Secretaria de Saúde do Sepe realizou a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?”. O Debate foi realizado no dia 21 de março, no auditório do sindicato. A palestra foi comandada pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.
Autor: admin
-
Secretaria de Saúde do Sepe realizou palestra sobre saúde do trabalhador no dia 21/3
-
Aposentados do Sepe tiveram reunião com nova direção do Rioprevidência no dia 17/3
A direção do Coletivo de Aposentados do Sepe teve uma reunião com a nova direção do Rioprevidência, no dia 17 de março. No encontro, realizado na sede do órgão, estiveram presentes, além da direção da Secretaria de Aposentados e da coordenação geral do sindicato, o presidente interino, Nicholas Cardoso, a diretora de seguridade, Louise Mayer, e a gerente de aposentadorias e certidões, Flávia Sá.Inicialmente, foi destacada na reunião a preocupação do coletivo para que não se repitam situações ocorridas no passado, quando aposentados ficaram sem receber seus pagamentos, o que gerou graves consequências, como quadros de depressão, adoecimento e, em casos extremos, suicídios.
Diante desse histórico, reforçou-se a importância de manter um diálogo permanente com o sindicato, visando garantir transparência, esclarecimento e resolução antecipada de problemas.
Em relação aos descontos indevidos nos contracheques, o presidente interino solicitou que sejam encaminhados, por e-mail, os contracheques com inconsistências, acompanhados das respectivas matrículas, para análise e melhor compreensão das ocorrências.
Quanto à dificuldade de acesso ao portal de atendimentos, a gerente de aposentadorias e certidões informou que será disponibilizado um passo a passo de orientação, especialmente voltado aos aposentados que encontram mais dificuldade na utilização do sistema.
No que diz respeito à saúde financeira do fundo previdenciário, a equipe da Rioprevidência afirmou que, no momento, não há motivo para preocupação, destacando que, se necessário, o Tesouro Estadual realizará aportes para garantir o pagamento dos benefícios.
Sobre a manutenção do diálogo com o sindicato, o presidente interino reforçou que a instituição permanecerá aberta ao diálogo, colocando-se à disposição para prestar esclarecimentos sempre que necessário.
-
Leia e compartilhe o Boletim do Sepe para a rede estadual, com a cobertura do ato do dia 18/3
O Sepe produziu nova edição de seu boletim, voltado aos profissionais da rede estadual. A edição 74 traz a cobertura do ato no dia 18/3 no Palácio Guanabara, em conjunto com o funcionalismo, e os próximos passos da luta da categoria, como a paralisação do dia 09/4. Leia e compartilhe nos grupos da escola.Boletim do Sepe – Rede Estadual – versão redes
Boletim do Sepe – Rede Estadual – Versão reprodução (A3) -
Veja novo modelo de protocolo para requerer equiparação das AEIs ao cargo do magistério
O Sepe publica nesta postagem um novo modelo de requerimento para que profissionais da rede municipal RJ possam imprimir, preencher e protocolar na prefeitura, requerendo a equiparação dos Agentes de Educação Infantil ao cargo do magistério e direito ao piso nacional do magistério:
– modelo de requerimento, solicitando a equiparação dos Agentes de Educação Infantil ao cargo do magistério e direito ao piso nacional do magistério:
https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SEPE-RJ-REDE-MUNICIPAL-RJ-AEI-LEI-15326-2026-REQ-INDIVIDUAL-v-final.pdfAcessando o PDF acima, vc pode imprimir e levar para dar entrada no Setor de Protocolo da prefeitura, no Centro Administrativo São Sebastião, térreo e anexar ao modelo de protocolo padrão que lhe será entregue para preencher no órgão.
-
Rede estadual parou nesta quarta (18/3) para participar do protesto conjunto dos servidores estaduais no Palácio Guanabara
Os profissionais da rede estadual participaram da passeata e do ato de protesto conjunto do funcionalismo estadual hoje (18), no Palácio Guanabara, para cobrar do governador Cláudio Castro o pagamento do restante da recomposição salarial, referente aos anos de 2023 e 2024. Hoje a rede estadual e outras as categorias do serviço público estadual fizeram uma paralisação de 24 horas para participar da passeata até o Palácio Guanabara. Desde o início da manhã, os servidores iniciaram a concentração, no Largo do Machado, onde os representantes das entidades representativas do funcionalismo denunciaram para a população as mazelas do governo Cláudio Castro para com o serviço público do estado, há três anos sem reajuste e com perdas salariais que ultrapassam os 50%.Chegando ao Palácio, os servidores deram prosseguimento à manifestação e cobraram do governador o pagamento imediato da recomposição salarial e um reajuste capaz de cobrir as demais perdas provocadas pelos sucessivos arrochos e congelamentos dos salários no serviço público estadual. Os servidores lembraram das acusações de desvio de verbas e dos escandalosos investimentos do Rioprevidência no liquidado banco Master, que torraram cerca de RE$ 1 bilhão dos cofres da autarquia responsável pelos pagamentos dos salários de mais de 245 mil aposentados e pensionistas do estado.
Também no Palácio, os manifestantes fecharam as duas pistas da Rua Pinheiro Machado e interromperam o trânsito nos sentidos Zona Sul e Norte.

-
Nota da CNTE contra o PL 1.007/2025 que ataca o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), à qual o Sepe é filiado, fez nota pública contra o Projeto de Lei nº 1.007/2025, da deputada federal bolsonarista Clarissa Tércio (PP/PE), em tramitação no Congresso e que propõe, na prática, excluir o ensino de história afro-brasileira e indígena do currículo de escolas públicas e privadas do país, alterando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que estrutura o ensino brasileiro.
Logo em seu artigo 1º, o Projeto de Lei quer tornar “voluntário”, nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, “a participação no estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena”.
Além disso, em uma demonstração de todo o preconceito dela, a deputada trata o estudo da história dos povos originários e pretos como “crença”.
A seguir, leia a nota:
NOTA PÚBLICA DA CNTE
Os educadores brasileiros repudiam mais uma tentativa de impor censura à escola e ao educador por um projeto de lei medieval e draconiano
Os/as educadores/as brasileiros/as manifestam o seu mais veemente repúdio ao Projeto de Lei nº 1.007/2025, de autoria da Deputada Clarissa Tércio (PP/PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. A referida proposta legislativa representa um dos mais graves ataques à educação pública nas últimas décadas. Para não ficarmos presos ao fato de sua proponente já ter se envolvido em polêmicas e controvérsias, como a de tentar impedir um aborto legal em uma garota de 10 anos, vítima de um brutal estupro em Recife, ou de ser da turma que defendeu a cloroquina para tratamento nos tempos da pandemia da COVID-19 no Brasil, ou mesmo de ter sido transfóbica e, por isso, até condenada pela Justiça, vamos aos fatos e argumentos que interessam.
O PL 1.007/2025 atenta diretamente contra as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tornaram obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. Essas leis não são meras opções curriculares, mas instrumentos de reparação histórica e de combate ao racismo estrutural. Tentar flexibilizar ou desidratar esses conteúdos é uma negação da própria identidade que constitui a base da formação brasileira.
A proposta do PL, ao falar em “participação voluntária” em projetos ou temas curriculares, desvirtua o papel da escola pública. A escola não é um espaço de extensão domiciliar, mas sim um lugar de construção de conhecimento científico, histórico e, sobretudo, plural. Ao permitir que o currículo seja fragmentado por escolhas individuais, o projeto anula a função da escola como espaço de formação cidadã e de acesso ao saber universal.
O currículo escolar não pode, sob hipótese alguma, ser submetido a escolhas baseadas em convicções pessoais, religiosas ou ideológicas de indivíduos ou das famílias. A educação brasileira é regida por Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e por uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que visam garantir uma formação integral, crítica e plural. O direito do estudante de aprender sobre a complexidade do mundo prevalece sobre o desejo de responsáveis de isolá-los do pensamento divergente.
O teor deste projeto abre precedentes perigosos para a censura pedagógica. Ao intimidar o corpo docente e permitir a exclusão de temas fundamentais, o PL promove o negacionismo e a invisibilização de lutas sociais e fatos históricos. Uma educação que nega a história é uma educação que compromete o futuro da democracia. Exigimos que a Câmara dos Deputados priorize o direito constitucional de crianças e jovens a uma educação que promova a tolerância, o respeito à diversidade e o rigor científico. O PL 1.007/2025 é inconstitucional em sua essência e prejudicial em sua aplicação.
Educação não é privilégio de escolha, é direito de cidadania!
Brasília, 17 de março de 2026
Direção Executiva da CNTE
-
Cuba precisa de nossa ajuda: assembleias do estado e do município RJ aprovam campanha de solidariedade à Cuba
Um comboio de ajuda humanitária, em direção à Cuba, chegará a Havana por terra, ar e mar no dia 21 de março levando alimentos, medicamentos, suprimentos médicos e produtos essenciais para o povo cubano, com o objetivo de auxiliar a população local que sofre com um novo bloqueio por parte dos Estados Unidos.As assembleias gerais das redes estadual e municipal RJ aprovaram uma campanha de solidariedade à Cuba, que passa por uma série de problemas econômicos e sociais decorrentes do bloqueio do petróleo venezuelano após os ataques americanos que redundaram no sequestro do presidente Nicolás Maduro em janeiro deste ano.
Desde 1960 o imperialismo norte-americano tenta sufocar Cuba com sanções econômicas. O novo bloqueio imposto por Trump, impedindo que o petróleo da Venezuela chegue ao país, é uma forma dos EUA asfixiarem o país e forçar uma mudança no sistema político local que esteja a serviço da recolonização.
Cuba não será Gaza
A Caravana para Cuba, nasce da mobilização de movimentos sociais e sindicais, organizações de direitos humanos, coletivos e partidos políticos e visa também chamar atenção do mundo sobre a gravidade da drástica situação social e econômica vivida pela ilha, com falta de combustível, comida, remédios, sistema de coletas de lixo e com apagões que tem prejudicado até mesmo o sistema de saúde e educação públicas.
Cuba já fez muito pela classe trabalhadora mundial. Agora chegou nossa vez de ajudar a população cubana!
Vamos fazer uma campanha financeira para poder enviar remédios e outros produtos para Cuba, em parceria com o Centro Ernesto Guevara.
Os dados para a contribuição estão no card. Basta acessar o QRcode.
Contribua com qualquer quantia.
Conta para doação:
Associação Ação Coletiva
CNPJ: 51.082.146/0001-64 (pix)
-
Sepe convida para palestra “O que é saúde do trabalhador?” no dia 21/3
O Sepe convida a categoria para a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?” que será realizada no próximo sábado (21), a partir das 13h, no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55 – 7 andar). O encontro será comandado pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Mordente Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.
-
Sepe está realizando plenária dos Animadores Culturais nesta terça-feira (dia 17/3)
Os animadores culturais da rede estadual estão realizando uma plenária na sala Paulo Romão, no Sepe, nesta terça-feira (17). Na reunião, a categoria está discutindo as estratégias de luta e de mobilização para conseguirem que o governo do estado e a SEEDUC apresentem um projeto para a sua regularização funcional nos quadros da Educação estadual.Há mais de 30 anos, os animadores lutam pela regularização da sua função e a consequente garantia para este segmento da categoria de todos os direitos assegurados aos servidores estatutários do governo do Estado. Atualmente, a categoria se encontra sob ameaça de demissão, depois que a Justiça determinou a extinção da função, decisão que foi reformulada depois, mas que não garantiu a regularização destes profissionais.
