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  • 263 ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO ESTÃO FECHADAS POR CAUSA DA COVID

    O Sepe atualizou nesta quinta-feira (26) a lista das escolas municipais do Rio de Janeiro fechadas por causa da covid: de ontem pra hoje (26/11) o número aumentou de 180 para 263 unidades escolares fechadas por casos confirmados ou por suspeita de contaminação por covid em seus profissionais. A nova lista foi enviada via ofício para a Secretaria Municipal de Educação RJ (SME RJ), com a reivindicação de que as atividades presenciais nas escolas sejam imediatamente suspensas.

    Os profissionais de educação do município do Rio vêm denunciando ao sindicato as escolas que estão fechadas por causa da covid. A categoria está em greve contra as atividades presenciais, mas mantendo as aulas remotas. Hoje, quinta-feira (26), às 18h, o Sepe organiza plenária on-line com a comunidade escolar, com a participação dos professores, funcionários, estudantes, pais e responsáveis.

    Na sexta-feira (27), a categoria realiza ato simbólico on-line da greve em defesa da vida, nos Arcos da Lapa, às 18h.

    Já na terça-feira (01/12), às 11h, a categoria se reúne em assembleia on-line para discutir os rumos da greve pela vida contra as atividades presenciais nas escolas.


    NESTE LINK, VOCÊ TEM ACESSO À LISTA COM OS NOMES DAS 263 ESCOLAS MUNICIPAIS FECHADAS POR COVID NO RIO DE JANEIRO.

  • 263 Escolas fechadas SME RJ

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  • 180 ESCOLAS MUNICIPAIS RJ ESTÃO FECHADAS DEVIDO À COVID

    O Sepe oficiou a SME RJ nessa quarta (25), informando a lista com as escolas fechadas desde o dia 19 de setembro por casos de covid no município do Rio de Janeiro. Escolas que o Sepe tem conhecimento de estarem fechadas através de informações da categoria. A lista tem um total de 180 unidades, localizadas em todas as regiões administrativas da SME (Coordenadorias Regionais).

    Os profissionais de educação se encontram em greve e reivindicam o fechamento de toda a rede escolar, com a suspensão das atividades presenciais de ensino devido ao risco de contágio nessa pandemia e a falta de estrutura das escolas.

    Nessa terça (24), a categoria realizou assembleia on-line e manteve a greve pela vida contra as atividades presenciais, mas mantendo as atividades remotas de ensino.

    A LISTA DAS UNIDADES ESCOLARES PODE SER LIDA NESSE LINK.

  • 180 Escolas fechadas SME RJ

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  • MAIS DE 100 ESCOLAS MUNICIPAIS RJ ESTÃO COM CASOS DE COVID

    SEPE REIVINDICA A IMEDIATA SUSPENSÃO DAS ATIVIDADES PRESENCIAIS EM TODA A REDE

    O Sepe RJ recebeu nos últimos dias dezenas de denúncias dos profissionais, estudantes, pais e responsáveis a respeito de casos de covid 19 em mais de 100 escolas da rede municipal RJ, que foram fechadas. 

    A direção do sindicato enviou hoje um ofício à Secretaria Municipal de Educação (SME RJ) com os nomes das unidades, por Coordenadorias Regionais de Educação (CRE), e reivindicando o fechamento imediato de toda a rede, com a suspensão das atividades presenciais, visando diminuir o risco de transmissão da covid.

    Esse é o terceiro ofício que o Sepe envia à SME RJ, denunciando a situação e pedindo providências contra a má estrutura da rede e a exposição que os profissionais e estudantes estão correndo – principalmente nesse momento em que a pandemia está aumentando em todo o País.

    Nessa terça-feira, dia 24, às 11h, será realizada nova assembleia da categoria para discutir a mobilização da greve contra o retorno às atividades presenciais. Os profissionais estão em greve contra o retorno presencial às escolas, mas mantém as aulas remotas.

    O ofício enviado à SME pode ser lido aqui.

  • Ofício SMERJ 23/11/2020

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  • Ofício SMERJ 23/11/2020

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  • Sepe repudia ataque do prefeito RJ aos profissionais de educação – não temos partido, somos educadores

    O Sepe RJ recebeu com extrema indignação as declarações do prefeito do Rio de Janeiro em uma Live, na Internet, dia 19/11, em que ele afirma que os profissionais de educação poderiam vir a praticar crime de pedofilia nas escolas caso outro candidato seja eleito em seu lugar.

    Trata-se, o que foi dito, de um absurdo tão grande que perguntamos: como o prefeito de uma cidade como a nossa pode vir a fazer tal declaração?

    Ressaltamos que nenhum professor ou professora, sob qualquer governo, incitaria ou ensinaria uma prática criminosa. Infelizmente, mais uma vez, nossa profissão é barbaramente atacada por um governante que, durante quatro anos de gestão, sempre mostrou descompromisso e descaso para com a valorização do trabalho da categoria.

    O atual prefeito, desesperado com o resultado das projeções dos institutos de pesquisa para o 2º turno das eleições, aposta tudo no jogo eleitoral rasteiro por meio de mentiras e truques que só servem para desviar o foco da sua desastrosa gestão e alarmar a população. Depois de provocar, em plena pandemia, o irresponsável retorno das atividades presenciais nas unidades escolares às vésperas da eleição, colocando em risco a vida dos integrantes da comunidade escolar, agora sugere que a prática criminosa da pedofilia nas escolas possa acontecer no caso de vitória de outra chapa. Ensandecido, ele faz uso da internet para dissimular fake news, criando alianças entre os seus opositores que só existem na cabeça dele.

    Dessa forma, ele ataca frontalmente os profissionais que atuam nas escolas; ataca os professores e funcionários que trabalham, muitas vezes, em péssimas condições de trabalho, buscando garantir o direito à Educação para as crianças.

    Insistimos: se não bastasse o baixo nível de debate na Live, o atual prefeito colocou em dúvida a postura de milhares de educadoras e educadores da rede municipal. Isso é inadmissível!

    Ao invés de propor saídas para melhorar a Educação carioca; ao invés de melhorar a estrutura das escolas e deixar de perseguir servidores em greve; ao invés de trabalhar para tirar o município do atoleiro fiscal e econômico em que se encontra – até agora, os servidores não sabem quando será pago o 13º salário, por exemplo -, o prefeito deveria respeitar os servidores e valorizá-los; deveria propor uma saída para educação durante e após pandemia.

    É isso que se espera de um governante que deseja permanecer à frente da prefeitura pelos próximos quatro anos.

    No entanto, o atual prefeito do Rio de Janeiro opta por um debate rasteiro e procura colocar dúvida sobre a dignidade e o profissionalismo dos servidores da educação.

    O Sepe não aceita essa investida contra a honra dos professores e funcionários; e temos certeza que toda a sociedade carioca pensa o mesmo. Exigimos a imediata retratação da parte do governo municipal e da Secretaria Municipal de Educação, responsável pela gestão da rede e que tem no comando uma secretária que, antes de tudo é uma profissional de educação.

    Direção do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação RJ 

  • Conselho Estadual de Educação RJ aprova moção de solidariedade aos animadores culturais

    O Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro aprovou uma moção de reconhecimento e solidariedade aos animadores culturais da rede estadual de Educação, que estão em luta, há anos, pela regularização de seu cargo.

    Assinada pelo presidente do CEE, professor Ricardo Tonassi Souto, a moção afirma que o trabalho dos animadores culturais "resgatou os princípios defendidos por Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire".

    A moção pode ser lida na foto ao lado ou baixada aqui.
     

  • Vitória dos servidores do estado: gov publica lei que libera perícia médica em unidades do SUS nos municípios

    O governador Cláudio Castro publicou no Diário Oficial a Lei 9092, de 13 de novembro de 2020, que possibilita aos servidores realizarem a perícia médica em unidades SUS nos municípios onde o serviço não é disponibilizado. A lei determina que onde não seja oferecido os serviços de Perícia Médica os servidores nele residentes poderão recorrer a unidades de saúde vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) para realizar a consulta para emissão de laudo ou exame comprobatório da sua incapacidade transitória para o trabalho ou ainda para concessão de aposentadoria por invalidez. O órgão responsável pela Perícia Médica do Estado ficará responsável pela criação de convênios, afim de dar celeridade ao processo, sem prejuízo da qualidade técnica ou do caráter oficial ao processo de avaliação pericial dos servidores.

    A descentralização dos serviços da Perícia Médica é uma reivindicação antiga dos servidores do Estado e o Sepe vem cobrando há anos a sua implementação. Com isso, a promulgação da Lei 9092 é uma vitória da mobilização dos funcionários que, agora, poderá recorrer em seus próprios municípios aos serviços exames comprobatórios de incapacidade transitória ou para solicitação de aposentadoria por invalidez sem ter que se deslocar até a capital ou a algum dos poucos pólos do órgão espalhados pelo estado.

    Leia a lei aqui.