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  • Sepe terá audiência com Governo do Estado hoje (dia 17/4)

    A direção do Sepe terá uma audiência na Secretaria de Estado da Casa Civil nesta segunda-feira (17), a partir das 14h. No encontro, será discutida a pauta econômica, com as reivindicações salariais da categoria. Com isso, o sindicato espera que o governo do estado apresente uma proposta oficial para que esta possa ser levada para a discussão da categoria na assembleia desta terça-feira (dia 18), na ABI, a partir das 10h.

    Também nesta terça-feira, os profissionais da rede estadual fazem greve de 24 horas, com ato na SEEDUC, a partir das 14h. A categoria reivindica a implementação imediata do piso nacional para todas as carreiras, sem retrocessos no plano de cargos e garantia da paridade para os aposentados.

    A Secretaria de Aposentados está convocando para uma vigília de aposentados, a partir das 14h, na Casa Civil (Palácio Guanabara) para acompanhar a reunião entre o governo do estado e a direção do Sepe para exigir o piso nacional para todos. A categoria também pode pressionar o governo nas redes sociais, ao longo do dia, com as hashtags #claudiocastropagueopiso #PisoNasCarreirasdaEducação e #RevogaNEM.

     
  • Sepe terá audiência com a SEEDUC nesta segunda-feira (dia 10/4)

    A direção do Sepe participará de uma audiência na parte da tarde desta segunda-feira (dia 10/4), na SEEDUC. O encontro será realizado a partir das 14h30 e faz parte do calendário de reuniões com o governo estadual estabelecido na negociação do dia 22 de março, logo após a marcha ao Palácio Guanabara.
    A pauta da audiência de hoje tratará de questões pedagógicas e administrativas, entre elas, a questão da violência nas escolas. O Novo Ensino Médio (NEM) também será discutido, em especial após a suspensão decidida pelo governo federal. Na pauta pedagógica estarão ainda outros temas: Abono de paralisações e greves anteriores; Mediadores, Intérpretes, Salas de Recursos nas escolas; Conselhos Escolares; Fechamento de turmas e Migração para 30 horas, entre outros temas.
    Para esta semana está prevista ainda uma segunda audiência de negociação, desta vez com a Casa Civil, sobre a pauta econômica. O ponto principal é a aplicação do piso nacional da educação. O resultado será informado na assembleia geral, no dia 18/04, na ABI.
  • Em twitter, governador afirma que “em breve” vai anunciar proposta para o piso salarial

    O governador Claudio Castro, em seu twitter, dia 29, anunciou o seguinte: “Estamos trabalhando para que em breve possamos anunciar o piso dos professores e valorizar essa classe tão importante para o nosso estado”. Os profissionais de educação aguardam com expectativa essa proposta; e que ela seja anunciada já na audiência do dia 12 de abril com o Sepe, quando iremos discutir a pauta econômica.

    Mas a categoria também reivindica que a situação salarial dos funcionários administrativos seja discutida, além do pagamento da 2ª parcela da recomposição salarial das perdas desde 2017, acordada com a Alerj, que deveria ter sido paga nos salários de fevereiro, entre outras questões.

    No entanto, no mesmo twitter, o governador anunciou a contratação e prorrogação dos contratos de cerca de 2 mil professores temporários. O Sepe é contra a terceirização da educação e reivindicamos a abertura imediata de novos concursos públicos para professores e funcionários, além da chamada dos aprovados em concursos.

  • Governo recebe em audiência o Sepe – categoria decide decretar estado de greve

    Assembleia da rede estadual RJ no Largo do Machado decide pelo estado de greve (foto: Sepe)
    A educação estadual RJ realizou nesta quarta-feira (22) uma grande marcha até o Palácio Guanabara, com a presença de milhares de educadores. A categoria realizou um ato no local e uma comissão do Sepe foi recebida em audiência pelo governo.

    Na audiência, conseguimos arrancar uma agenda de negociação com o governo, com a presença não só da Seeduc, mas também da Casa Civil.

    Antes da passeata, a categoria realizou assembleia, em pleno Largo do Machado, e aprovou entrar em ESTADO DE GREVE, e o seguinte calendário: conselho deliberativo da rede dia 15/04 e assembleia geral dia 18 de abril.

    O “estado de greve” é quando a categoria pode, em assembleia, declarar a greve por tempo indeterminado. Ou seja, a decisão é um alerta da categoria ao governo de que a greve pode ser declarada na próxima assembleia.

    NEGOCIAÇÃO COM O GOVERNO

    A comissão foi recebida pelo subsecretário da Casa Civil, Adilson de Faria Maciel; pela secretária de Educação, professora Roberta Barreto; a subsecretária de Educação, Joilsa Rangel; e a subsecretária de Gestão Administrativa, Erika Rangel.

    Passeata até o Palácio Guanabara (foto: Sepe)

    Na audiência, o Sepe apresentou a pauta geral da categoria: reajuste salarial, tendo como referência o piso salarial nacional do magistério; pagamento da 2a parcela da recomposição salarial, acordada com a ALERJ em 2021; a não exoneração do animadores culturais; migração dos ex-funcionários da Faep para a Faetec; implantação de piso salarial digno para os funcionários administrativos – o Sepe reforçou que o piso não é só para os professores; revogação do NEM; o Sepe também alertou sobre a violência que as megaoperações da PM em comunidades vêm causando às escolas municipais e estaduais.

    Com isso, o governo propôs a seguinte agenda de negociação, para aprofundar o debate, tendo em vista a agenda da categoria:

    – 10 de abril: audiência com a Seeduc para discutir a pauta pedagógica;

    – 12/04: reunião com o subsecretário Adilson para discutir a pauta econômica (recomposição e piso salarial);

    – 13 e 14/04: os secretários de estado de Educação do Sudeste farão reunião no Rio, para discutir o Novo Ensino Médio.

    O Sepe alertou sobre a possibilidade de a categoria entrar em greve, na assembleia marcada para 18 de abril. Por isso, a necessidade de o governo acelerar a proposta, em relação ao piso e reposição, e demais pautas.

    O Sepe também pediu uma agenda do governo com o Fosperj.

    A direção do sindicato, independentemente do resultado da agenda da negociação, orienta a categoria a reforçar a mobilização nos locais de trabalho, visando a realização de uma assembleia ainda mais massivo, no dia 18 de abril.

    Vídeo

    Confira o vídeo com o resumo do ato da rede estadual

     

    Audiência com o governo no Palácio Guanabara
  • Assembleia da rede estadual de Educação decide entrar em estado de greve

    A Assembleia da rede estadual de educação, realizada há pouco no Largo do Machado, zona sul do Rio, acaba de aprovar ESTADO DE GREVE, com conselho deliberativo da rede dia 15/04 e assembleia geral dia 18 de abril – agora, vai começar a passeata até o Palácio Guanabara.

    O “estado de greve” é quando a categoria pode, em assembleia, declarar a greve por tempo indeterminado.

    A categoria está em luta para que o piso nacional do magistério seja aplicado aos salários e que os funcionários administrativos não recebam abaixo do piso.

    Centenas de profissionais da educação participam da passeata, que irá exigir que uma delegação seja recebida pelo governo.

  • No dia 22/03, a educação pública estadual RJ fará greve de 24h, com passeata ao palácio

    Os profissionais da rede estadual farão greve de 24 horas no dia 22 de março (quarta-feira). Neste mesmo dia, a categoria fará um ato e passeata ao Palácio Guanabara, concentração no Largo do Machado, às 14h, com assembleia no local – as redes municipais participarão do ato unificado.

    O PDF do boletim do Sepe sobre a rede estadual, na versão digital, pode ser baixado aqui: bit.ly/BoletimSepe05Estado

    Baixe o cartaz chamando para o dia 22: 

    A greve de 24h visa pressionar o governador Cláudio Castro pela implementação do piso nacional do magistério; a regularização do piso dos funcionários administrativos e o cumprimento pelo governador do acordo da recomposição salarial de 2017 a 2021, entre outras.

    O Governo RJ não só não implementa o piso, como paga o pior salário do Brasil. A situação é ainda mais vergonhosa por se tratar do segundo estado mais rico do País, com R$ 753 bi de PIB, segundo o IBGE (2020). É esse estado que paga apenas R$ 1.588 de vencimento-base a um professor (18h) e R$ 802 ao funcionário administrativo, de nível elementar.

    A educação estadual vai parar dia 22 de março também em apoio ao movimento nacional em defesa do Piso Salarial como referência na carreira para o professor e funcionário e pela revogação do Novo Ensino Médio (NEM). É o Dia Nacional de Lutas pela aplicação do reajuste do piso nas carreiras dos trabalhadores em educação em todo o País.

    Antes, dia 15, os estudantes farão manifestações em todo o País contra o NEM, convocados pela UNE e UBES.

    Outras redes municipais, além da estadual, também decidiram paralisar as atividades no dia 22:

    1) Rio de Janeiro

    2) São Gonçalo

    3) Duque de Caxias

    4) Itaboraí

    5) Valença

    Os profissionais de educação das demais redes devem acompanhar as deliberações dos núcleos do Sepe sobre a paralisação dia 22/03.

  • Baixe o novo boletim do Sepe, para a rede estadual

    Ficou pronto mais uma edição do Boletim do Sepe, para os trabalhadores da rede estadual (foto). A publicação reforça a convocação para a greve de 24 horas no dia 22 de março, destacando as perdas em nossa tabela salarial e o contraste com outras redes do Pais, que cumprem a lei do piso.

    Também apresenta os motivos para o Dia Nacional de Luta pelo piso e um texto crítico à consulta do MEC sobre o Novo Ensino Médio (NEM), reforçando a luta pela revogação.
    O pdf do boletim, na versão digital, pode ser baixado aqui: bit.ly/BoletimSepe05Estado
  • SERVIDORES DO ESTADO EXIGEM O PAGAMENTO DA 2ª PARCELA DA RECOMPOSIÇÃO DAS PERDAS SALARIAIS

    Nesta terça-feira, dia 28 de fevereiro, expira o prazo para o pagamento da segunda parcela do acordo que o governador Cláudio Castro fez com os parlamentares da Alerj para a recomposição salarial dos servidores estaduais. Firmado em fevereiro de 2021, o acordo previa a recomposição das perdas do funcionalismo de 2017 a 2021, dividida em três parcelas: a primeira, de 13,5% foi paga em fevereiro de 2022; a segunda,  de 6,5%, teria que ser paga agora em fevereiro de 2023 (a ser recebida no mês de março); e a terceira (mais 6,5%), a ser paga no ano de 2024.
    O Sepe RJ, juntamente com as demais entidades que integram o Fórum dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (FOSPERJ) estão mobilizados e pressionando os deputados da Alerj para obrigar Cláudio Castro a cumprir o que foi acordado e pagar a segunda parcela da recomposição.

    No caso da Educação, além do calote no acordo da recomposição, a situação também se agrava pelo fato de o governo estadual não ter implementado até agora o piso nacional do magistério. Com isso, os profissionais que trabalham nas escolas do estado recebem atualmente um dos pisos salariais mais baixos de todo o país. Para os funcionários das escolas (serventes, merendeiras, pessoal de portaria etc.), a situação é ainda mais complicada pois diversos segmentos do apoio recebem atualmente um piso menor do que o salário mínimo nacional, o que é proibido por lei.

    Hoje o piso para um professor docente I, carga de 18h semanais é de R$ 1.588. O piso dos funcionários de nível elementar é de R$ 802,66.