Tag: Estadual

  • Alerj pede retirada do ADI do triênio no STF

    Na tarde desta segunda-feira (20/04), em resposta à atuação do Fórum Permanente dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro – FOSPERJ, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), fez um pedido de retirada da pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4782.

    Por meio da petição eletrônica nº 23602/2020, a Procuradoria da Alerj argumentou sobre a “relevância de se levar a debate presencial” e que o julgamento em Plenário virtual poderia causar “prejuízo do devido processo legal, afastada a sustentação da tribuna”.

    Para o FOSPERJ, o pedido significa um importante passo para vitória, considerando que o STF, costuma respeitar os pedidos feitos pelas Assembleias Legislativas.

    O julgamento da ADI, que questiona o triênio – adicional por tempo de serviço, está marcado para o dia 24 de abril (sexta-feira). É essencial que todos os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro continuem mobilizados contra mais essa ameaça aos nossos direitos.

    Nossa pressão deve continuar: convocamos as bases de todas as entidades integrantes para uma intensa mobilização com envio de mensagens junto ao relator do processo no STF, o ministro Gilmar Mendes, o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, o presidente da Alerj, André Ceciliano e todos os parlamentares do Legislativo Estadual. Basta entrar no site do FOSPERJ e mandar um e-mail com sua manifestação contrária ao ADI.

    Leia o documento da Alerj enviado ao Supremo.
     

    Matéria retirada do site do FOSPERJ

  • Rede estadual: novas orientações do Sepe sobre acesso ao Google Classroom

    O Sepe RJ solicita que os profissionais da educação, estudantes e responsáveis continuem nos enviando denúncias sobre a questão das dificuldades de acesso à plataforma Google Classroom ou a falta de acesso de parte da população aos meios digitais.

    Reafirmamos que a proposta da SEEDUC de implementação da Educação à Distância (EAD) por meio da plataforma Google Classroom aumenta a desigualdade social, já que todos sabemos que as condições socioeconômicas das famílias dos alunos da rede estadual não são igualitárias. Também não o são as condições técnicas de acesso à internet e não serão todos os profissionais e estudantes que têm condições de acessar a EAD. Assim sendo, em reunião realizada no dia 13 de abril, a direção do sindicato deliberou o seguinte:

    O Sepe/RJ mantém a sua orientação de que a plataforma Google Classroom não é obrigatória. E vai continuar lutando para desvincular o ano letivo do ano civil a fim de garantir o direito à educação para todos os estudantes de forma presencial, bem como lutar para adiar os processos seletivos públicos de admissão de estudantes às escolas públicas estaduais, federais e o ENEM.

    Portanto, os docentes que acessarem a plataforma, deverão fazê-lo com o objetivo de:

    a. Verificar a quantidade de alunos que estão acessando e denunciar esse número limitado ao SEPE/RJ ou ao MP. Disponibilizaremos, para isso, email e telefone.

    b.. Não ministrar conteúdos novos, discutir de forma transversal a pandemia e os temas conjunturais;

    c.. Não realizar avaliações, visto que qualquer forma de avaliar estudantes nestas condições em que as aulas não estão se dando de forma adequada é uma restrição aos direitos deles

    d…Evitar as exposições em vídeos que possam ser usados de forma a depreciar o docente

    e… Aferir o número de alunos que está entrando para as atividades on-line

    f… Fazer relatos e registros de profissionais que não conseguem entrar na plataforma por qualquer motivo;

    g… Relatos e registros de profissionais que não conseguem acessar a plataforma e dos que não possuem recursos para tal

    – O Sepe defenderá qualquer profissional de educação que faça a opção por não acessar a plataforma, seja por alguma perda financeira e funcional, ou por qualquer forma de assédio

    – O Sepe defenderá qualquer profissional da educação que, ao acessar a plataforma, tenha algum direito seu violado, tal como direito de imagem ou qualquer outro

    – O Sepe continuará com ação na justiça para que as aulas online não sejam obrigatórias, não contem como dia letivo e haja uma rediscussão do calendário após a quarentena.

    O Sepe vai cobrar a transparência do convênio estabelecido entre a SEEDUC e a empresa GOOGLE.

    SEPE RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

  • Estado-RJ: nota do Sepe-RJ sobre acesso à plataforma “Google Classroom”

    Diante da não realização da reunião com o secretário estadual de Educação-RJ Pedro Fernandes, na última semana, a direção do SEPE-RJ, reunida nesta sexta-feira (10), decidiu prorrogar a orientação à categoria para que NÃO ACESSE a plataforma “Google Classroom” até segunda-feira, dia 13, quando nova reunião com a SEEDDUC está marcada. Neste mesmo dia, à noite, a direção do sindicato se reunirá para trazer novas orientações aos profissionais de educação.

  • Nota do SEPE sobre últimos os acontecimentos: ação na Justiça e reunião com a SEEDUC

    Na tarde desta quarta-feira (08), O SEPE foi chamado para uma reunião com a SEEDUC, contudo, não foi possível a realização da vídeo conferência devido a falhas na conexão de internet do secretário Pedro Fernandes. Foi solicitada uma nova reunião para segunda-feira e estamos aguardando agendamento. Caso se confirme, reafirmaremos a posição do SEPE contrária à obrigatoriedade das aulas online devido ao seu caráter excludente em relação aos estudantes e professores, desrespeitando o princípio da universalidade da educação garantida na constituição federal. Cobraremos também sobre os vários assédios que nossa categoria está sofrendo por parte de direções e metros. Muitos relatos tem chegado ao SEPE e exigiremos do secretário o fim destas práticas. Nesse sentido, pedimos aos profissionais que enviem para o email [email protected] as denúncias sobre dificuldades ou até mesmo a impossibilidade de usos da tecnologia de ensino à distância por parte de estudantes, escola, professores e funcionários.

    Ainda nessa quarta-feira (08), a Justiça indeferiu liminar do SEPE que pedia a não obrigatoriedade da plataforma virtual Google Classroom. Entretanto, esclarecemos que a razão do indeferimento não se deu pelo mérito da questão, mas sim, pelo seu caráter de urgência. Ou seja, a juíza entendeu que esta não é uma ação judicial urgente, algo que discordamos, visto que os profissionais da educação já estão sendo cobrados para utilizarem a plataforma. Informamos, no entanto, que a juíza abriu a possibilidade de revisar sua decisão em caso de mudança de contexto “frente a uma situação concreta” (citação da decisão). Com isso, o Sepe irá levantar mais provas e juntar àquelas já levantadas e, dessa forma, pedir a reconsideração da decisão o quanto antes.

    Informamos, também, que a SEEDUC lançou em suas redes um aviso de que os professores que não entrarem na plataforma virtual perderão suas GLPs. Trata-se de uma ameaça da Secretaria de Educação que repudiamos com veemência. Lamentamos que um secretário de educação paute sua atuação em forma de ameaça em detrimento da discussão pedagógica, um tipo de comportamento que não condiz com a pasta que dirige.

    Aproveitamos para lembrar que esta quinta e esta sexta-feira são feriados; logo, não há qualquer necessidade de acesso à plataforma. Nesta sexta-feira inclusive a direção do sindicato se reunirá para tirar orientações para a categoria a partir dos novos acontecimentos.

    Direção do Sepe

    Leia a ação do Sepe aqui.

  • ORIENTAÇÃO DO SEPE/RJ SOBRE A POLÍTICA DA SEEDUC – EAD PLATAFORMA GOOGLE CLASSROOM

    Diante de diversos elementos gravíssimos, tais como:

    1) o agravamento da pandemia do novo coronavírus no estado do Rio de Janeiro, levando ao adoecimento da comunidade escolar por Covid-19; levando a casos de falecimento, como o do diretor do Ciep Federico Fellini, professor Rodrigo Camargo; e a importância que deve ser dada pelos governos para a quarentena e para a garantia à categoria da alimentação, a saúde física e mental de toda a comunidade escolar;

    2) a total falta de regulamentação, treinamento em condições apropriadas e montagem em plena pandemia e quarentena de uma plataforma online que não existia até então;

    3) a total falta de discussão sobre reorganização do trabalho educativo, que requer amplo e democrático debate com os mais diversos atores sociais, tais como sindicatos, responsáveis de alunos, profissionais da educação, e que não pode se restringir à burocracia da SEEDUC;

    4) a falta de respeito e acolhimento aos estudantes e profissionais da educação, desconsiderando a situação de alto sofrimento e estresse psíquico derivados do temor da doença e das medidas de confinamento;

    5) a possibilidade aventada de estudantes e profissionais irem às escolas, rompendo com o isolamento social adotado pelo próprio governo estadual;

    6) a escandalosa falta de cuidado com a própria vida da população por parte da SEEDUC.

    A direção do SEPE considera inviável a continuidade do calendário letivo nestas condições. Por isso, o SEPE defende a suspensão imediata do calendário letivo durante o período de isolamento. Em uma Recomendação oficial, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro também foi contrário à EAD apresentada pela SEEDUC, reforçando as nossas preocupações.

    Com isso, o SEPE/RJ orienta a categoria que não faça qualquer login na plataforma “Google classroom”. O sindicato envidará esforços para que não haja nenhuma forma de pressão, assédio e punição durante ou após a pandemia/quarentena – estamos alertas, orientando a categoria a cada movimentação da SEEDUC.

    Direção do Sepe

  • MPRJ recomenda a suspensão de todas as atividades não presenciais realizadas pela SEEDUC

    O Ministério Público Estadual (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital (PJTCPEC), enviou um documento nessa sexta (dia 03 de abril) ao secretário de estado de Educação-RJ, Pedro Fernandes, recomendando a suspensão de todas as atividades não presenciais realizadas pela SEEDUC através da plataforma Google Classroom ou qualquer outra plataforma educacional similar.

    Na Recomendação 01/2020, de autoria do promotor titular da PJTCPEC, Rogério Pacheco Alves, o Ministério Púbico reitera uma solicitação contida em ofício enviado previamente à Secretaria Estadual de Educação para que esta informe os valores gastos com a contratação do serviço Google Classroom, inclusive os valores já pagos. No ofício, também foi solicitado o envio do contrato entre a Secretaria e a Google, além das respectivas notas de empenho.

    O promotor estabeleceu o prazo de 72 horas para que a SEEDUC envie ao MPRJ as informações requisitadas e todas as informações relativas ao atendimento das medidas previstas na Recomendação 01/2020.

    O documento enviado hoje pelo Ministério Público ao secretário Pedro Fernandes comprova o acerto da luta do Sepe e dos profissionais de educação contra a tentativa da SEEDUC de implementação do modelo de Educação à Distância sem qualquer diálogo com a sociedade e com as comunidades escolares. O sindicato tem mobilizado a categoria e as comunidades escolares e procurado diferentes fóruns para questionar o projeto do secretário Pedro Fernandes, como a Comissão de Educação e Cultura da Alerj.

    O Sepe também já entrou na Justiça para mostrar que o modelo de EAD proposto pela SEEDUC não contempla a totalidade dos alunos da rede estadual e pode se revestir num perigo à saúde da categoria e dos alunos com a abertura de unidades para atendimentos presenciais, fato que contraria a determinação das autoridades sanitárias e do próprio governo do Estado que defendem o isolamento social com a manutenção da maioria da população em casa.

    Embora a Recomendação do MPRJ não se traduza em uma decisão judicial que proíba a SEEDUC de implementar o seu projeto de EAD, o documento poderá subsidiar a ação impetrada pelo Sepe na Justiça, pedindo a suspensão do projeto do secretário Pedro Fernandes. A Recomendação do MPRJ também pode servir como argumento para barrar o Projeto de Lei 2036/2020, que se encontra em tramitação na ALERJ e que propõe a implantação da EAD na rede estadual. O projeto estava previsto para ser votado na terça-feira (dia 31 de março), mas foi retirado da pauta, de votação.

    Leia o parecer do MPRJ aqui. 

    Leia a ação do Sepe contra o estado no caso da EAD aqui.

  • Parecer MPRJ sobre a EAD

    [pdf-embedder url=”/wp-content/uploads/2021/03/boletim3458.pdf”]

  • Ação do Sepe da EAD

    [pdf-embedder url=”/wp-content/uploads/2021/03/boletim3459.pdf”]

  • PL 2036 (EAD) foi retirado de pauta – hoje ocorreu audiência pública na ALERJ sobre a EAD com a participação do Sepe

    Nessa terça-feira (dia 31/3), o Projeto de Lei 2036/2020 que implanta a EAD na rede estadual de educação RJ foi retirado da pauta de votação da ALERJ nessa terça (31/03). Os profissionais de educação tem que manter a pressão e continuar a enviar mensagens aos deputados, pedindo que eles não aprovem o projeto quando voltar à pauta.

    Também nessa terça foi realizada Audiência Pública pela internet, organizada pela Comissão de Educação e Comissão de Ciência e Tecnologia da ALERJ, para tratar da Deliberação 376 do Conselho Estadual de Educação e do PL 2036/2020 sobre EAD. Estiveram presentes os presidentes das duas comissões, deputados Flavio Serafini (PSOL) e Waldeck Carneiro (PT); o Conselho Estadual de Educação (CEE), Defensoria Pública Estadual, MPRJ, AERJ, Presidente da Fundação Cecierj, Rede FAETEC e outros sindicatos e outros deputados. A SEEDUC estava convocada, mas o secretário Pedro Fernandes não participou nem delegou um representante para participar da audiência on line.

    A direção do Sepe participou do debate, discordando do modelo autoritário que está sendo implementado pela Secretaria de Educação, defendendo a retirada imediata do PL da pauta de discussão e que a SEEDUC discuta a crise com os profissionais da educação.

    Alias, foi consenso durante a audiência a defesa de que o uso de plataformas digitais na educação é importante para manter o contato com os alunos e oferecer incentivos educacionais e materiais pedagógicos complementares, mas todos discordam da forma que a SEEDUC está tentando implementar a medida.

    O Ministério Público solicitou à SEEDUC esclarecimentos sobre a proposta sob o argumento de que existe um fundamento legal, mas está tudo obscuro. Segundo o MP, falta da parte da Secretaria uma portaria, decreto ou resolução para tornar legal esta iniciativa. Segundo este ponto de vista a SEEDUC tem que deixar de usar somente meios informais (lives, facebook e whatsapp) e usar meios legítimos para anunciar suas propostas e, assim dar clareza e transparência para os seus objetivos.

    Assine a petição eletrônica do Sepe contra a EAD proposta pela SEEDUC na rede estadual.

    Veja os problemas apontados durante a audiência:

    – O PL original não estabelece a implantação da EAD pela SEEDUC, e sim recomenda o uso de plataforma de conteúdos pedagógicos durante o período da pandemia (temporário).

    – A SEEDUC pretende contabilizar os acessos à plataforma como dias letivos – a Comissão de Educação da ALERJ e representações são contrárias pelas seguintes razões: precariedade da rede; falta de igualdade de acesso; não houve treinamento hábil para isso; não há portaria nem resolução regulamentando substituir dias letivos por meios online etc.

    – A SEEDUC não discutiu suas ações com associações de diretores, representantes de professores, nem representações estudantis e nem esclareceu às comissões como se daria a aplicação imediata desta plataforma educacional.

    – Foi criticada a portaria da SEEDUC que antecipou o recesso. Além disso, um dos motivos apresentados por ela era o de que "isolamento social não são férias!"

    – Também foram feitas críticas à SEEDUC, que sinalizou a possibilidade de, em breve, reabrir as escolas (mesmo evitando aglomeração), já que o estado recomendou a quarentena e o fechamento das unidades escolares.

    – Ao contrário do que a SEEDUC deseja, vários participantes defenderam a suspensão do atual calendário letivo e se posicionaram a favor da elaboração de um calendário especial posteriormente. O argumento se baseou no entendimento de que não há impedimento que o ano letivo de 2020 termine em 2021.

    – Também foi apontado que A SEEDUC precisa conversar com a ALERJ e as diferentes representações e que o parecer do CEE não pode ser ignorado pela Secretaria.

    – Também foram defendidos na audiência os pareceres que são favoráveis ao adiamento dos vestibulares (a UERJ já adiou).

    – Questionou-se sobre a situação dos alunos especiais, sobre os alunos em medidas socioeducativas e sobre alimentação aos alunos vulneráveis.

    – Outro ponto de consenso tirado foi o de que a EAD é coisa séria, não se faz com jeitinho. Para tanto, existe uma autorização do Conselho Nacional de Educação (CNE), do dia 18/03/2020, para utilização da EAD, mas as condições legais, aplicação e democratização do acesso precisam ser regulamentadas. Mas até o presente momento, a SEEDUC não fez nada disso.

    – Também foi questionado o motivo da SEEDUC não ter feito parceria com a Fundação CECIERJ, que pertence ao Estado e já tem experiência no assunto? A FAETEC estabeleceu convênio com a CECIERJ e irá oferecer conteúdos a partir de plataformas (mas não de forma obrigatória, por exemplo).

    – Os participantes também lembraram das dificuldades de acesso à redes de internet para as populações do interior do Estado e da importância da manutenção das medidas sanitárias recomendadas pelos órgãos responsáveis pelo combate à Pandemia do Covid 19. 

  • Alerj vota o PL da EAD nessa terça – audiência pública discute o PL às 10h

    Os deputados da Assembleia Legislativa votam nessa terça-feira (31), em sessão prevista para se iniciar às 14h50, o Projeto de Lei 2036/2020 que propõe implementar a plataforma de Educação à Distância (EAD) na rede estadual, como forma de substituição das aulas presenciais durante o período de suspensão das atividades no espaço escolar por determinação do governo estadual, devido à pandemia. A sessão será transmitida pela TV Alerj tanto na televisão quanto no Youtube.

    A direção do SEPE tem plena consciência do papel da escola junto aos estudantes nesses tempos de distanciamento social. No entanto, deveria ser facultada a cada comunidade escolar a liberdade de organizar a assistência aos alunos neste delicado momento, sempre seguindo as normas ditadas pelas autoridades da Saúde.
    Dessa forma, orientamos que a categoria entre em contato, imediatamente, com os deputados por meio das redes sociais, envie mensagens, pedindo que os parlamentares não aprovem o PL. O contato pode ser feito por este aqui.

    O profissional também pode pesquisar pelos nomes os endereços dos parlamentares no Face e Instagram – todos eles tem conta nessas redes. 

    Por isso, também nessa terça-feira (31), convocamos a categoria a se manifestar na Audiência Pública online sobre o PL 2036 que a ALERJ promoverá, a partir de 10h, com transmissão pela TV Alerj e pelas plataformas digitais dos parlamentares. Ao assistir a audiência no YouTube, envie mensagens pedindo a rejeição do PL 2036.

    O momento é agora. Vamos pressionar!
      

    Assine a petição eletrônica contra o PL 2036