Tag: greve

  • Nota do Sepe em resposta aos ataques de Eduardo Paes ao sindicato e à categoria

    O Sepe vem a público repudiar declarações do prefeito Eduardo Paes durante reunião do Conselho da Cidade na manhã desta sexta-feira. Segundo o portal G1, que reproduziu o discurso do prefeito, Paes nega que a aprovação do PL 186/24 representa uma redução de direitos dos profissionais da rede municipal.

    Pior ainda, ele confirmou que o projeto aprovado na Câmara Municipal se destina ao ajuste nas contas do caixa da prefeitura. Ora, se vai reduzir gastos e aumentar o período de atendimento aos estudantes, quem irá trabalhar a mais e de graça pra gerar essa economia e expansão da rede?

    O Sepe também esclarece que o estatuto do sindicato não permite a vinculação da entidade a qualquer filiação partidária. Refutamos, por isso, a fala preconceituosa do prefeito contra a nossa atuação sindical.

    No mesmo discurso, o alcaide debocha da categoria ao afirmar que os professores(as) podem fazer o período extraclasse, “corrigir suas provas onde quiser, em casa, na praia”. Queremos lembrar ao prefeito que a SMERJ exige que o período extraclasse seja cumprido na escola, mesmo que essa não tenha condições estruturais para isso, como uma rede de internet decente. Além disso, não foi dessa forma que o prefeito tratou a categoria à época da eleição. O que será que mudou?

    Nossa luta é pela educação pública de qualidade e em defesa dos profissionais de educação das escolas públicas. E, estes, acabam de sofrer um dos maiores ataques contra os seus direitos dos últimos anos, com a aprovação deste verdadeiro pacote de maldades do prefeito e do seu secretário de Educação, Renan Ferreirinha, que embutiu a aprovação da Lei 8666/24 e o famigerado PLC 186/24. O primeiro, ataca a Constituição, deixando de lado o concurso público em troca do aumento do prazo das contratações temporárias. O segundo, mexe em direitos com aumento do número de turmas e ataque às licenças especiais e férias dos servidores.

    Para tentar defender desses ataques, a categoria não teve outra alternativa senão ir à greve, após várias tentativas de negociação com a prefeitura, SME e Câmara de Vereadores para barrar a tramitação destas iniciativas do Poder Executivo. O prefeito que reclama da questão do diálogo difícil é o mesmo que, desde 2013, se recusa a receber em audiência não só o Sepe, mas também as lideranças do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município (MUDSPM) que há anos tentam sentar à mesa da prefeitura para discutir questões como as perdas salariais ao longo dos últimos anos e a defasagem do vale-alimentação, congelado em R$ 12 há mais de 12 anos.

    Por fim, lembramos que, mesmo com risco de deflagração da greve da categoria, o governo municipal não negociou com os educadores e ainda esperamos uma oportunidade para sentar à mesa e apresentar nossas reivindicações para Eduardo Paes e Ferreirinha. Ao invés disso, Paes preferiu lançar o Batalhão de Choque e a Guarda Municipal e jogar gás de pimenta e bombas de efeito moral sobre a categoria.

    Prefeito, receba o Sepe e negocie já!

    Veja vídeo com trecho do ataque de Paes aos educadores

     

     
     
     
     
     
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  • CNTE e outras entidades da educação se solidarizam com a greve da rede municipal RJ

    A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação), à qual o Sepe é filiado, fez nota em solidariedade à greve da educação municipal do Rio de Janeiro. Leia um trecho da nota: “O ataque aos profissionais da educação da cidade é um ataque o próprio direito da sociedade carioca em ter uma educação pública e de boa qualidade para toda a sociedade que desse direito deve usufruir plenamente. É o que diz nossa Constituição brasileira. A educação é um direito e não é assim que devem ser tratados os profissionais”.

    A nota pode ser lida neste link: https://cnte.org.br/noticias/solidariedade-aos-professores-em-greve-da-rede-municipal-do-rio-de-janeiro-a057

    O Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II também fez nota: “Nós da diretoria do Sindscope nos solidarizamos com a greve dos servidores da Educação Municipal, que lutam contra a retirada de direitos do funcionalismo público municipal promovida pelo Prefeito Eduardo Paes. E repudiamos veementemente a ação violenta da Polícia Militar do Governo Claudio Castro contra a manifestação em defesa da Educação Pública”.

    Leia a nota do Sindiscope: https://sindscope.org.br/lutas/diretoria-do-sindscope-apoia-as-servidoras-e-servidores-da-educacao-do-municipio-do-rio/

    A Feteerj (Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro), que congrega os Sindicatos dos Professores das escolas privadas em todo o Estado (Sinpros), fez nota: “a Feteerj e os Sinpros se postam a favor da educação pública e serviço público de qualidade”.

    Leia a nota da Feteerj: https://feteerj.org.br/feteerj-se-solidariza-com-a-greve-dos-profissionais-das-escolas-municipais-do-rio/

    A APEOSP Sindicato também fez nota. Eis um trecho: “Nossa solidariedade se dá na luta comum pelos direitos dos profissionais, em defesa da educação pública e por um ensino de qualidade para todas e todos”  – leia a nota da APEOSP neste link.

    A CUT-RJ também fez nota: “luta pela valorização dos profissionais da educação é uma luta de todos nós”.

    A nota da CUT-RJ pode ser lida neste link: https://www.cut.org.br/noticias/nota-da-cut-rj-em-solidariedade-a-greve-da-educacao-municipal-no-rio-de-janeiro-d46c

    A CTB-RJ também prestou solidariedade: “A Educação está em greve contra esse projeto que é um verdadeiro ataque não só à educação, mas a todo serviço público”.

    Leia a nota da CTB: https://ctbrj.org.br/nota-da-ctb-rj-em-apoio-a-greve-da-educacao-e-contra-o-plc-186-2024/

    Veja a nota de solidariedade à greve da educação municipal RJ da Faculdade de Educação da UFRJ, postada pela entidade: https://www.educacao.ufrj.br/2024/11/27/nota-de-apoio-a-greve-dos-professores/

    Nota da ANPHU-RJ: https://x.com/anpuh_rj/status/1861843724549976375?s=48&t=GjM9d2p-jMx8BMDy5MK5kw

    Nota da ANDES: https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/wp-content/uploads/2024/11/andes.jpg

    Postagem de apoio do Sindpetro Caxias no instagram: https://www.instagram.com/reel/DC2JaxBu-yM/?igsh=d3pvbWdtNHphd3dz 

    Moção de solidariedade do Solidaires (da França) à greve da educação no Rio: https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/wp-content/uploads/2024/12/SUD-education-soutient-les-personnels-des-ecoles-publiques-de-la-ville-de-Rio-de-Janeiro-en-greve-reco.pdf

    Nota de apoio do Departamento de Geografia da Faculdade de Formação de Professores (FFP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

  • Assembleia da educação municipal RJ decide pelo fim da greve, mas mantém mobilização

    Assembleia da rede municipal RJ de 06/12 decidiu pelo encerramento da greve

    Centenas de profissionais das escolas municipais do Rio de Janeiro decidiram encerrar a greve, iniciada dia 25/11, em assembleia realizada hoje pela manhã, dia 06 de dezembro, no club Municipal, na Tijuca.

    Assembleia decidiu pelo fim do movimento paredista, mas manteve o estado de greve, ou seja: categoria vai se manter mobilizada e de prontidão para retomar a paralisação, caso as negociações com a prefeitura não avancem.

    O Sepe reivindica que o prefeito não sancione o Projeto de Lei Complementar 186/2024, aprovado ontem na Câmara e enviado ao prefeito para sanção; o PLC retira direitos relativos à hora-aula, Licença Especial, férias etc. O sindicato reivindica, também, a revogação da lei 8666, que autoriza a prefeitura a renovar contratos de trabalhadores temporário por até seis anos, o que coloca em risco a instituição do concurso público e a receita da Previ-Rio.

    A categoria, com isso, exige a reabertura de negociações com o prefeito.

    Calendário aprovado na assembleia:

    10/12: Ceia da indignação do servidor público;

    10/12: Participação no ato: “Sem anistia para os golpistas”; concentração às 14h no Largo da Carioca; às 16h, Ato show na Praça XV.

    11/12: Ato no dia da audiência com o Tribunal de Justiça;

    8 de fevereiro de 2025: Assembleia geral da rede municipal em local e horário a confirmar.

  • VERGONHA: projeto de Paes contra servidores foi aprovado por vereadores – assembleia sexta-feira (06/12), 10h, Club Municipal

    Votação final que aprovou o PLC 186/2024, com as emendas

    A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovou na noite de quinta-feira (05/12), em 2ª e definitiva votação, o Projeto de Lei Complementar nº 186/2024, que altera o estatuto dos servidores, atacando direitos,  tais como a licença especial, e muda o plano de carreira da educação com a contagem da carga horária dos professores em minutos – ao lado, foto do placar com a votação.

    Os vereadores aprovaram algumas emendas ao texto, tal como a garantia das férias da maioria dos cargos da educação em janeiro; regras de transição e proporcionalidade à licença especial já adquirida, entre outras. O PLC, agora, vai à sanção do prefeito.

    Apesar da forte mobilização da categoria, em greve desde o dia 25/11, que denunciou a gravidade do pacote de maldades, a sobrecarga de trabalho aos professores com mais turmas e mais aulas sem nenhum aumento de salário foi aprovada pelos vereadores.

    O placar final foi 30 x 16 votos  a favor do projeto, com as emendas.

    Além disso, a lei 8.666/2024 da ampliação de até seis anos dos contratos temporários foi mantida, mas com emenda que prevê que a maioria dos cargos (no mínimo 50%) seja ocupada por servidores concursados.

    Nesta sexta-feira (06/12), às 10h, haverá nova assembleia da rede municipal Rio, no salão nobre do Club Municipal (Rua Haddock Lobo, nº 359/Metrô Afonso Pena). O Sepe convoca a categoria para discutir quais os rumos da mobilização contra o projeto.

    A luta continua! Não vamos permitir que o serviço público seja vilipendiado dessa forma.

    Todos à assembleia.

  • Profissionais de educação da rede municipal RJ fazem vigília na Cinelândia

    Profissionais das escolas municipais do Rio de Janeiro estão realizando uma vigília na Cinelândia nesta quinta-feira (05), contra a aprovação do Projeto de Lei Complementar 186/2024, que ataca direitos dos profissionais, como a hora-aula, Licença Especial, férias etc. Hoje, está previsto que o PLC 186 deverá ser votado em 2ª discussão, quando deverão ser debatidas dezenas de emendas.

    A categoria está em greve contra o PLC desde o dia 25/11.

    Amanhã, sexta-feira, dia 6/12, o Sepe convoca assembleia geral da rede municipal, às 10h, no salão nobre do Club Municipal (Rua Haddock Lobo, nº 359, Tijuca, Metrô Afonso Pena), para decidir os rumos do movimento.

  • Assembleia desta quarta (04) decide pela continuação da greve nas escolas municipais

    Centenas de profissionais das escolas municipais do Rio de Janeiro reunidos em assembleia na quadra da São Clemente, nesta quarta-feira, 04 de dezembro, decidiram pela continuidade da greve.

    A assembleia aprovou o seguinte calendário de lutas:

    Quinta feira, dia 5/12, durante a manhã, corrida às escolas para mobilizar a categoria; às 14h, vigília na Cinelândia para acompanhar a 2ª votação do PLC 186;

    Sexta-feira, dia 6/12: assembleia geral da rede municipal, às 10h, no salão nobre do Club Municipal (R. Haddock Lobo, 359 – Tijuca – metrô Afonso Pena),
    .

  • Ataque aos servidores municipais RJ: PLC 186 foi aprovado em 1ª votação – assembleia nesta quarta (04/12), 9h, na São Clemente

    A Câmara de Vereadores acaba de aprovar na noite desta terça-feira (03), em 1ª votação, o Projeto de Lei Complementar nº 186/2024, que ataca direitos dos profissionais, como a hora-aula, Licença Especial, férias etc. O PLC deverá ser votado em 2ª discussão, na quinta-feira (5), quando deverão ser debatidas dezenas de emendas.

    Nesta quarta-feira (04/12), às 9h, haverá nova assembleia da rede municipal Rio na quadra da São Clemente (Av. Presidente Vargas 3.102 – Metrô Cidade Nova). Vamos discutir e aprovar a luta contra a aprovação em definitivo do PLC.

    O PLC foi aprovado por 31 votos a 15 – veja nas fotos ao lado os votos dos vereadores, quem traiu a educação e os servidores com o voto Sim (verde).

    Votação ocorreu em uma Câmara cercada de policiais e guardas civis que reprimiram com bombas de efeito moral, gás de pimenta, tiros de bala de borracha e cassetetes os profissionais das escolas públicas cariocas que protestavam na Cinelândia, causando feridos. A categoria, em greve desde o dia 25/11, quis entrar nas galerias da Câmara e acompanhar a votação do PLC, mas o presidente da casa vetou.

    O cerco lembrou o triste dia 1º de outubro de 2013, em que a proposta de plano de carreira do prefeito Paes, na ocasião, em sua segunda gestão, foi aprovada também em meio a uma grande repressão da PM aos profissionais de educação.

    É lamentável que haja repressão da PM aos educadores. O Sepe não aceita essa situação, que visa diminuir a pressão sobre os vereadores por parte da educação, de resto, uma ação legítima de quem luta pelos seus direitos.

    Em audiência com o presidente da casa, no início da tarde, vereador Carlo Caiado, e diversos vereadores, a direção do sindicato entregou a decisão judicial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reconhecendo a ilegalidade da proposta de minutagem, como consta no PLC 186. O Sepe apontou, também, a necessidade de debates e audiências para discutir com mais profundidade o PLC.

    Foto do painel da Câmara com o resultado da votação que aprovou o PLC 186

    Com isso, o Sepe convoca a categoria a comparecer em massa à assembleia dessa quarta, dia 04, 9h, na São Clemente.

    Errata: essa notícia esteve visível em nosso site pouco antes do término das votações sobre o PLC 186 na sessão de terça-feira, 03/12. Pedimos desculpas pelo ocorrido.

  • PM joga bombas de efeito de moral e agride profissionais de educação

    Há pouco, a PM jogou bombas de efeito moral, deu tiros de bala de borracha e agrediu com cassetetes os profissionais de educação das escolas públicas cariocas que protestam na Cinelândia, em frente à Câmara de Vereadores. A categoria, em greve desde o dia 25/11, quer entrar nas galerias da Câmara e acompanhar a votação da ordem dia, em que consta o Projeto de Lei Complementar 186/2024, que ataca direitos dos profissionais, como a hora-aula, Licença Especial, férias etc.

    É lamentável que haja repressão da PM aos educadores. O Sepe não aceita essa situação, que visa diminuir a pressão sobre os vereadores por parte da educação, de resto, uma ação legítima de quem luta pelos seus direitos.

    Há relatos e filmagens de pessoas feridas. Lembramos que na audiência feita um pouco antes com a Presidência foi acordado que 50 pessoas serial liberadas pra entrar nas galerias. O que está sendo impedido, agora.

    Na audiência com o presidente da casa, vereador Carlo Caiado, e diversos vereadores, a direção do sindicato entregou a decisão judicial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reconhecendo a ilegalidade da proposta de minutagem, como consta no PLC 186. O Sepe apontou, também, a necessidade de debates e audiências para discutir com mais profundidade o PLC.

    Já o líder do governo, vereador Átila Nunes, informou que o PLC já tem mais de 20 emendas e que nesta terça-feira ocorrerá a primeira votação do texto, sem as emendas; a segunda votação vai ocorrer na quinta feira, com as emendas. O Sepe se colocou, terminantemente, contra essa tramitação.

    A categoria vai continuar com a vigília.

    Nesta quarta-feira (04/12), haverá assembleia na quadra da São Clemente, às 9h.

  • Assembleia decide pela continuação da greve na rede municipal RJ – passeata terça (03/12) da Candelária até a Cinelândia (11h)

    Reunidos nesta sexta-feira (29/11) em assembleia na quadra da São Clemente, Centro, convocada pelo Sepe, cerca de 2 mil profissionais de educação da rede municipal RJ decidiram pela continuidade da greve contra o projeto 186/2024 da prefeitura do Rio. Aprovação foi por unanimidade.

    Categoria decidiu que fará passeata na terça-feira (03/12) da Candelária até a Cinelândia, às 11h, onde acompanhará a votação do PLC 186, que está na ordem do dia da Câmara de Vereadores.

    Na quarta-feira, dia 04, será realizada nova assembleia, às 9h, na quadra da São Clemente (Av. Presidente Vargas 3.102 – Metrô Cidade Nova).

    Informamos, também, que o Sepe irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça contra a greve.

    Veja o que foi decidido pela assembleia e calendário:

    – Continuidade da greve;

    – Panfletagens sábado e domingo (30 e 01/12): Parque de Madureira; Parque do Realengo; Quinta da Boa Vista; Parque Oeste;

    – Segunda-feira (02/12): atos descentralizados e corridas às escolas;

    – Terça-feira (03/12): passeata da Candelária à Cinelândia, às 11h, e vigília na Câmara para acompanhar a votação do projeto de Paes;

    – Quarta-feira (04/12): assembleia na quadra da São Clemente (Av. Presidente Vargas 3.102 – Metrô Cidade Nova), às 9h.

    STJ reafirma ilegalidade do PLC 186/2024 de contabilizar a carga horária em minutos

    O Sepe tem uma decisão no STJ (Superior Tribunal de Justiça) já transitada em julgado que diz que prefeitura do Rio de Janeiro não pode pegar pequenos intervalos da jornada docente para contabilizar na reserva do 1/3 para atividades extraclasse, prevista na Lei do Piso do magistério. Esta semana, no julgamento de uma ação no Paraná (APP-sindicato) contra o governo do Estado sobre o mesmo tema, o STJ reafirmou sua posição, citando inclusive a decisão pró Sepe.

    Por isso, denunciamos que a tentativa de contabilizar a carga horária em minutos, como consta no PLC 186/2024, é uma tentativa de burlar a jurisprudência do SJT e a recomendação dos pareceres do CNE (Conselho Nacional de Educação) – portanto, o projeto da prefeitura é ilegal e imoral.

    O que o prefeito quer, ao fim das contas, é pegar a minutagem de pequenos intervalos na jornada docente para contabilizar como atividade extraclasse, burlando a decisão do STJ.

    O Sepe já oficiou a Câmara de Vereadores do Rio e também irá oficiar o Tribunal de Justiça informando sobre essa situação de ilegalidade contida no PLC 186.

  • Quem decide os rumos da greve é a categoria: todas e todos a assembleia desta sexta (29), 9h

    Fomos surpreendidos por notícias nos veículos de comunicação de uma suposta decisão judicial que determina o fim da legítima greve dos profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro.

    O SEPE-RJ tem por tradição respeitar os seus fóruns democráticos, e a assembleia geral da categoria é o espaço em que se decide os rumos da nossa luta. É em assembleia que decidimos entrar em greve, sua manutenção ou o seu fim.

    Repudiamos as diferentes táticas do governo e da justiça em criminalizar o movimento e proibir o direito de greve: desde descontos salariais, retirada de licenças sindicais, ameaça de punições e decretação da ilegalidade da greve. A justiça tem lado, e geralmente não é o das trabalhadoras.

    Convocamos a categoria a estar em peso na assembleia desta sexta-feira (29/11), às 9h, na quadra da São Clemente (Metrô Cidade Cidade) para discutir os rumos da nossa luta!