilhão entre 2023 e 2025.

    Além de indícios de direcionamento de contratações, a apuração aponta superfaturamento e lavagem de dinheiro, afirma o MPRJ. São investigados os crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Entre os alvos na operação desta quinta-feira, Yurie é capitão do Corpo de Bombeiros. Também estão na mira Fabio Martins Pereira, apontado como braço financeiro do esquema e proprietário da Virtual Construtora; e o policial militar Yan Lopes Fonseca Ormonde André, irmão de Yurie.

    A operação é coordenada pelos promotores com Atribuição Originária Criminal do procurador-geral de Justiça, Antônio José Campos Moreira, e pela Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro (CIAF), da Polícia Civil.

    Para os investigadores, a ex-secretária e o ex-subsecretário ocupavam postos estratégicos na autorização das despesas e na liberação dos recursos. A apuração também encontrou vínculos entre os responsáveis pelos saques e pelo transporte do dinheiro e pessoas próximas à antiga direção da Seeduc.

    Para o Sepe, o anúncio destas operações contra a ex-secretária estadual de Educação Roberta Barreto e integrantes da sua administração não chegam a causar espanto. Durante toda a gestão de Barreto, denunciamos em nossas redes sociais os resultados de investigações e denúncias apuradas pelo Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual sobre realização de compras superfaturadas e com dispensa de licitação efetuadas pela SEEDUC e uma série de outras acusações envolvendo malversação e desvio de verbas no órgão.

    O sindicato defende a continuação das operações policiais para apuração dos desvios e fraudes na Educação Estadual e espera que todos os envolvidos nesta apropriação bilionária do dinheiro que deveria ser investido na educação dos filhos da classe trabalhadora sejam responsabilizados e respondam perante a Justiça por todos os seus malfeitos.

     

  • Nota de pesar: Mayara Pinheiro, ex-diretora do Sepe Campos e da rede municipal de Campos

    O Sepe RJ se une ao Sepe Campos para lamentar e comunicar com profundo pesar a morte da ex-diretora do núcleo e profissional da rede municipal daquele município, Mayara Pinheiro, ocorrida em um acidente de trânsito durante o seu deslocamento de casa para o trabalho.

    Militante da Unidade Classista, Mayara foi pedagoga e dedicou sua vida à defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da educação. Durante dez anos, atuou como Auxiliar de Turma na rede municipal de Campos dos Goytacazes, deixando sua marca de profissionalismo, carinho, força e dedicação.

    Como diretora do Sepe Campos, integrou o Campo Sepe na Luta Educadora e participou ativamente da luta pelo reconhecimento das Auxiliares de Turma como profissionais do magistério, contribuindo para a organização coletiva dessa importante reivindicação. Também esteve à frente da direção de creche, construindo uma gestão comprometida com a educação pública e com a comunidade escolar.

    Sua atuação na Educação do Campo também merece ser lembrada com carinho. Filha de camponeses, Mayara carregava consigo uma relação profunda com a terra e com os povos do campo. No Fórum Municipal e no Fórum Interestadual de Educação do Campo, construiu caminhos de diálogo, aprendizado e luta, sempre com dedicação, sensibilidade e compromisso.

    O Sepe RJ manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, amigas e companheiros e companheiras de militância neste momento de luto e pesar.

    Mayara Pinheiro, presente!

  • Após denúncia do Sepe, MPRJ abre procedimento para apurar possível assédio eleitoral praticado por Renan Ferreirinha

    O Sepe informa que o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu um procedimento para apurar denúncias contra o candidato a deputado federal Renan Ferreirinha (PSD) – ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro na gestão do então prefeito Eduardo Paes – por suposto assédio eleitoral contra profissionais da rede municipal de Educação.

    O procedimento foi instaurado a partir de denúncia apresentada pelo sindicato ao MPRJ, em agosto, na qual o Sepe solicitou a apuração de possível uso da estrutura e do pessoal da Secretaria de Educação pelo ex-secretário e atual candidato.

    Desde o envio da denúncia, o Departamento Jurídico do sindicato vem subsidiando o MPRJ com novos elementos e provas de assédio eleitoral em escolas e demais dependências da Secretaria Municipal de Educação (SME-RJ).

    A expectativa é que a investigação, diante das provas apresentadas pelo Sepe ao MPRJ, possa resultar na instauração de um inquérito no âmbito da Justiça Eleitoral.

    Além do MPRJ, dado que muitos profissionais de educação, inclusive os das creches e escolas conveniadas, relataram possíveis situação de constrangimentos para comparecimento em atividades de campanha e pré-campanha, o Sepe representou a denúncia também junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), no dia 18/09.

    O jornal Folha de S.Paulo, em 21 de agosto, publicou reportagem de destaque sobre a denúncia apresentada pelo Sepe contra o ex-secretário.

    NOVAS PROVAS APRESENTADAS PELO SEPE

    O Departamento Jurídico (DJ) do Sepe apresentou ao MPRJ e ao MPT novas provas sobre o assédio eleitoral por parte da campanha de Renan Ferreirinha nas escolas municipais, além daquelas apresentadas em agosto. Segundo o DJ, “As possíveis irregularidades eleitorais com o uso da máquina pública, assédio eleitoral – mais especialmente a contratados – e cargos de chefia em campanha se intensificaram com o andamento do calendário eleitoral. Há o agravante de pessoas em cargo público, aparentemente em horário de trabalho, trabalhando como cabos eleitorais”.

    Entre as novas denúncias, o DJ cita o comício de campanha da candidata a deputada estadual Carol Guedes (PSD) e Renan Ferreirinha, no Club Municipal, na Tijuca, no dia 13 de setembro. Segundo a denúncia do sindicato: “o evento foi convocado por grupos oficiais, por diretoras e coordenadores de escolas, direcionado aos profissionais contratados temporariamente. Diversos relatos trazem o modo de convocação de forma oral, chamando os trabalhadores na sala da direção para solicitar presença, bem como por meio de ligações para seus telefones pessoais a partir de fontes de divulgação de seus números desconhecidas e não autorizadas”.

    Além desse comício no Club Municipal, o Sepe levou ao MPRJ e ao MPT prints de conversas no WhatsApp, fotos e vídeos, como provas concretas da convocação para eventos diversos, de pedidos de votos e da vinculação direta da SME-RJ com a candidatura de Ferreirinha, bem como de assédio direto a servidores contratados.

    O sindicato apresentou ainda, entre outros elementos, provas da participação de Ferreirinha em uma cerimônia de formatura realizada em junho, período em que ele já havia se desincompatibilizado do cargo de secretário e se apresentava como pré-candidato. O sindicato também denunciou a utilização das Coordenadorias Regionais de Educação, cujos diretores teriam utilizado as estruturas dos órgãos para encaminhar convites para atos do ex-secretário. O Sepe apresentou, também, dezenas de diálogos pelo WhatsApp entre coordenadores de CREs e servidores e contratados, convocando os trabalhadores para eventos do ex-secretário.

    Por recomendação do Departamento Jurídico, não iremos reproduzir as provas nesta matéria.

    SEPE FAZ CAMPANHA CONTRA O ASSÉDIO ELEITORAL

    Com o objetivo de denunciar práticas de assédio eleitoral envolvendo políticos que disputam cargos eletivos no pleito de outubro, o Sepe lançou uma campanha contra o assédio eleitoral nos ambientes de trabalho dos profissionais de educação das redes públicas do estado. O sindicato busca coibir pressões e constrangimentos nos locais de trabalho durante o período eleitoral, de modo a garantir a democracia e o direito de cada cidadão ao voto livre de intimidações ou pressões por parte de candidatos.

    Intitulada “Diga não ao assédio eleitoral”, a campanha mostra à categoria que nenhum profissional é obrigado a participar de atos de campanha, divulgar candidatos em suas redes sociais, declarar em quem pretende votar ou apoiar qualquer candidatura por pressão de seus superiores. O sindicato também alerta que é proibida a utilização da estrutura dos locais de trabalho para fins eleitorais.

    Com isso, o sindicato conclama os profissionais de educação a denunciarem imediatamente qualquer tentativa de utilização da rede pública para favorecer campanhas eleitorais ou constranger trabalhadores em razão de suas escolhas políticas e eleitorais.

  • Sepe fecha reajuste com a Unimed Brasil

    A assembleia dos professores usuários do Plano Unimed, realizada em 16 de setembro, aprovou, por unanimidade, o reajuste de 5,56% nas mensalidades, resultado das negociações conduzidas pelo Sepe com a Unimed Brasil.

    Inicialmente, a Unimed Brasil havia proposto um reajuste de 12,01% nas mensalidades. Em resposta, argumentamos que esse percentual desconsiderava aspectos fundamentais da realidade do plano, entre eles a dinâmica recorrente de baixa sinistralidade verificada, no mínimo, ao longo dos últimos dez anos, além do cenário dos últimos anos, marcado por insegurança e instabilidade na assistência médica.

    Diante desses elementos, apresentamos como contraproposta a aplicação do índice de reajuste sinalizado pela ANS para 2026, de 5,1%, percentual que entendíamos ser mais compatível com a realidade do plano e com a necessidade de preservar o equilíbrio entre a sustentabilidade da assistência e a capacidade de pagamento dos usuários.

    Após as negociações, a Unimed Brasil admitiu reduzir o percentual inicialmente proposto, chegando ao índice de 5,56%, correspondente ao IGP-Saúde, para as mensalidades a partir de outubro.

    O resultado da negociação foi apresentado à assembleia, que aprovou por unanimidade o reajuste de 5,56%, consolidando a posição dos professores usuários do plano.

  • O Globo: Devassa  na SEEDUC em contratos de obras na gestão Cláudio Castro/Roberta Barreto apontam para Formação de cartel, contratos sem licitação e interferência de políticos

    Reportagem do portal do Jornal O Globo de hoje (30) apresenta uma série de denúncias a partir de investigações e auditorias efetuadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governador em exercício Ricardo Couto em contratos da gestão do ex-governador Cláudio Castro, em especial na SEEDUC, sob a gestão da ex-secretária Roberta Barreto. Segundo a matéria, o GSI estima que até R% 1,6 bilhão em contratos de obras e serviços da Secretaria de Estado de Educação contenham indícios de fraude e, até mesmo, de formação de cartel.

    Segundo o Globo, com base em informações do governo estadual os contratos foram suspensos para reavaliação. A suspeita é de que 95% das 1.241 escolas estaduais tenham contratado obras de forma irregular, segundo o Gabinete de Segurança do governador em exercício.

    A reportagem mostra que entre os indícios de atos ilícitos há dispensas de licitação – uma prática recorrente durante a gestão de Barreto à frente da SEEDUC e alvo de diversas investigações do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual, como no caso das compras de livros paradidáticos – para reformas na unidades escolares, os quais, pelos valores envolvidos, não poderiam ter sido feitas. Desde 2022, uma resolução do então secretário Alexandre Valle criou um teto de R$ 880,00 para despesas de emergência.

    Ainda de acordo com a reportagem do Portal do Globo, as investigações e auditorias apontam para a suspeita de existência de um cartel em vários contratos analisados, um suposto esquema de cartas marcadas para vencedores tocarem reformas em unidades educacionais.

    Um dos exemplos apontados mostra uma escola cívico-militar de Realengo, que deveria ser inaugurada no início de 2026, mas no local só existe refugo de obras espalhado. O endereço da unidade fantasma – um dos carros chefes das promessas de campanha de candidatos da extrema direita ligados ao Bolsonarismo (no debate dos candidatos a governador do dia 29/9, o presidente da ALERJ, Douglas Ruas, exaltou este nefasto modelo de educação militarizada) –, onde já deveria funcionar a tal escola cívico-militar, o cenário é de abandono, segundo a equipe do jornal que esteve no local.

    De acordo com o GSI, foram aprovados R$ 14,3 milhões em despesas para a construção desta unidade fantasma, englobando quatro contratos firmados com empreiteiras e R$, 47 milhões só para desapropriação do terreno.

    As denúncias das auditorias realizadas até agora prosseguem com os contratos de obras e reformas em outras unidades da rede estadual, que também foram feitos de forma irregular. Segundo o GSI todas a auditorias com indícios de crime foram encaminhadas ao Ministério Público Estadual. Segundo a reportagem as irregularidades foram encontradas em outas secretarias da antiga gestão de Cláudio Castro. De acordo com o chefe do GSI, delegado Roberto Leão, os responsáveis identificados responderão por improbidade e terão de ressarcir os cofres públicos.

    A matéria completa pode ser lida no link: http://glo.bo/bo6312e

  • Profissionais da educação de Seropédica mantêm estado de greve

    Os profissionais da educação municipal de Seropédica, em estado de greve, realizaram nesta terça-feira (29) um ato em frente à Prefeitura (foto). Em seguida, a categoria fez uma passeata até a Câmara Municipal, dando continuidade à mobilização em defesa de suas reivindicações e contra as pendências e os problemas enfrentados pelos trabalhadores da educação.

    Na Câmara, foi realizada uma assembleia, que deliberou pela manutenção do estado de greve e pela realização de uma nova assembleia, dando continuidade à mobilização da categoria.

    Entre as principais reivindicações estão:

    – Regularização dos salários e definição de um calendário fixo de pagamento;

    – Pagamento dos valores retroativos;

    – Garantia e definição de cronograma para o 13º salário;

    – Continuidade da revisão do PCCS;

    – Valorização dos profissionais de apoio e dos demais trabalhadores da educação;

    – Revisão dos direitos funcionais, incluindo os quinquênios;

    – Realização de concurso público e regularização do quadro de profissionais;

    – Migração de jornadas e solução das demais questões funcionais.

    Informações do núcleo do Sepe Seropédica/Paracambi.

  • Sepe realiza ato público em frente à Alerj e cobra respostas do governo do Estado

    Profissionais da educação da rede estadual realizaram ato público nesta terça-feira (29), em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), para cobrar o atendimento da pauta de reivindicações que vem sendo negociada com o governador em exercício, Ricardo Couto. A manifestação também denunciou a aprovação, pela Alerj, de projeto de autoria do então governador Cláudio Castro que autorizava a retirada do Rioprevidência de recursos provenientes de royalties e participações especiais do petróleo.

    Dezenas de profissionais participaram da manifestação. A categoria está em estado de greve e reivindica o atendimento de uma pauta econômica, além de questões de caráter pedagógico.

    No dia 7 de outubro, será realizada uma paralisação de 24 horas, com assembleia geral, em local a confirmar, às 11h, e ato público no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), às 14h.

  • Profissionais de Escola Municipal farão paralisação para denunciar na 3ª CRE o abandono e agravamento da situação de violência na unidade

    Os profissionais da Escola Municipal Francisco Jobim (Rua Adriano 310, Todos os Santos) farão uma paralisação no dia 30 de setembro (quarta-feira) para protestar contra a violência, o abandono e a falta de profissionais na unidade escolar. Neste dia, os professores e funcionários irão até a Coordenadoria Regional de Educação (3ª CRE), às 11h30m para denunciar os problemas da EM Francisco Jobim e exigir do órgão e da prefeitura melhores condições de trabalho.

    A comunidade escolar tem denunciado o agravamento da violência no cotidiano escolar e a falta de agentes educadores na escola, que poderiam minorar o problema. Mesmo acionadas pelos profissionais a prefeitura e a 3ª CRE não apresentaram respostas efetivas até o presente momento.

    Para os profissionais, a situação da escola da rede municipal do Rio de Janeiro chegou a um limite insustentável. Os professores e funcionários denunciam o agravamento dos episódios de violência e a ausência de uma política efetiva da Prefeitura para enfrentar os conflitos que vêm comprometendo o funcionamento da EM Francisco Jobim e colocando em risco a vida de estudantes e trabalhadores.

    Dentre as denúncias sobre o cotidiano da violência, os xingamentos, ameaças, agressões, brigas entre estudantes, saídas constantes de sala de aula e enfrentamento aos profissionais que atuam na escola são uma constante.

    O resultado disto é que, em determinadas turmas, poucos estudantes consigam efetivamente permanecer em sala e participar das atividades.

    A unidade enfrenta também uma grave insuficiência de profissionais. O número de agentes educadores é absolutamente insuficiente para atender às demandas da escola. Hoje, há apenas um profissional efetivamente disponível para acompanhar e organizar os estudantes.

    Segundo os profissionais, a equipe da escola já tentou fazer a sua parte, realizando diferentes ações para enfrentar a situação: projetos pedagógicos, intervenções educativas, registros de ocorrências, reuniões com responsáveis, encaminhamentos à rede de proteção e diversas outras iniciativas.

    No ano passado, a própria comunidade escolar já havia procurado a Coordenadoria Regional de Educação e apresentado formalmente as dificuldades enfrentadas pela unidade, depois de sucessivas tentativas de diálogo.

    Mesmo assim, os problemas permanecem e vêm se agravando.