DOWNLOAD (PDF) Baixe o boletim do Sepe para a rede estadual (25/02/2023)




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Edição traz cobertura do ato e convoca assembleia do dia 23. Compartilhe!
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A direção do Sepe terá uma audiência na Secretaria de Estado da Casa Civil nesta segunda-feira (17), a partir das 14h. No encontro, será discutida a pauta econômica, com as reivindicações salariais da categoria. Com isso, o sindicato espera que o governo do estado apresente uma proposta oficial para que esta possa ser levada para a discussão da categoria na assembleia desta terça-feira (dia 18), na ABI, a partir das 10h.
Também nesta terça-feira, os profissionais da rede estadual fazem greve de 24 horas, com ato na SEEDUC, a partir das 14h. A categoria reivindica a implementação imediata do piso nacional para todas as carreiras, sem retrocessos no plano de cargos e garantia da paridade para os aposentados.
A Secretaria de Aposentados está convocando para uma vigília de aposentados, a partir das 14h, na Casa Civil (Palácio Guanabara) para acompanhar a reunião entre o governo do estado e a direção do Sepe para exigir o piso nacional para todos. A categoria também pode pressionar o governo nas redes sociais, ao longo do dia, com as hashtags #claudiocastropagueopiso #PisoNasCarreirasdaEducação e #RevogaNEM.
A direção do Sepe participará de uma audiência na parte da tarde desta segunda-feira (dia 10/4), na SEEDUC. O encontro será realizado a partir das 14h30 e faz parte do calendário de reuniões com o governo estadual estabelecido na negociação do dia 22 de março, logo após a marcha ao Palácio Guanabara.O governador Claudio Castro, em seu twitter, dia 29, anunciou o seguinte: “Estamos trabalhando para que em breve possamos anunciar o piso dos professores e valorizar essa classe tão importante para o nosso estado”. Os profissionais de educação aguardam com expectativa essa proposta; e que ela seja anunciada já na audiência do dia 12 de abril com o Sepe, quando iremos discutir a pauta econômica.
Mas a categoria também reivindica que a situação salarial dos funcionários administrativos seja discutida, além do pagamento da 2ª parcela da recomposição salarial das perdas desde 2017, acordada com a Alerj, que deveria ter sido paga nos salários de fevereiro, entre outras questões.
No entanto, no mesmo twitter, o governador anunciou a contratação e prorrogação dos contratos de cerca de 2 mil professores temporários. O Sepe é contra a terceirização da educação e reivindicamos a abertura imediata de novos concursos públicos para professores e funcionários, além da chamada dos aprovados em concursos.

Na audiência, conseguimos arrancar uma agenda de negociação com o governo, com a presença não só da Seeduc, mas também da Casa Civil.
Antes da passeata, a categoria realizou assembleia, em pleno Largo do Machado, e aprovou entrar em ESTADO DE GREVE, e o seguinte calendário: conselho deliberativo da rede dia 15/04 e assembleia geral dia 18 de abril.
O “estado de greve” é quando a categoria pode, em assembleia, declarar a greve por tempo indeterminado. Ou seja, a decisão é um alerta da categoria ao governo de que a greve pode ser declarada na próxima assembleia.
NEGOCIAÇÃO COM O GOVERNO
A comissão foi recebida pelo subsecretário da Casa Civil, Adilson de Faria Maciel; pela secretária de Educação, professora Roberta Barreto; a subsecretária de Educação, Joilsa Rangel; e a subsecretária de Gestão Administrativa, Erika Rangel.

Na audiência, o Sepe apresentou a pauta geral da categoria: reajuste salarial, tendo como referência o piso salarial nacional do magistério; pagamento da 2a parcela da recomposição salarial, acordada com a ALERJ em 2021; a não exoneração do animadores culturais; migração dos ex-funcionários da Faep para a Faetec; implantação de piso salarial digno para os funcionários administrativos – o Sepe reforçou que o piso não é só para os professores; revogação do NEM; o Sepe também alertou sobre a violência que as megaoperações da PM em comunidades vêm causando às escolas municipais e estaduais.
Com isso, o governo propôs a seguinte agenda de negociação, para aprofundar o debate, tendo em vista a agenda da categoria:
– 10 de abril: audiência com a Seeduc para discutir a pauta pedagógica;
– 12/04: reunião com o subsecretário Adilson para discutir a pauta econômica (recomposição e piso salarial);
– 13 e 14/04: os secretários de estado de Educação do Sudeste farão reunião no Rio, para discutir o Novo Ensino Médio.
O Sepe alertou sobre a possibilidade de a categoria entrar em greve, na assembleia marcada para 18 de abril. Por isso, a necessidade de o governo acelerar a proposta, em relação ao piso e reposição, e demais pautas.
O Sepe também pediu uma agenda do governo com o Fosperj.
A direção do sindicato, independentemente do resultado da agenda da negociação, orienta a categoria a reforçar a mobilização nos locais de trabalho, visando a realização de uma assembleia ainda mais massivo, no dia 18 de abril.
Vídeo
Confira o vídeo com o resumo do ato da rede estadual


A Assembleia da rede estadual de educação, realizada há pouco no Largo do Machado, zona sul do Rio, acaba de aprovar ESTADO DE GREVE, com conselho deliberativo da rede dia 15/04 e assembleia geral dia 18 de abril – agora, vai começar a passeata até o Palácio Guanabara.
O “estado de greve” é quando a categoria pode, em assembleia, declarar a greve por tempo indeterminado.
A categoria está em luta para que o piso nacional do magistério seja aplicado aos salários e que os funcionários administrativos não recebam abaixo do piso.
Centenas de profissionais da educação participam da passeata, que irá exigir que uma delegação seja recebida pelo governo.
Os profissionais da rede estadual farão greve de 24 horas no dia 22 de março (quarta-feira). Neste mesmo dia, a categoria fará um ato e passeata ao Palácio Guanabara, concentração no Largo do Machado, às 14h, com assembleia no local – as redes municipais participarão do ato unificado.
O PDF do boletim do Sepe sobre a rede estadual, na versão digital, pode ser baixado aqui: bit.ly/BoletimSepe05Estado
Baixe o cartaz chamando para o dia 22:
A greve de 24h visa pressionar o governador Cláudio Castro pela implementação do piso nacional do magistério; a regularização do piso dos funcionários administrativos e o cumprimento pelo governador do acordo da recomposição salarial de 2017 a 2021, entre outras.
O Governo RJ não só não implementa o piso, como paga o pior salário do Brasil. A situação é ainda mais vergonhosa por se tratar do segundo estado mais rico do País, com R$ 753 bi de PIB, segundo o IBGE (2020). É esse estado que paga apenas R$ 1.588 de vencimento-base a um professor (18h) e R$ 802 ao funcionário administrativo, de nível elementar.
A educação estadual vai parar dia 22 de março também em apoio ao movimento nacional em defesa do Piso Salarial como referência na carreira para o professor e funcionário e pela revogação do Novo Ensino Médio (NEM). É o Dia Nacional de Lutas pela aplicação do reajuste do piso nas carreiras dos trabalhadores em educação em todo o País.
Antes, dia 15, os estudantes farão manifestações em todo o País contra o NEM, convocados pela UNE e UBES.
Outras redes municipais, além da estadual, também decidiram paralisar as atividades no dia 22:
1) Rio de Janeiro
2) São Gonçalo
3) Duque de Caxias
4) Itaboraí
5) Valença
Os profissionais de educação das demais redes devem acompanhar as deliberações dos núcleos do Sepe sobre a paralisação dia 22/03.
Nesta terça-feira, dia 28 de fevereiro, expira o prazo para o pagamento da segunda parcela do acordo que o governador Cláudio Castro fez com os parlamentares da Alerj para a recomposição salarial dos servidores estaduais. Firmado em fevereiro de 2021, o acordo previa a recomposição das perdas do funcionalismo de 2017 a 2021, dividida em três parcelas: a primeira, de 13,5% foi paga em fevereiro de 2022; a segunda, de 6,5%, teria que ser paga agora em fevereiro de 2023 (a ser recebida no mês de março); e a terceira (mais 6,5%), a ser paga no ano de 2024.
O Sepe RJ, juntamente com as demais entidades que integram o Fórum dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (FOSPERJ) estão mobilizados e pressionando os deputados da Alerj para obrigar Cláudio Castro a cumprir o que foi acordado e pagar a segunda parcela da recomposição.
No caso da Educação, além do calote no acordo da recomposição, a situação também se agrava pelo fato de o governo estadual não ter implementado até agora o piso nacional do magistério. Com isso, os profissionais que trabalham nas escolas do estado recebem atualmente um dos pisos salariais mais baixos de todo o país. Para os funcionários das escolas (serventes, merendeiras, pessoal de portaria etc.), a situação é ainda mais complicada pois diversos segmentos do apoio recebem atualmente um piso menor do que o salário mínimo nacional, o que é proibido por lei.
Hoje o piso para um professor docente I, carga de 18h semanais é de R$ 1.588. O piso dos funcionários de nível elementar é de R$ 802,66.