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  • Três meninas baleadas quando saíam de escola municipal em confronto na Zona Oeste

    O noticiário hoje (04) está dando destaque a um confronto na manha desta quarta-feira em Inhoaíba, Zona Oeste, que deixou duas estudantes de 10 anos e uma adolescente de 14 feridas durante o trajeto que faziam na volta da escola. De acordo com o Bom Dia Rio da TV Globo desta manhã, a SME confirmou o fato e explicou que um tiroteio entre grupos não identificados foi iniciado próximo à escolas municipais que funcionam no entorno bem no horário da saída dos alunos. Dois homens foram encontrados mortos numa rua próxima das unidades escolares onde as crianças foram baleadas.

    As meninas foram atingidas na Rua Horizontina e levadas para o Hospital Municipal Rocha Faria (Campo Grande) onde passaram por cirurgia. Uma delas está em estado grave. Segundo a polícia militar, o confronto teria ocorrido entre traficantes da Favela do Barbante, localizada na mesma região.

    O Sepe se solidariza com as vítimas e suas família e mantém a posição do sindicato de reivindicar das autoridades de segurança e das secretarias de educação a garantia à vida de profissionais de educação e estudantes que trabalham e estudam em áreas sujeitas a confrontos, sejam eles gerados por operações policiais ou por brigas de quadrilhas de traficantes. Hoje mesmo as comunidades da Maré e suas escolas amanheceram com uma operação policial que gerou confrontos entre policiais do Bope e do Choque e traficantes, colocando em risco as várias comunidades escolares que funcionam no local, além de unidades básicas de saúde.

     

     

  • Escola municipal em Bangu protestou contra a reforma superficial de salas visando transformação em GET

    Professores da escola municipal Milton Campos, na 8ª CRE (Bangu, Zona Oeste), área de atuação da Regional 8 do Sepe, realizaram um protesto durante a inauguração do Ginásio Educacional Tecnológico (GET), comparecendo vestidos de preto e com camisetas da campanha salarial do Sepe.

    O protesto denunciou as reformas superficiais em escolas de turno único, do 6º ao 9º ano, naquela CRE, com implantação de salas multimídia e pintura predial, vista como ação de cunho eleitoral, utilizando recursos da Educação pública.

    Na escola mencionada, autoridades e membros da equipe administrativa da 8ª CRE participaram da cerimônia, enquanto professores da unidade, inclusive com décadas de atuação, não foram convidados e chegaram a ser impedidos de acessar o local. A situação gerou grande revolta entre os profissionais. Somente após a saída das autoridades, os professores puderam acessar o espaço.

    O protesto contou ainda com carro de som circulando por bairros da região da Grande Bangu, ampliando a mobilização e a insatisfação dos profissionais da educação com o prefeito Paes e seu secretário de Educação Ferreirinha.

     

    Consideradas superficiais, as reformas não resolvem os problemas estruturais importantes das escolas, como a necessidade de reescalonamento da rede elétrica, quadras danificadas, portas e vidros quebrados e laboratórios de ciências fechados ou abandonados. Em algumas unidades, os novos laboratórios de informática estão sem professor respons

  • CE São Bento, em Gramacho, protestou hoje (03/3) contra roubos e vandalizações constantes na unidade

    O Bom Dia Rio de hoje (03) apresentou reportagem, mostrando os alunos do Colégio Estadual São Bento, no bairro de Gramacho, Duque de Caxias, juntamente com responsáveis realizando um protesto na manhã desta terça-feira (03) para denunciar os constantes roubos e invasões na unidade escolar. A escola já foi vandalizada ou roubada sete vezes, com os ladrões levando cabos elétricos, aparelhos de ar condicionado, material hidráulico e, até mesmo, o motor de uma geladeira da cozinha da unidade.

    Apesar das queixas dos membros da comunidade escolar a falta de policiamento no local continua e a SEEDUC até hoje não foi capaz de apresentar uma solução para resolver o problema.

    Por causa da ameaça de violência e dos roubos, muitos dos alunos assistem as aulas de forma remota e, algumas turmas não tiveram o ano letivo iniciado até hoje.

    Vaja a matéria pelo link do globoplay abaixo (matéria começa a partir do trecho  de 1h:40m do programa)

    https://globoplay.globo.com/v/14395300/?s=01h38m37s

  • TV Globo denunciou hoje (03/3) falta de luz no Ciep Ayrton Senna, na Rocinha

    Regional 1 do Sepe fez protesto, no dia 26/2, contra a falta de condições de funcionamento do Ayrton Senna por causa dos problemas das instalações elétricas.

    O telejornal Bom Dia Rio (TV Globo) de hoje (03) repercutiu uma denúncia do Sepe sobre os problemas nas instalações elétricas do Ciep Ayrton Senna, na Rocinha. A falta de luz, desde o início do ano letivo, está fazendo com que a escola, por determinação da SEEDUC, esteja funcionando com aulas no pátio e em horário reduzido. O jornal fez imagens das aulas acontecendo no pátio em forma de rodízio de turmas.

    No dia 26 de fevereiro, a Regional 1 do Sepe chegou a realizar uma manifestação na porta da escola para exigir do governo do estado uma solução para os problemas da unidade, a única escola de ensino médio que atende os moradores da Rocinha e de várias comunidades do entorno. Na véspera do protesto, a fiação de uma das salas de aula entrou em curto e chegou a causar um pequeno incêndio. A falta de obras de reparo expõe alunos e professores ao risco de um incêndio de grandes proporções com perigo de vida para todos que frequentam o espaço. 

    Na audiência com a direção do sindicato, realizada no dia 27 de fevereiro, a nova secretária Estadual de Educação, Luciana Vilaça, se comprometeu dar uma solução para o problema do Ciep Ayrton Senna.

    Veja matéria do Bom Dia Rio da TV Globo pelo link abaixo (a partir do trecho 2h07m):
    https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bom-dia-rio/

     
     
     
     
     
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  • Nota do Sepe sobre morte de alunas em escola primária no Irã

    A nova rodada de ataques contra a República Islâmica do Irã, iniciada no último sábado (28/2), com ataques simultâneos das forças aéreas dos Estados Unidos e Israel contra alvos espalhados pelo país, já tem um saldo trágico e inaceitável como resultado parcial: segundo o Ministério da Educação iraniano, pelo menos 153 alunas foram mortas num bombardeio realizado a uma escola em Minab, na província de Hormozgan, no Sul do país. Além das mortes até o momento, pelo menos 95 meninas ficaram feridas no ataque, segundo as autoridades iranianas, que responsabilizam os americanos e israelenses pelo ataque.

    Já no domingo, 1º de março, A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) condenou firmemente o bombardeio à escola, em meio à escalada dos conflitos por todo o Oriente Médio. A violência dos bombardeios, que estão atingindo diversos centros urbanos iranianos sob a desculpa de destruição de instalações militares e morte das lideranças políticas e militares do país, é uma séria ameaça contra a população civil dada a potência explosiva dos mísseis e bombas utilizadas pelas forças armadas agressoras – centenas de pessoas já morreram em poucos dias de ataques.

    Em sua manifestação, a UNESCO cita explicitamente o Conselho de Segurança das Nações Unidas e a Resolução 2601 (2021), que condena ataques a escolas em situações de conflito armado e reforça a obrigação das partes envolvidas de proteger ambientes educacionais. Não se pode admitir que as crianças não possam ter direito ao acesso à escola e à educação e as partes conflitantes deveriam ser as primeiras a zelar pela segurança dos estudantes e dos profissionais de educação.

    O Sepe se solidariza com o povo iraniano e as famílias das meninas vitimadas neste bombardeio insano, que escapa a qualquer juízo de razão. Sob qualquer aspecto a morte destas crianças é imoral e inaceitável. Elas foram em busca da educação, do conhecimento, um direito humano universal e se depararam, dentro da escola, com uma bomba guiada, dotada de todos os requintes da moderna tecnologia da morte que o complexo industrial militar coloca nas mãos de tiranos, que ceifou suas vidas e as dos profissionais que ali trabalhavam.

    Por mais que a mídia queira nos enganar com termos como “ataques cirúrgicos” contra alvos militares ou com videogames mostrando a trajetória das bombas e mísseis contra os alvos, como num filme de qualquer streaming, ninguém é idiota o suficiente para não entender que não existe qualquer possibilidade de “cirurgia localizada” contida numa ogiva de bomba ou míssil que carrega até uma tonelada de explosivos.

    O resultado está aí para quem tiver olhos para ver: centenas de iranianos entre eles, uma centena e meia de meninas já perderam a vida estupidamente em dois dias em meio à tecnologia do massacre imposta por uma superpotência e seu parceiro de primeira hora contra civis indefesos e que não dispõem de bunkers para se abrigar dos invisíveis bombardeiros semeadores da morte.

    Não podemos aceitar que a tradição do multilateralismo e da priorização da negociação diplomática, marca dos organismos criados depois de 1945, após a 2ª Guerra Mundial, passe a ser escanteada e substituída pela guerra total para a obtenção de objetivos políticos, estratégicos ou econômicos – organismos criados exatamente para evitar que guerras se sobreponham à diplomacia. Este tipo de atitude tem sido o carro chefe da política externa do governo Trump, seja invadindo um país para sequestrar seu presidente, seja bombardeando cidades para matar seus líderes civis ou religiosos. 

    A vida humana vale muito mais que isso.

    Com isso, o Sepe se solidariza com os familiares das estudantes mortas no Irã.

  • Nota de solidariedade do Sepe às vítimas das enchentes em Minas Gerais

    O Sepe vem a público expressar a solidariedade dos profissionais de educação das escolas públicas do Rio de Janeiro para com as vítimas das recentes chuvas, que atingiram as cidades da chamada Região da Mata em Minas Gerais no final de fevereiro e mataram 66 pessoas.

    O balanço trágico de fatalidades e o grande número de moradores que ficaram desabrigados em cidades como Juiz de Fora, Ubá, Matias Barbosa e Cataguases é uma prova cabal da necessidade urgente dos governos das três esferas de poder (federal, estaduais e municipais) criarem mecanismos para enfrentar as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global: em algumas destas cidades, a quantidade de chuva que caiu em poucas horas, mais de 180 mm, superou a média para o mês inteiro de fevereiro, o que mostra um padrão de aumento do número de eventos deste tipo não só em Minas Gerais, como em outras regiões do país e do mundo, o que torna necessário que os governos montem estratégias visando a prevenção de danos e salvação da vida das pessoas.

    O sindicato se coloca ao lado das famílias das vítimas das enchentes e repudia a falta de medidas concretas para evitar que, todos os anos, catástrofes como essa ocorram em todo o país. O caso de Minas é um exemplo para provar o descaso do poder público: na semana passada, a imprensa revelou que o governador Romeu Zema (Novo) gastou somente 4% das verbas destinadas ao combate e à prevenção de enchentes no estado no ano passado. Tal atitude demonstra, além do negacionismo que marca o pensamento destes políticos de extrema direita e conservadores em geral, a falta de escuta para com os alertas dos cientistas sobre as mudanças no clima em nível mundial e o perigo representado pelo fenômeno. Um total descaso no trato da população que vive em áreas de risco, exposta em curtíssimo espaço de tempo a perder a vida ou o patrimônio amealhado ao longo de toda uma existência de trabalho duro. 

  • Representação do Sepe no conselho de controle do FUNDEB divulgou relatório sobre o exercício 2025

    A representação do Sepe no Conselho de Controle e Acompanhamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Cacs/Fundeb) do Estado do Rio de Janeiro divulgou um relatório para a categoria dos profissionais de educação sobre o exercício do ano de 2025.

    No documento, há um informe sobre a prestação de contas do governo e as ressalvas colocadas pelos conselheiros, como o não pagamento do Piso Nacional do Magistério e do piso dos funcionários administrativos. Eles também informam as dificuldades em se obter informações importantes, como os valores de contratos com as terceirizadas, por exemplo.

    Os representantes efetivos indicados pelo Sepe são: Maria Beatriz Lugão (Sepe) e Diogo Oliveira (CNTE); e os suplentes: Samuel Maia e José Ricardo.

    A seguir, publicamos o relatório:

    Fomos eleitos em 18 de fevereiro de 2025, com a responsabilidade de acompanhar e fiscalizar as contas do FUNDEB nos próximos quatro anos. Vale relembrar que o conselho do FUNDEB não é deliberativo.

    Solicitamos o acompanhamento jurídico e contábil do Sepe. O dr. Ítalo Aguiar, do Departamento Jurídico do sindicato, nos ajudou na formulação das ressalvas sobre o não pagamento do Piso Nacional do Magistério e do Piso dos Funcionários. A subseção do DIEESE, por meio da técnica Carolina Gagliano, acompanhou todas as reuniões, analisando os documentos contábeis enviados a ela. A Subseção do DIEESE já está estabelecida como assessoria geral do Cacs/Fundeb, pela sua participação constante e contribuições para a transparência do processo.

    Tivemos 10 reuniões em 2025, tendo como pauta a avaliação das contas de cada bimestre. Nas reuniões, trouxemos convidados como o professor Flávio, da UFRJ, e o deputado Flávio Serafini.

    Quanto à parte contábil do Fundeb, esta está dentro dos parâmetros estabelecidos pelas normas do Fundo. No entanto, aprovamos as contas com as ressalvas pertinentes, a saber:

    A) Não pagamento do Piso Nacional do Magistério, com o entendimento de que o abono realizado pelo governo do estado não cumpre a lei, achatando a carreira e prejudicando os aposentados. O objetivo da criação do Fundeb é justamente a valorização do profissional da educação; portanto, no nosso entendimento, o governo não cumpre esse objetivo.
    B) Não pagamento do salário mínimo aos funcionários administrativos: a política de somar todas as vantagens para chegar ao salário mínimo não garante sequer a isonomia com os outros trabalhadores (terceirizados) que exercem a mesma atividade nas escolas.
    C) Não pagamento do salário mínimo aos animadores culturais, nem o recolhimento correto das contribuições ao INSS.

    Aprovamos as seguintes indicações para a SEEDUC:

    D) Em caso de sobra, o pagamento dos pisos ou a divisão dos recursos com toda a categoria, sem critérios de produtividade ou meritocracia.
    E) Acerto da situação dos animadores culturais, com pagamento de pelo menos o salário mínimo como piso e acerto das dívidas com o INSS.
    F) Acerto do salário mínimo como piso para os funcionários administrativos.

    Importante ressaltar que conseguimos unanimidade em todas as ressalvas e indicações para a SEEDUC.

    Dificuldades:

    • . Não conseguimos informações precisas quanto aos valores de contratos com as terceirizadas, ao quantitativo de contratados por escola e função, aos valores de obras (a SEEDUC afirma que não há obras em escolas com dinheiro do FUNDEB) e ao valor preciso da folha de pagamento (os valores são agrupados).

    . Um ofício no qual pedimos essas informações virou um processo de mais de 900 folhas. Anunciamos que iríamos oficiar o Ministério Público (MP) quanto à falta de transparência nas informações. Conseguimos agendar audiência para o dia 25 de fevereiro com a SEEDUC, para tratar das informações requeridas por nós. Mas a audiência foi suspensa por conta da saída da secretária Roberta Barreto.

    . Em relação a uma anunciada sobra do FUNDEB:

    . Há um saldo de R$ 119 milhões do exercício de 2025; no entanto, deste valor serão abatidas despesas da folha também de 2025. Dos R$ 119 milhões serão abatidos em torno de R$ 85 milhões (R$ 31 milhões de obrigações patronais + R$ 54 milhões de descontos), restando R$ 33 milhões, que compõem a sobra real de 2025.

    Na semana que vem, poderemos disponibilizar o relatório técnico oficial do FUNDEB.

     

  • Em audiência com o Sepe, nova secretária estadual de Educação, Luciana Calaça, se compromete a revogar o diário eletrônico

    Sepe se reuniu com a nova secretária estadual de Educação do Rio de Janeiro, Luciana Calaça (4ª à esquerda), no dia 21/02

    O Sepe se reuniu em audiência, nesta sexta-feira (27/02), com a nova secretária de Estado de Educação do Rio de Janeiro, Luciana Calaça. Na reunião – em uma grande vitória de nossa luta! -, a secretária informou que irá revogar a resolução que criou o Diário Eletrônico da rede, que vem sendo bastante criticado pela categoria. Ela afirmou que a revogação será publicada na próxima semana.

    Luciana se comprometeu, também, a discutir com a Fazenda a pauta econômica reivindicada pelo Sepe, incluindo a implementação do Piso Nacional do Magistério e o pagamento das parcelas de reajuste salarial acertadas com a ALERJ.

    No dia 04/03, está agendada nova reunião, para o aprofundamento da discussão das pautas pedagógicas, como recesso, currículo, aprovação automática e estrutura das escolas. A secretária se comprometeu a atender o Sepe sempre que for solicitada.

    A seguir, o resumo das principais questões levantadas na reunião:

    Pauta econômica: a secretária terá uma reunião com a Fazenda na próxima semana e vai convocar o Sepe para a discussão sobre as perdas salariais e o debate do piso. A data ainda será confirmada o mais breve possível.

    CIEP Ayrton Senna e Colégio Estadual José Leite Lopes (NAVE): as duas unidades estão com graves problemas estruturais elétricos e de climatização. A secretária disse que está ciente da situação e irá intervir para solucionar os problemas – inclusive comunicou que a inspeção às duas unidades pela SEEDUC já ocorrerá na próxima semana.

    Diário Eletrônico: a Seeduc vai emitir uma resolução, na próxima semana, revogando o sistema do Diário Eletrônico. Assim que ele foi criado na gestão anterior de Roberta Barreto, no dia 11/02, o sindicato disponibilizou um formulário eletrônico para a categoria informar a experiência com o uso do Diário Eletrônico nas escolas. O formulário foi preenchido por mais de 200 professores(as) e, entre outras respostas, 85% disseram ter dificuldades para acessar a ferramenta devido à indisponibilidade do sistema – leia o relatório com os dados do formulário.

    Corregedoria: já está sendo reestruturada, de acordo com a secretária. As situações de perseguição política e demissões, como a do professor e ex-diretor do Sepe João Paulo Cabrera, serão reavaliadas.

    Animação cultural: a questão será estudada, e a Secretaria se dispôs a ajudar na resolução do problema que perdura desde os anos 90, quando essa categoria ainda não foi regularizada nos quadros da SEEDUC.

  • Informe sobre a incorporação da gratificação do RET na rede estadual

    O Departamento Jurídico do Sepe informa aos profissionais da rede estadual que se aposentaram nos últimos 5 anos e trabalharam em Regime Especial de Trabalho (RET) nos anos de 1994, 1995, 1996, 1997 e/ou 1998, que eles podem ter direito à incorporação da gratificação para quem atuou neste regime de carga horária nas suas aposentadorias.

    O que o(a) profissional de educação deve fazer?

    Siga o passo a passo listado a seguir:

    1° passo: Verifique se seus contracheques de 1994 a 1998 possuem a rubrica RET ou Encargos RET. Se constar este tipo de lançamento nos contracheques, vá para o segundo passo.

    2° Passo: Providencie os documentos abaixo:

    – Comprovante de filiação ao SEPE/RJ;

    – Identidade e CPF;

    – Comprovante de residência;

    – Diário Oficial da publicação da aposentadoria;

    – Contracheques de 1994 a 1998;

    – Três últimos contracheques para análise do pedido de gratuidade de justiça;

    Se o profissional for portador de doença grave, deverá trazer um laudo médico correspondente recente.

    3° Passo: Após providenciar a documentação entre em contato com o Departamento Jurídico do Sepe, no fone: (21) 2195-0457/2195-0458, e agende seu atendimento, de forma virtual, com a dra. Juliana que irá atender durante todo o mês de março, às quintas-feiras, das 10h às 17h.

     

    SAIBA MAIS

    Jurídico do sindicato responde à dúvidas sobre direito à solicitação da incorporação do RET

     

     
     
     
     
     
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  • Regional 1 convida para Ciclo de Debates “Mulheres Educadoras, Cuidado e Democracia”

    A Regional 1 do Sepe realiza, a partir do dia 02 de março, o Ciclo de Debates: “Mulheres Educadoras, Cuidado e Democracia, um espaço de diálogo político, escuta qualificada e formulação coletiva sobre os desafios e perspectivas das mulheres na educação e na reconstrução democrática do país”. O Ciclo de Debates reafirma o compromisso da Regional 1 com a construção de uma agenda política consistente, articulada e comprometida com a defesa da educação pública e dos direitos das mulheres.

    O evento reunirá mulheres educadoras, dirigentes sindicais e lideranças partidárias a partir de  uma perspectiva de diálogo institucional, plural e propositivo, contribuindo para o acúmulo político e organizativo rumo ao 8 de Março.

    Objetivo do ciclo

    O ciclo tem como objetivo construir reflexões e propostas sobre os desafios do nosso tempo, articulando educação, cuidado, democracia, direitos das mulheres e enfrentamento às violências, a partir da realidade das trabalhadoras da educação e dos territórios.

    A proposta é fortalecer a atuação das mulheres nos espaços institucionais, sindicais e sociais, promovendo a construção de pontes e de uma agenda comum, respeitando as diferenças políticas e ampliando a capacidade de formulação coletiva.

    Os encontros ocorrerão de forma online, pela plataforma Zoom.

    Ao final do ciclo, serão emitidos certificados com carga horária de 30 horas.

    Temas e convidadas:

    Mulher negra, escola e território: racismo estrutural, violência territorial e a escola como espaço de proteção e futuro:

    Professora Sabrina Damasceno

    Cuidado como ética:

    Professora Priscila Carvalho (a confirmar)

    Mulheres educadoras e o trabalho do cuidado: dupla jornada, desvalorização do cuidado como política pública e sindical:

    Vereadora Thais Ferreira

    Professora Vanessa

    Fátima Silva – Presidenta da CNTE (a confirmar)

    Saúde mental das trabalhadoras da educação: precarização, cuidado coletivo e políticas de proteção:

    Berenice – Diretora de Mulheres da CNTE

    Júlia Barbosa – Professora de História

    Mulheres trans e lésbicas na educação: direito à permanência, enfrentamento à violência e ao apagamento, escola como espaço de dignidade:

    Professora Rebeca (a confirmar)

    Violência, assédio e feminicídio: violência institucional, assédio no trabalho e rede de proteção 24 horas:

    Gegê Ferreira – Coordenadora do Somos Todas Professoras

    Izabel Costa – Coordenadora Geral do SEPE-RJ

    Ivonete Cruz – Diretora da CNTE

    Abertura do ciclo

    O primeiro encontro será realizado no dia 02/03, às 19h, com o tema:

    Violência, assédio e feminicídio: violência institucional, assédio no trabalho e rede de proteção 24 horas.

    As inscrições podem ser realizadas pelo formulário:

    https://forms.gle/P8tvPCsmKPeCYSkq5⁠