Tag: greve

  • Assembleia da rede municipal será nesta sexta (dia 29) na Quadra da São Clemente – vigília na Câmara nesta quinta

    Foto: Dhavid Fonseca

    O Sepe informa aos profissionais da rede de municipal do Rio de Janeiro, que a assembleia geral da categoria para discutir os rumos da greve será nesta sexta-feira (dia 29), na Quadra da Escola de Samba São Clemente (Av. Presidente Vargas 3.102 – Metrô Cidade Nova), às 9h.

    Nesta quinta-feira (dia 28/11), a categoria realiza vigília na Câmara Municipal (Cinelândia), a partir de 10h, quando será realizado ato na Cinelândia e visita aos gabinetes dos vereadores, para pressionar pelo arquivamento do PLC 186/2024.

    Na noite dessa terça (26), profissionais de educação ocuparam de forma pacífica o plenário e a galeria da Câmara de Vereadores do Rio e só saíram do local, pouco depois de 21h, após o compromisso da Presidência da casa de adiar a votação do PLC 186/2024 e voltar a discutir com os servidores.

    Em nota à imprensa, a Presidência da Câmara de Vereadores confirmou o acordo com o Sepe de tirar o PLC de pauta; segue trecho da nota: “Foi acordado que o projeto de lei complementar 186/2024 não será votado esta semana. Uma reunião será realizada com representantes dos servidores em data a ser definida”.

    ENTENDA O PACOTE DE MALDADES DE EDUARDO PAES

    Projeto de Lei Complementar 186/2024: prefeitura quer ampliar a quantidade de aulas de cada professor(a), em até 24 aulas a mais por mês, reduzindo o tempo de planejamento. Uma medida que vai provocar adoecimento e abandono da profissão e piorar a preparação das aulas, afetando a qualidade do ensino. O projeto também ataca o direito às férias, flexibilizando as férias de janeiro e o recesso de julho, tempo fundamental para o descanso dos educadores, junto de suas famílias.

    O PLC acaba com o direito à licença-prêmio, um tempo de descanso que cada servidor municipal pode requisitar, a cada cinco anos – uma compensação para o servidor público, que não tem direito ao FGTS, direito restrito ao trabalhador da iniciativa privada. Além de outros pontos, como não pagamento de adicionais, abertura para desvio de função e barreiras aos profissionais readaptados.

    Lei 8.666/2024 (antigo PL 2584/2023): além deste PLC, a Câmara aprovou, a pedido do prefeito, o Projeto de Lei 2584, há duas semanas, ampliando para até seis anos a duração dos contratos temporários, um duro ataque a todo o funcionalismo, que praticamente acaba com concursos, reduz a possibilidade de convocação dos aprovados, ameaça o Previ-Rio e favorece que estas vagas sejam usadas como moeda de troca entre grupos políticos. Inclusive o prefeito já sancionou o PL, que se transformou na Lei 8.666/2024.

    O sepe orienta que a categoria contate os vereadores e exija que eles arquivem o PLC. Nesta matéria, divulgamos os endereços no Instagram: https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/contate-os-vereadores-e-exija-que-eles-votem-contra-o-plc-186-2024/ 

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  • Votação do PLC 186 adiada para a semana que vem

    Os profissionais de educação que ocuparam de forma pacífica o plenário e a galeria da Câmara de Vereadores do Rio saíram do local, pouco depois de 21h, após o compromisso da Presidência da casa de adiar a votação do PLC 186/2024 e voltar a discutir com os servidores.

    Em nota à imprensa, a Presidência confirmou o acordo: “A Câmara de Vereadores informa que os manifestantes deixaram o plenário de forma pacífica na noite desta terça-feira (26/11), às 21h15. Foi acordado que o projeto de lei complementar 186/2024 não será votado esta semana. Uma reunião será realizada com representantes dos servidores em data a ser definida”.

    Nossa greve está mantida, com assembleia na sexta, às 9h, em local a ser confirmado.

    O Sepe orienta a categoria a ampliar a greve e conversar com os colegas, nas escolas, sobre a importância do movimento.

    Com isso, os profissionais de educação devem ficar atentos às nossas redes sociais sobre o calendário dessa quarta e quinta-feiras.

  • Sessão da Câmara de Vereadores foi adiada – profissionais de educação ocupam o plenário

    Nesse momento, dezenas de profissionais da educação da rede municipal RJ ocupam o plenário da Câmara de Vereadores. Do lado de fora, centenas de profissionais protestam contra o PLC 186, que retira direitos dos servidores.

    A categoria exige que o PLC seja retirado da Câmara.

    O Sepe não aceitará qualquer violência contra os profissionais por parte da polícia ou da segurança da Câmara.

    Mais informações em seguida.

    Veja reportagem do RJ TV 2

  • Profissionais das escolas municipais do Rio de Janeiro entram em greve contra projeto de lei de Paes

    Momento em que a assembleia da rede municipal RJ decide por greve contra o PLC 186/2024

    Cerca de dois mil profissionais das escolas municipais do Rio de Janeiro acabam de decidir em assembleia geral, realizada na quadra da Escola de Samba São Clemente, Centro do Rio, pela deflagração de uma greve por tempo indeterminado.

    A greve foi decisão unânime da plenária, que exige o arquivamento do PL 186/2024 (que amplia a quantidade de aulas para os professores e mexe em direitos como férias e licenças) e a revogação da Lei 8666/2024 (amplia para até 6 anos os contratos temporários na rede).

    Agora, terminada a assembleia, os profissionais estão se dirigindo para a porta da prefeitura para realizar um protesto contra Eduardo Paes e o secretário de educação, Renan Ferreirinha.

    Nesta terça-feira, dia 26 de novembro, o Sepe convocou todos os profissionais da educação municipal para participar de uma vigília nas escadarias da Câmara de Vereadores para barrar a votação do PL 186/24, prevista para ser realizada na tarde deste dia.

    A próxima assembleia da rede municipal será realizada na sexta-feira, dia 29, em local e horário a confirmar.

    25/11: Deflagração da greve e ato na prefeitura;

    26/11: Vigília na Câmara Municipal a partir de 9h;

    27/11: Ato nos bairros organizados pelas Regionais;

    28/11: Vigília na Câmara a partir de 9h;

    29/11: Assembleia às 9h em local a confirmar.

  • Rede municipal RJ: todos à assembleia de 25/11 – Eduardo Paes, retire da pauta de votação o PLC 186!

    Se o prefeito Eduardo Paes não retirar da pauta da Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar nº 186/2024, será greve na Educação! Profissionais de educação da rede municipal RJ, organizem sua escola, parem as atividades dia 25/11 e participem da assembleia nesse mesmo dia. às 9h, na quadra da São Clemente, na Avenida Pres. Vargas, 3102 (metrô Cidade Nova). Vamos decidir os rumos do nosso movimento. 

    Veja o que foi aprovado na assembleia de 12/11:

    Se o prefeito não retirar o PLC 186/2024 da Câmara Municipal, será greve;

    A categoria reivindica também que o prefeito não sancione (ou revogue, caso tenha sido sancionado) o PL 2548/2023, que permite a renovação dos contratos temporários por até 6 anos;

    Foi autorizado que a direção do Sepe poderá convocar uma paralisação antes do dia 25/11, caso o PLC seja pautado pelos vereadores – fiquem atentos às nossas redes sociais.

    Calendário aprovado:

    15/11: Ato contra a escala 6×1, Cinelândia, às 10h;

    16/11: Marcha dos Povos no G20 Social, na Praia de Copacabana, às 9h;

    19/11: Ato unificado das redes de educação estadual e municipal RJ durante o G20, no Largo do Machado, às 10h;

    14 a 22/11 – Visitas às escolas e realização de assembleias das regionais do Sepe;

    21 e 22/11: Corrida aos gabinetes dos vereadores para pressionar contra a aprovação do PLC 186;

    25/11: Greve da rede municipal, com assembleia geral, às 9h.

    Nos links a seguir, você pode baixar os projetos de lei.

    PL 2584/2023. 

    PLC 186/2024.

  • Rede municipal exige a retirada do PLC 186

    Momento da aprovação de greve a partir do dia 25/11

    Os profissionais de educação da rede municipal RJ exigem a retirada imediata do Projeto de Lei Complementar 186/2024, de autoria do prefeito Eduardo Paes, que ataca diversos direitos, tais como: modifica o formato da hora-aula, fazendo com que o professor trabalhe mais sem contrapartida salarial; acaba com a licença especial de todos os servidores; coloca em risco o formato atual das férias da educação, entre outros.

    A assembleia do dia 12 teve a presença de 2 mil professores e funcionários administrativos da rede municipal. Neste momento, a categoria segue em passeata até a sede da prefeitura, na Cidade Nova.

    Nova assembleia no dia 25/11.

    Daqui a pouco, às 14h, a categoria realiza ato massivo na Cinelândia, em frente à Câmara dos Vereadores, visando pressionar os parlamentares a não aprovar o PLC 186.

    Calendário aprovado:

    15/11: Ato contra a escala 6×1, Cinelândia, às 10h;

    16/11: Marcha dos Povos no G20 Social, na Praia de Copacabana, às 9h;

    19/11: Ato unificado das redes de educação estadual e municipal RJ durante o G20, no Largo do Machado, às 10h;

    21 e 22/11: Corrida aos gabinetes dos vereadores para pressionar contra a aprovação do PLC 186;

    25/11: Greve da rede municipal, com assembleia geral, às 9h, em local a ser confirmado.

    Veja os ataques do Projeto de Lei Complementar nº 186/2024:

    – Em seu artigo nº 12, o PLC altera a contagem das horas-aula dos professores da rede municipal do Rio de Janeiro, prejudicando gravemente a categoria. O prefeito quer modificar o cálculo atual, que considera 1 hora-aula como 50 minutos, para um sistema que contabiliza apenas minutos trabalhados. Isso fará com que os docentes aumentem de 26 para 32 tempos em sala de aula. Ao final do mês, cada professor de 40 horas terá ministrado 24 tempos a mais. Como resultado, o tempo destinado ao planejamento extraclasse e às correções cairá de 14 horas para apenas 8 horas por semana.

    – A pedido do prefeito (Mensagem nº 119 à Câmara), foi adicionada ao PLC 186/2024 uma emenda que acaba com a Licença Especial para todos os servidores municipais.

    – Em seu artigo 1º, &4º, o PLC propõe a “atualização das atividades do cargo ou emprego público ocupado pelo funcionário, por meio de regulamento” – essa denominação vaga e sem qualquer discussão anterior com o Sepe abre espaço para o desvio de função.

    – Já o texto que versa sobre estágio probatório causa dúvida se o profissional que estiver em readaptação, mas ainda atuando em estágio probatório poderá permanecer no cargo.

    – O Artigo nº 5, &2: quem é recém ingresso na categoria não poderá gozar férias em janeiro no 1º ano na matrícula;

    – O Art. 6º dá carta branca ao prefeito, em relação às férias dos profissionais de educação, pois propõe a criação de “normas específicas” para a regulamentação desse direito do servidor. Que normas seriam essas? Parcelar as férias entre janeiro e julho, por exemplo? Esse artigo vem causando enorme apreensão a todos os profissionais;

    – Prevê não pagar quem substitui cargos comissionados; só pagaria se ficar 30 dias na função;

    – Artigo 8º: cria novas barreiras e problemas para os readaptados: exige formação para ocupar cargo; cria protocolo de perícia médica contínua; pedido de prorrogação e necessidade de retorno a perícia; cláusula prevê quando pode haver redução de vencimento.

  • Moção de apoio aos servidores da área ambiental federal – não à criminalização do direito de greve

    Os trabalhadores e trabalhadoras da área ambiental federal estão em luta há oito meses pela reestruturação da carreira, melhores condições de trabalho e por mais concursos públicos.

    Esses trabalhadores/as são fundamentais para a preservação do meio-ambiente e combatem todo o tipo de crimes. Eles precisam ser valorizados, ainda mais em tempos de catástrofe climática como a que estamos passando.

    Em contraste com essa importância, a Advocacia Geral da União do governo Lula entrou na justiça pedindo a ilegalidade e abusividade da greve, exigindo multa de 50 mil reais. Infelizmente, a justiça acatou esse pedido e decretou multa de 200 mil reais aos grevistas.

    Repudiamos essa decisão contra a greve dos servidores da área ambiental federal. Greve é um direito constitucional! Não pode e não deve ser criminalizada. Apoiamos a luta desses trabalhadores e exigimos que se reveja a decisão judicial e que se atenda as pautas dos/as grevistas.

  • Animadores Culturais receberam os valores descontados na greve do Estado

    Os profissionais da Animação Cultural da rede estadual de Educação RJ receberam nesta quinta-feira, dia 9, a restituição dos valores descontados na greve de 2023.

    Os animadores foram o último segmento da categoria a receber o dinheiro a que têm direito, em uma situação absurda e injusta. Desde a suspensão da greve, ainda em 29 de junho, que os profissionais e o Sepe cobravam uma resolução do problema.

    A Animação Cultural continua na luta para a regularização de sua situação

  • Nota do Sepe sobre a audiência de conciliação – Dissídio de Greve – Rede Estadual

    Dado que temos ação judicial, com decisões até agora favoráveis, na qual o piso nacional é reconhecido como vencimento mínimo do primeiro nível da carreira e, por isso, com repercussão nos diferentes níveis, o Sepe optou por não tratar desse tema na audiência e aguardar o desfecho da sua ação coletiva.

     

    Após longo e duro diálogo, um possível acordo ficou nesses termos:

     

    1 – Reajuste geral: o Sepe se comprometeu a, no prazo de 30 dias, enviar à Seeduc uma proposta de recomposição das perdas e aumento real para a categoria; já o Estado se comprometeu em submeter o documento ao Conselho do Regime de Recuperação Fiscal (União), em até 60 dias, após o recebimento do documento.

     

    2 – Mínimo de dois tempos em cada disciplina: o Estado se comprometeu a garantir, para o próximo ano letivo (2024), o mínimo de dois tempos de aulas para todas as disciplinas obrigatórias em todos os anos de escolaridade.

     

    3 – Concurso Público: o Estado se comprometeu a convocar os professores efetivos e temporários, conforme Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público.

     

    4 – Multas e corte: o Estado renunciou aos valores referente às multas fixadas e o Sepe se comprometeu a enviar à Seeduc cronograma de reposição de aulas. A secretaria irá analisar e submeter o documento ao governador para que, celebrado o acordo, seja emitido decreto com vistas ao abono disciplinar e financeiro das faltas por greve e paralisações em 2023.

     

    5 – Migração: o Estado se comprometeu, no prazo de 100 dias, a encaminhar ao Conselho do Regime de Recuperação Fiscal uma proposta de migração com aumento da carga horária de 18h para 30h aula/semanais, após análise de impacto orçamentário.

     

    Por fim, destacamos que a Direção do Sepe registrou que a decisão sobre os termos do acordo e suspensão da greve cabe à categoria em assembleia, que está agendada para esta quinta-feira (29/06). Às 14h, na Quadra da São Clemente (Avenida Presidente Vargas, 1302 – ao lado do Metrô Cidade Nova).

     

    Direção do Sepe-RJ.

  • Quarta-feira (22/03): a educação vai parar em defesa do piso salarial e contra o NEM

    Nesta quarta-feira, 22 de março, a educação pública vai parar em todo o País. É o Dia Nacional em defesa do piso salarial para todas as carreiras da educação e pela revogação do Novo Ensino Médio (NEM).

    Aqui no Rio, a rede estadual, a municipal RJ e diversas redes do Interior e Grande Rio (entre elas: São Gonçalo, Duque de Caxias, Itaboraí, Valença e Seropédica) vão participar da mobilização e paralisar as atividades por 24 horas.

    Leia: Seeduc vai aplicar o código de greve.

    Programação do dia 22 de março:

    – 22/03: Greve de 24 horas;

    – Parte da manhã: as redes municipais farão atos locais em cada cidade;

    – 10h: a rede municipal do Rio de Janeiro fará “Protocolaço” (os profissionais vão protocolar as nossas principais reivindicações no Protocolo da sede da prefeitura) na prefeitura (Cidade Nova);

    – 11h: a rede municipal RJ fará ato na porta da prefeitura (Cidade Nova);

    – 14h: a rede estadual realiza assembleia no Largo do Machado.

    – Após a assembleia da rede estadual: todas as rede se concentrarão para o ato unificado no Largo do Machado, seguido de uma marcha até o Palácio Guanabara.

    Entenda o porquê da educação lutar pelo piso salarial nacional:

    A Lei do Piso Nacional atende apenas ao magistério público. Mas o Fundeb e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional apontam que o piso é para todos os profissionais que trabalham nas escolas. Mas os governadores e prefeitos descumprem essas referências.

    A rede estadual, a municipal RJ e diversas outras redes do Interior e Grande Rio vão parar no dia 22, entre elas: São Gonçalo, Duque de Caxias, Itaboraí, Valença e Seropédica.

    Aqui no Rio, o governo do estado paga o pior salário do Brasil para seus educadores: o professor de 18h recebe R$ 1.588 quando deveria, pelo piso, receber R$ 3.120; já o funcionário de nível elementar recebe um piso menor que o salário mínimo nacional: R$ 802.  

    Diversas redes municipais em nosso estado também pagam bem abaixo do piso. Na capital, por causa das más condições estruturais e do arrocho salarial, há uma enorme carência de profissionais na rede, com a superlotação de turmas.

    Assim, é fundamental, para a garantia de uma educação pública de qualidade, que o piso salarial nacional seja aplicado para todos os educadores: professores e funcionários administrativos.

    Leia o boletim do Sepe com a tabela dos salário convertidos para o Piso Salarial Nacional.

    PELA REVOGAÇÃO DO NEM

    Em 2023, uma luta importante é a revogação do Novo Ensino Médio. O NEM foi aprovado através da “Reforma do Ensino Médio”, uma medida autoritária que interrompeu, em 2016, o debate que estava sendo feito, junto ao Fórum Nacional da Educação, para se aplicar uma reforma verdadeiramente democrática na educação brasileira.

    O NEM é um ataque articulado do capital financeiro contra a educação pública, visando reduzir o investimento e privatizar enormes segmentos da educação, favorecendo grupos econômicos.

    O Novo Ensino Médio começou a ser implementado no estado do Rio em 2022, causando graves problemas a uma já combalida rede estadual. Com isso, as grades de horário de milhares de professores foram mudadas; com os professores obrigados a lecionar disciplinas estranhas ao seu conhecimento.

    Algumas disciplinas do ensino médio perderam tempos, para dar lugar a matérias que não condizem com o espectro de conhecimento da maioria dos professores ou de relevância social.

    O NEM não oferece aos jovens a possibilidade de ter acesso às diferentes áreas de conhecimentos, para que eles possam escolher o que desejam desenvolver em sua vida profissional.

    Não vamos aceitar a precarização do trabalho docente e a exclusão no processo de formação dos estudantes que o NEM vai proporcionar.