Atualizada dia 13/08, às 22h30:
A direção do Sepe se reuniu com representantes da SEEDUC nesta quinta-feira (13), onde foi informada sobre a pauta da categoria, especialmente a respeito dos seguintes itens:
– O governo estuda pagar aos professores da ativa um auxílio tecnológico;
– A situação dos funcionários e animadores culturais que recebem abaixo do salário mínimo deverá ser resolvida por meio de um decreto geral que abranja todo o funcionalismo estadual. O Governador Ricardo Couto está analisando o decreto;
– Ainda em relação aos animadores culturais, a SEEDUC enviou um ofício ao superintendente regional do INSS, solicitando medidas para o desbloqueio do fluxo previdenciário desse segmento, uma vez que a Secretaria afirma estar em dia com os pagamentos ao Instituto;
– Em relação aos funcionários ex-FAEP, a notícia promissora é que na terça-feira, dia 18, haverá uma reunião da PGE com a SEEDUC e a FAETEC para discutir a situação desses servidores.
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A prefeitura de Petrópolis publicou no Diário Oficial do município a Lei Municipal 9.321, de 11 de agosto, que dispõe sobre a adoção de medida destinada à valorização dos profissionais de educação que ocupam o cargo de secretários escolares, equiparando os salários dos mesmos aos dos professores do nível 1 da carreira, tendo em vista estes segmentos terem a mesma formação.
Apesar das denúncias que foram feitas pelo Sepe Petrópolis no início do recesso escolar, no começo de julho, os problemas com o abastecimento da merenda escolar na rede municipal continuam. Agora, foi o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Petrópolis que divulgou uma nota de repúdio, denunciando problemas no abastecimento da merenda escolar. A denúncia foi publicada pelas redes do jornal Tribuna de Petrópolis nesta quarta-feira, dia 12 de agosto.
Roberto de Paula, funcionário da rede municipal de Cabo Frio e militante histórico do Sepe e do Coletivo de Funcionários, atravessa graves problemas de saúde, tendo sido submetido a uma cirurgia de urgência no começo de julho. Mesmo após a cirurgia, Roberto depende de uma série de medicamentos diários para combater a infecção em seu corpo. Além do impacto em sua saúde, o tratamento tem um custo alto, de cerca de R$ 1.400,00 por semana, valor muito além do que ele e sua família são capazes de arcar.