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  • Mais um: Governador em exercício exonerou o presidente interino do Rioprevidência em meio a uma sucessão sem fim de escândalos

    Num show de horrores que parece não ter mais fim, o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, exonerou, no final da semana passada, o presidente interino do Rioprevidência, Nicholas Cardoso. O afastamento se deu por pedido do Ministério Público estadual, durante investigação sobre aportes de R$118 milhões feitos pela autarquia em instituições financeiras não cadastradas. Lembramos que o presidente afastado ocupava o cargo interinamente após a queda da antiga direção do órgão, sob o comando de Deivis Antunes, envolvida nas investigações do escândalo das aplicações no liquidado Banco Master.

    Na época das aplicações que levaram ao seu afastamento do cargo, Cardodo ocupava a direção de investimentos do Rioprevidência. Estas aplicações apareceram após as denúncias sobre o escândalo envolvendo o Master, que também recebeu recursos do Rioprevidência (cerca de 1 bilhão de reais).

    O governo do estado colocou no lugar do presidente interino afastado o procurador do estado Felipe Derbli de Carvalho Batista.

    Segundo as autoridades, o investimento de R$ 118 milhões em 3 fundos de investimentos administrados por instituições financeiras não cadastradas junto à autarquia contraria normas do Conselho Monetário Nacional e do próprio Rioprevidência, fundo que é responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários a 235 mil servidores do RJ e seus dependentes, como aposentadorias e pensões.

    O Sepe acompanha com atenção os desdobramentos da crise ética e política envolvendo o Rioprevidência ao longo dos últimos anos. Muito antes do escândalo e das investigações sobre os investimentos em títulos podres do Banco Master, uma CPI do órgão na Alerj já apontava malversação e administração temerária do dinheiro do nosso fundo de pensão. A CPI foi convenientemente arquivada em 2021, mas a controvertida gestão do órgão se manteve até a revelação do presente escândalo financeiro do Banco Master, que mostrou o Rio de Janeiro como o segundo estado com fundos de previdência que mais investiram no malfadado banco. Por conta disto, os profissionais de educação exigem o máximo rigor na apuração das irregularidades e exemplar punição para todos os dirigentes da instituição e políticos, como o ex-governador Cláudio Castro, envolvidos nestas falcatruas que ameaçam  o futuro do nosso fundo de previdência.

     

  • Delegação do Sepe está participando da Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília

    O Sepe está participando, desde o início da manhã desta quarta-feira (dia 15 de abril), da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora 2026, em Brasília. O evento, tem organização das principais centrais sindicais do país e reúne caravanas de todo o Brasil, que chegaram na Capital Federal para reivindicar mais direitos para os trabalhadores brasileiros.  

    A concentração para a Marcha foi iniciada às 8h, no estacionamento do Teatro Nacional. Ela foi seguida de uma plenária às 9h e, por volta das 10h30, a passeata rumo à Esplanada dos Ministérios foi iniciada. A mobilização integra o calendário de lutas que se estende até o Dia do Trabalhador, em 1º de maio.

    Durante as atividades de hoje, lideranças sindicais devem entregar um documento com 68 reivindicações atualizadas aos chefes dos Três Poderes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e o presidente da Câmara Hugo Motta.

    Coordenadores gerais do sindicato também marcaram presença na Marcha Nacional dos Trabalhadores em Brasília hoje (15/4)

    A pauta é uma atualização das propostas debatidas na Conferência da Classe Trabalhadora (CONCLAT). Segundo dirigentes, cerca de 70% dos itens apresentados em 2022 já foram implementados ou estão em tramitação, como a política de valorização do salário mínimo e a lei de igualdade salarial entre homens e mulheres. O fim da escala 6×1 é uma das pautas prioritárias da Marcha, que será precedida pela CONCLAT, que atualiza a Pauta da Classe Trabalhadora para o período 2026/2030.

     

  • Reunião dos coletivos de funcionários no dia 18/4

    A Secretaria de Funcionários do Sepe convoca para a reunião dos coletivos de funcionários administrativos, que será realizada no sábado, dia 18 de abril, no auditório Marco Tulio Paolino, no Sepe Central (Rua Evaristo da Veiga, 55 – 7 andar), a partir das 9h.

  • Secretaria de Aposentados realizou plenária conjunta hoje (15/4) no Sepe

    A Secretaria de Aposentados do Sepe realizou nesta terça-feira, dia 14 de abril, uma plenária conjunta dos coletivos estadual e da capital. A reunião, híbrida, teve a parte presencial realizada no auditório do sindicato e a pauta incluiu temas como: conjuntura, informes do Jurídico e informes gerais, mobilização e lutas.

  • Direção do Sepe vai participar da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora em Brasília nesta quarta-feira (dia 15 de abril)

    Nesta quarta-feira, dia 15 de abril, as centrais sindicais estão convocando a população para a Marcha Nacional da Classe Trabalhadora 2026, que acontecerá em Brasília. A Marcha tem por objetivo se tornar um instrumento de pressão popular pelo fim da escala 6X1, cuja proposta deve ser votada em comissão da Câmara dos Deputados também neste dia. A marcha contará com caravanas de dirigentes e militância sindical vindas de todas as partes do país.

    O fim da escala 6×1 é uma das pautas prioritárias da Marcha, que será precedida pela CONCLAT (Conferência da Classe Trabalhadora), que atualiza a Pauta da Classe Trabalhadora para o período 2026/2030. Segundo a CUT, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou a proposta do fim da escala 6×1 à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa no dia 9 de fevereiro e a previsão é de que seus integrantes avaliem e votem a matéria nesta quarta-feira.

    A Marcha também visa mobilizar os trabalhadores e a população para outras reivindicações, como a regulamentação do trabalho por aplicativos, onde milhões de trabalhadores não têm direitos e trabalham de forma precária; a regulamentação da negociação coletiva no serviço público; e questões que vão além do mundo do trabalho, tais como visibilidade para o tema da paz e o combate ao feminicídio.

    A direção do Sepe vai participar da programação de amanhã (15), em Brasília, e da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora.

    A agenda do dia 15 de abril começa com concentração às 8h, com uma plenária nacional para atualizar a Pauta da Classe Trabalhadora ao período 2026/2030, que foi elaborada em unidade pelas centrais sindicais na CONCLAT, em abril de 2022. A partir das 10h30 e após a votação da pauta, os trabalhadores e trabalhadoras seguem em marcha até o Congresso Nacional.

    Na parte da tarde, as entidades organizadoras entregarão formalmente suas reivindicações aos principais poderes da República. Está prevista reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem será apresentada a pauta e feito um balanço das medidas já adotadas. Também estão previstos encontros com as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, além de representantes do Judiciário – presidente do Supremo Tribunal Federal, (STF) e ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

     

     

     

  • Reunião do Coletivo de aposentados da capital será nesta terça-feira (dia 14/4)

    A Secretaria Estadual de Aposentados do Sepe convoca para o próximo DIA 14 DE ABRIL (TERÇA-FEIRA), às 09h30, reunião unificada do Coletivo de Aposentados da Capital, a ser realizada no Formato HÍBRIDO, com a parte presencial sendo realizada no auditório do Sepe-RJ.
  • Sepe apoia a greve da UERJ

    O Sepe apoia e se solidariza com os colegas servidores da UERJ – os docentes da universidade entraram em greve dia 25 de março; já os técnicos-administrativos se juntaram à greve a partir do dia 09 de abril.

    A pauta dos servidores é muito similar a dos demais setores do funcionalismo estadual, devido ao verdadeiro desastre administrativo e político do malfadado governo de Claudio Castro: recomposição salarial, retorno dos triênios, questões do orçamento da universidade e melhoria das condições de trabalho.

    A deflagração do movimento também confirma o esgotamento de tentativas de negociação com o governo Castro, diante de um quadro de perdas salariais acumuladas, descumprimento de legislações aprovadas e recusa ao diálogo institucional com as instituições representativas sindicais dos servidores, ASDUERJ e Sintuperj.

    No entender do sindicato, as reivindicações apresentadas pela categoria docente são legítimas e justas: recomposição salarial com base nas perdas inflacionárias recentes, pagamento integral das parcelas previstas na Lei 9.436/21, retomada dos triênios, correção de distorções nos benefícios e ampliação do orçamento da universidade, conforme previsto na Constituição estadual.

    Desde a adesão do então governo Pezão ao Regime de Recuperação Fiscal, em 2017, são mais de 16 anos de perdas salariais acumuladas, agravadas por medidas como a extinção dos triênios para novos(as) servidores(as) e o não pagamento de parcelas de recomposição já reconhecidas em lei – uma verdadeira política de arrocho que compromete a valorização do trabalho docente e fragiliza a própria universidade pública.

    Com isso, os profissionais de educação das escolas estaduais e municipais apoiam o movimento grevista dos servidores da UERJ, que estão mobilizados não só por questões salariais específicas, como também lutam pela manutenção da qualidade daquela universidade, entre as mais importantes do país e da América Latina, além de ser uma fundamental base de formação dos(as) docentes de Educação Básica do estado do Rio de Janeiro.

    Somente com muita mobilização e luta o funcionalismo estadual e os servidores da UERJ poderão conquistar o atendimento das reivindicações e garantir a qualidade do serviço público do estado do Rio de Janeiro, além de conquistar a garantia dos nossos direitos face a sucessivos governos que se recusam a dialogar e a cumprir a Lei.

  • Secretaria de Estado da Casa Civil divulgou novo calendário de pagamentos dos servidores estaduais para 2026

    A Secretaria de Estado da Casa Civil divulgou o novo calendário de pagamentos dos servidores estaduais. O novo cronograma de pagamentos antecipa para o 1º dia útil do mês a data do crédito na conta dos servidores. O calendário foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 07 de abril de 2026, através da Resolução SECC 185 de 06 de abril de 2026. Veja na imagem ao lado do Diário Oficial do Estado como ficam as datas dos pagamentos para este ano.

  • Rede municipal do Rio de Janeiro fez paralisação e ato na Cinelândia

    Ato da rede municipal de educação em frente à Câmara de Vereadores, na Cinelândia, dia 9/04
    Os profissionais de educação da rede pública do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira, dia 9 de abril, com assembleia/ato, na Cinelândia, na parte da tarde.

    Na assembleia agitativa, profissionais de diversos segmentos da categoria, como as PAEIs, AEIs e AAEIs, panfletaram na praça e fizeram falas, denunciando a grave situação da rede, com arrocho salarial, adoecimento da categoria devido à carga de trabalho, entre outras.

    Foi deliberado que a próxima assembleia será dia 16 de maio, às 10h – em formato híbrido.

    Ao final, a categoria saiu em passeata até a ALERJ, onde se uniu à manifestação da rede estadual.

  • Confira os panfletos distribuídos para a população durante o ato da rede estadual

    O Sepe produziu dois panfletos para a população, apresentando denúncias e reivindicações de aposentados e profissionais da educação da rede estadual.
    Conheça abaixo os dois materiais e compartilhe.

    PANFLETO POPULAÇÃO | REDE ESTADUAL



    PANFLETO APOSENTADAS(OS) DA EDUCAÇÃO ESTADUAL