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  • Veja artigo do Sepe publicado no Jornal O Dia (dia 02/9) em resposta ao secretário Wagner Victer

     
    Reproduzimos abaixo, um artigo publicado na edição do dia 02 de setembro (domingo) do Jornal O Dia, assinado pelo coordenador geral do Sepe, Gustavo Felipe Miranda, em resposta a um artigo publicado pelo mesmo diário assinado pelo secretário de estado de Educação, Wagner Victer, que elogiava o "avanço" do Ensino Médio integral na rede estadual: https://odia.ig.com.br/opiniao/2018/08/5571143-que-educacao-queremos.html
     
     
    "O secretário de estado de Educação-RJ, Wagner Victer, publicou artigo em O Dia sobre o avanço do Ensino Médio integral na Rede Pública estadual. Parece que alguma coisa vai caminhar no Estado… Só que não!
     
    As escolas estaduais do Rio de Janeiro passam por uma crise sem precedentes. A estrutura física das escolas se deteriorou; a insatisfação dos profissionais – quatro anos sem reajuste – aumentou; faltam porteiros, professores e inspetores; some-se, ainda, a sobrecarga de trabalho das direções de escolas e a insegurança. Nada parecido com o clima de otimismo do secretário Victer.
     
    O debate sobre o ensino médio integral, da maneira como foi trazido pelo secretário, traz algumas armadilhas. Destaco três. A primeira é que ao vir a público apresentar um “prognóstico coreano” para a educação do Estado o secretário citou somente uma parcela da Rede Estadual. Deixou, portanto, de projetar o ensino médio não integral, o ensino fundamental, entre outras modalidades de ensino, como as escolas rurais e a educação de jovens e adultos. Discutir somente o ensino médio integral é fugir do debate principal que é o compromisso constitucional do estado com a oferta de educação de qualidade à população. 
     
    Os governos Cabral e Pezão fecharam, juntos, centenas de escolas, turnos e turmas, retirando o direito à educação de milhares de crianças, jovens e adultos. A municipalização avança pautada no enxugamento de recursos e interesses das prefeituras por determinadas unidades escolares.
     
    A segunda armadilha é que o debate sobre o avanço do ensino médio integral fica também sem substância quando não se discute se essa integralidade proposta atende aos interesses da população que frequenta a escola pública. De que ensino integral o governo está falando? A proposta aproxima ou afasta esses estudantes da universidade, por exemplo? 
     
    O modelo apontado por Victer tem os mesmos fundamentos da recente Reforma do Ensino Médio e da Base Nacional Comum Curricular do governo federal – segregacionista, aposta em “escolas referências”, em detrimento do conjunto da rede. O currículo é empobrecido. Trocam-se disciplinas consolidadas por cursos superficiais, supostos facilitadores para a entrada no mercado de trabalho.
     
    A terceira armadilha é a falsa noção de que se pode melhorar a educação prescindindo da professor(a). A Rede Estadual paga um salário inferior ao de prefeituras mais pobres. Descumpre a lei do Piso Nacional da Educação. O resultado é uma rotatividade enorme. Pelo jeito, a valorização do educador continuará fora dos planos desse “novo Ensino Médio”.
     
    A insatisfação é maior devido aos anos sem reajuste, a falta de estrutura, o desrespeito ao plano de carreira, o descumprimento do 1/3 de planejamento. O governo estadual fala de aulas atrativas, mas não faz sua parte em garantir o planejamento do professor (a). 
     
    No mundo todo, ganha força a valorização do capital humano, mas a Secretaria Estadual de Educação maltrata seus profissionais. A última medida foi constranger o docente a dar aula de uma disciplina que não é habilitado. Assim, tornou-se corriqueiro encontrar um professor de Educação Física dando aula de artes. Um absurdo!
     
    Por fim, trazemos um conselho e um alerta. Ao contrário do que pressupôs o texto do secretário Victer, se o próximo governador(a) quiser cumprir a lei terá que se desviar do modus operandi da gestão Cabral/Pezão na educação. Este é o conselho. O alerta é que governo Pezão transformou a educação estadual do Rio de Janeiro em terra arrasada."
     
    Gustavo Felipe Miranda – coordenador geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de educação-RJ
     
     
  • Assembleia da rede municipal do Rio dia 13/09 será na Quadra da São Clemente

    A assembleia da rede municipal do dia 13, será na Quadra da São Clemente (Av. Presidente Vargas 3102 – Cidade Nova), a partir de 9h.

    Os profissionais de educação realizarão uma greve de advertência de 48 horas nos dias 12 de 13 de setembro para exigir da prefeitura e da SME o atendimento das reividicações dos profissionais das escolas municipais.

    No dia 12 de setembro, serão realizadas visitas às escolas e atividades nas regionais com assembleias locais. No dia 13 de setembro, a categoria realizará uma assembleia geral para decidir os rumos da mobilização. Durante o restante do mês de agosto e até os dias da greve de advertência, o Sepe e suas regionais irão mobilizar a categoria preparando a nova paralisação.

    Pauta de reivindicações da categoria:

    – Reajuste salarial de 13% e retorno do calendário de pagamento (até o 2º dia útil).

    – Convocação imediata dos concursados.

    – Respeito à paridade e integralidade de aposentadas, aposentados e pensionistas.

    – Implementação imediata do 1/3 da jornada de atividade extra- classe.

    – Jornada de 30 horas das funcionárias e funcionários da educação.

    – Correção da escolaridade e enquadramento dos AEIs no grupo do magistério do plano de carreira como professor.

    – Contra as perseguições políticas na Rede Municipal e por democracia nas escolas.

  • Dia 10/09 tem plenária unificada contra a BNCC e Reforma do Ensino Médio

    O Sepe realiza, no dia 10 de setembro, às 18h, no auditório do Sepe Central, plenária estadual unificada com as Centrais Sindicais e demais sindicatos de educação. Na pauta, a luta contra a BNCC e a Reforma do ensino Médio, com o objetivo de organizar um dia estadual de paralisação e lutas.

  • Informe sobre o “Nova Escola Inativos” (Grupo III – 20/08/2018)

    Informe sobre o "Nova Escola Inativos" (Grupo III – 20/08/2018)

    Informamos em agosto/2018 que os mandados do Grupo III já foram expedidos e entregues ao Banco do Brasil, podendo os beneficiados nascidos até o ano de 1937, com numeração até 1409 da planilha conjunta, do referido Grupo III, se dirigir ao SEPE (Central/Núcleos/Regionais) para a retirada dos mandados de pagamento. Recomendamos que busquem efetuar seus saques até o fim do mês de outubro do ano corrente.

    Pedimos que os beneficiados informem quando sacarem seus valores ao setor Nova Escola do SEPE Central (2195.0456) ou no próprio Núcleo/Regional onde retirou o mandado, para que possamos dar baixa em nosso controle interno, lembrando que não há cobrança de qualquer valor a título de honorários ou quaisquer taxas aos filiados e que pedimos tal informação apenas para controle interno, pois são aproximadamente 500 mandados de pagamento neste Grupo para controlar.

    Acrescentamos alguns esclarecimentos:

    1 – O aposentado não precisa ser correntista do Banco do Brasil para proceder com a transferência bancária para bancode sua escolha, bastando que efetue o pagamento da tarifa do doc. bancário correspondente;

    2 – O aposentado que compareça pessoalmente deverá portar os seguintes documentos(original e cópia simples): identidade, CPF e comprovante de residência de no máximo 60 dias passados – conforme determinação do próprio Banco do Brasil.

    3 – O representante legal ou procurador de aposentado que compareça em lugar deste ao Banco do Brasil deverá portar osseguintes documentos (original e cópia simples): identidade, CPF e comprovante de residência de no máximo 60 dias passados do aposentado e também do procurador + procuração por instrumento público original com firma reconhecida por autenticidade e data de emissão menor que 2 anos (se for substabelecimento, deve ser com data de emissão menor que 1 ano) – conforme determinação do próprio Banco do Brasil.

    OBS. do Banco do Brasil – atenção:

    “a) Os atos efetuados em cartórios que não estejam localizados no município do Rio de Janeiro devem ter o SINAL PÚBLICO do funcionárioque os praticou reconhecido em cartório do município do RJ.

    b) Os procurações e/ou substabelecimentos devem incluir poderes para RECEBER DAR QUITAÇÃO JUNTO AO BANCO DO BRASIL e mencionar o número do alvará/mandado ou número da conta judicial ou número do processo (*).

    c) Prazo de emissão, da procuração, menor que 2 anos.

    d) Aguardar 4 dias úteis, a partir da data de emissão da procuração, para liberação do selo eletrônico.”

    (*) OBS. do SEPE:

    O número do processo judicial do NOVA ESCOLA é 0075201-20.2005.8.19.0001 – recomendamos que o anotem e o levem ao Banco do Brasil junto com a documentação mencionada.

    O ideal é que o beneficiário se dirija ao Banco do Brasil do Forum (avenida Erasmo Braga, 115, 4º andar, corredor F – Centro – RJ), pois em outras agências do Banco do Brasil pode haver atraso em razão de as mesmas não receberem de imediato por malote físico as ordens de pagamento da agência do forum.

    O beneficiário poderá comparecer ao SEPE mais próximo à sua residência antes, para retirar o mandado de pagamento em seu nome, o que também facilitará sua ida ao Banco do Brasil. Representantes legais ou procuradores deverão comprovar tal condição para obter o mandado correspondente. 

  • Sepe realizou Seminário sobre a BNCC no dia 18/8

    No sábado, dia 18 de agosto, o Sepe promoveu o Seminário "A quem interessa a proposta de BNCC" (veja foto). O evento contou com a participação de várias especialistas de educação que debateram e questionaram o modo como o governo federal está implementando a nova base nacional curricular, apontando os riscos de prejuízos pedagógicos para os estudantes e foi realizado no auditório 93 da UERJ, na parte da manhã. À tarde, no mesmo local foi realizada a assembleia geral da rede estadual.

  • Assembleia da rede estadual do dia 18/8: Veja as deliberações aprovadas

    A rede estadual realizou uma assembleia geral dia 18 de agosto, na UERJ, e decidiu que a categoria fará uma paralisação de 24 horas, no dia 19 de setembro, que será um mês de mobilização e organização da luta contra a BNCC e as Reformas da Educação. Veja as principais deliberações da plenária e o calendário de lutas da rede estadual:

    Calendário
    Inspetores de alunos: Ato na ALERJ no dia da votação do PL das 30h para Inspetores de Alunos, com indicativo de transporte de Núcleos e Regionais.
     
    Setembro de Mobilização e Organização da luta contra a BNCC e as Reformas da Educação
     
    Dias 3 a 6: semana de resistência para organização de debates nas escolas, aulas públicas e panfletagens. Orientação para gravar as atividades e enviar os materiais para a Secretaria de Imprensa da Diretoria Estadual.
     
    Dia 10: Debates nas escolas. Ida de uma caravana para Audiência Pública em Brasília e barrar a BNCC. Plenária com sindicatos da Educação das redes municipais, estadual e federal, escolas privadas e universidades e representação estudantil com o objetivo de um dia de lutas da Educação em outubro e lançamento de uma campanha “O Rio de Janeiro não vai aceitar a BNCC e as Reformas da Educação”.
     
    Dia 19: Greve de 24 horas com assembleia geral da rede estadual, às 10h e ato às 15h, com concentração na Candelária e passeata até a Alerj, com a participação das demais categorias de servidores a ser construída na Plenária do funcionalismo no dia 10/9.
     
    Adendos:
    Protocolar pedido de audiência com a SEEDUC e reapresentação da pauta da categoria, incluindo cálculo de reposição salarial com dados do DIEESE.
     
    Plenárias
    Plenárias aprovadas: Terceirizados (realizar a plenária já aprovada em Assembleia, mas que foi cancelada devido à greve dos caminhoneiros deste ano), Educação do Campo e Professores de Educação Física.
     
    Inclusões na pauta de reivindicações:
     
    Campanha salarial "Já são 4 anos sem reajuste – Chega!"; pelo descongelamento do Plano de Carreira;
     
    Funcionários: denúncia do piso salarial estar abaixo do salário mínimo; luta pelo enquadramento por formação; luta por novos concursos públicos e contra a extinção de cargos.
     
    Cobrar a sanção do Projeto de Lei aprovado na Alerj que impede o fechamento de escolas.
     
    Comissão de Ética
    formação de uma comissão de ética para os casos de voto duplicado e triplicado nas eleições do Sepe de 2018. Após a votação foi reivindicado o estatuto do Sepe sob o argumento de que tal questão não poderia ter sido deliberada na medida em que não cabe à assembleia de rede decidir sobre questões relativas às eleições a a filiados, mas somente uma assembleia geral de filiados.
  • Rede estadual tem assembleia neste sábado (dia 18/8)

    Os profissionais das escolas estaduais farão uma assembleia geral neste sábado (dia 18 de agosto), a partir das 14h, no auditório 91 da UERJ (Campus Maracanã). A categoria irá discutir os problemas enfrentados pelos professores e funcionários nas 1280 escolas que funcionam em todo o estado e organizar a mobilização para garantir mais investimentos na educação estadual e valorização profissional.
     
    Há mais de quatro anos, os professores e funcionários administrativos lutam contra a falta de reajuste salarial e contra a política de fechamento de escolas, turnos e turmas nas escolas estaduais. Outro problema decorrente da falta de investimentos do governo estadual na rede é o corte das verbas de manutenção que provocam problemas de infraestrutura nos prédios e, até mesmo, na preparação das merendas dos estudantes.
     
    Desde a gestão do ex-governador Sérgio Cabral – preso atualmente – e na atual de Luiz Fernmando Pezão, a categoria luta contra os baixos salários e contra a falta de uma política de valorização dos docentes e funcionários. Outra reivindicação é a implementação da Lei Federal do Piso da Educação, que garante 1/3 da carga horária para o planejamento pedagógico fora de sala de aula. Aprovada em julho de 2008 a lei 11.738 criou um piso para os educadores de R$ 2.298,00 e determinou que cada professor tenha 1/3 da carga horária destinados para planejamento fora de sala de aula. Até hoje, o governo do estado não cumpriu o que determina a Lei. Hoje um professor do estado do Rio de Janeiro recebe um piso salarial de R$ 1.179,00 e os funcionários de R$ 981,00.
     
    Pela manhã, a partir das 9h, o Sepe realiza no mesmo local o Seminário "A quem interessa a proposta de BNCC?", com a participação nos debates dos seguintes especialistas em educação: Adrina Penna (UFF de Santo Antônio de Pádua); Claudia Piccinini (UFRJ); Marcia Alvarenga (UERJ – São Gonçalo); Lucila Lino (UERJ) e Ana Karina Brenner (UERJ). 
  • Rede estadual: Votação do Pl das 30 horas para inspetores hoje (dia 16/8) na Alerj caiu por falta de quórum

    A Direção do SEPE/RJ e inspetores de alunos compareceram hoje (16/08) à ALERJ para acompanhar a votação do PL 2053/16, que trata da redução da carga horária para 30 horas para os inspetores de alunos.
     
    Durante a greve de 2016 foi conquistada a redução para 30 h para o conjunto dos servidores extraclasse da Educação, pauta histórica da categoria. Entretanto, ao enviar o projeto, o governo excluiu os inspetores de alunos do concurso de 2013. Desde então a direção do SEPE/RJ, o Coletivo de Funcionários do sindicato e a base dos inspetores vêm pressionando a ALERJ para que essa injustiça seja corrigida, inclusive participando da elaboração do PL 2053/16 junto a Comissão de Educação da ALERJ.
     
    O projeto de lei, com amplo apoio dos deputados, foi colocado em pauta, mas o pedido de aferição de quórum por parte do Deputado Flávio Bolsonaro impediu sua aprovação. A sessão caiu, sob protesto da categoria e deputados da Comissão de Educação da ALERJ.
     
    O SEPE/RJ se manterá na luta pela aprovação das 30 horas para inspetores de alunos e convoca toda a categoria a participar da Assembleia Geral da Rede Estadual no dia 18 de agosto para encaminhar os próximos passos da luta.
  • Assembleia da rede estadual do dia 18 de agosto será no Auditório 91 da UERJ

    A assembleia geral da rede estadual, que será realizada no próximo sábado (dia 18 de agosto), a partir das 14h, na UERJ, será realizada no Auditório 91 (9º andar). Pela manhã, no mesmo local, a partir das 9h, será realizado o Seminário "A quem interessa a proposta de Base Nacional Comum Curricular (BNCC)?".