Categoria: Estadual

  • Sepe Central suspenderá atividades nesta sexta-feira, dia 07 de agosto por causa do alerta climático e previsão de fortes vendavais em todo o estado

    A Coordenação Geral do Sepe, em função dos alertas climatológicos das autoridades, com previsão de ventos fortes e mudanças no tempo que podem afetar o funcionamento dos serviços na capital e nos demais municípios do estado, decidiu suspender o trabalho presencial na sede do sindicato nesta sexta-feira, dia 7 de agosto, que permanecerá fechada.

    Por conta deste alerta de severas condições climáticas, as autoridades estaduais e municipais colocaram o estado do Rio de Janeiro em alerta e as aulas já foram suspensas nas escolas estaduais e em escolas municipais de vários municípios, como Rio de Janeiro, Petrópolis, Angra dos Reis e Parati.

    O sindicato recomenda que todos se resguardem e permaneçam em casa, preservando assim a sua segurança e evitando deslocamentos que possam colocar a vida em risco.

    O Sepe lembra que núcleos municipais e regionais da capital do sindicato tem autonomia para definir o seu funcionamento.

  • Baixe agora o boletim da rede estadual de Educação

    NO DIA 8 DE AGOSTO TEM ASSEMBLEIA HÍBRIDA DA REDE ESTADUAL

    Baixe agora o PDF: boletim_rede_estadual_31_07_2026_FINAL

  • Pesquisa CNTE/FGV para avaliar contexto social e político nas escolas teve seu prazo prorrogado

    A CNTE prorrogou o prazo para realização da pesquisa feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas para avaliar o contexto político e social vivido no interior das escolas públicas no Brasil. O estudo quer ouvir os professores(as) das etapas finais do ensino fundamental e ensino médio para verificar as relações destes profissionais junto com estudantes, familiares, gestores, ou seja, o dia a dia dentro da escola pública.

    O órgão informa que o período de coleta de dados foi estendido até o dia 20 de agosto de 2026, oferecendo uma nova oportunidade para que os estados e entidades que ainda não alcançaram suas metas intensifiquem a mobilização e ampliem a participação da categoria.

    O objetivo da pesquisa é a verificação destas relações dentro do espaço escolar para que se possa desenvolver não só diagnósticos, mas também políticas públicas que venham a melhorar o cotidiano de quem educa.

    Em tempos conturbados, nos quais temos assistido o aumento dos conflitos dentro das famílias e nas salas de aula, além de ameaças à liberdade de cátedra dos professores, muitos destes profissionais reclamam da falta de espaço para promoverem uma educação pública, laica e democrática por causa do patrulhamento dentro do seu espaço de trabalho muitas vezes incentivado pelas redes de ódio.

    O assédio, o controle excessivo e os ataques à nossa liberdade de docência viraram uma realidade pesada na sala de aula. Para combater isso de frente, a CNTE fechou uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e quer ouvir a categoria a respeito desta questão. O questionário visa compreender como o contexto social e político atual no Brasil tem afetado o trabalho na educação. As perguntas abordam a rotina do dia a dia e a relação com estudantes, responsáveis e gestores.

    A enquete é totalmente anônima e os participantes terão o anonimato garantido e podem interromper o preenchimento do formulário online a qualquer momento que desejarem.

     

    Responda a pesquisa neste link:https://mla.bs/3b6c3f91ff

  • Sepe convoca rede estadual para assembleia híbrida no dia 08 de agosto (sábado)

    Atualização: A parte presencial da assembleia será no Auditório do Sintsaúde-RJ (Praça Floriano, 51, 18 andar – Cinelândia)

    Para participar remotamente, cadastre-se em: https://redeestadual.seperj.info

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    O Sepe convoca os profissionais da rede estadual para a assembleia geral híbrida, no dia 8 de agosto (sábado), às 10h. Durante a plenária, a categoria discutirá os resultados alcançados até o presente momento sobre as negociações com o governador Ricardo Couto e seu secretariado, que tomaram um novo impulso a partir do final do mês de maio com a histórica audiência com o chefe interino do executivo fluminense.

    Nestas negociações, que envolvem a pauta de reivindicações da categoria, conseguimos conquistar o pagamento das duas parcelas restantes da recomposição divididas da seguinte maneira: a 1ª parcela está sendo paga agora no salário de julho, com crédito na conta em 1º de agosto; a segunda, tem previsão de crédito dos servidores em novembro.

    Na assembleia do dia 8 de agosto, iremos discutir os rumos da nossa mobilização e avaliar os resultados das negociações com o governo estadual e as estratégias de luta para conquistar nossas reivindicações.

    No dia 7 de agosto, a partir das 19h, teremos um Conselho Deliberativo da rede estadual, no formato online. Veja como acessar a reunião via rede Zoom:

    Ingressar na reunião Zoom:

    https://us02web.zoom.us/j/84049561632?pwd=d1beJiFX3zOzsx4TmyZquL79QWmpHa.1

    ID da reunião: 840 4956 1632

    Senha: 148480

  • Funcionários ex-Faep: Sepe teve reunião com governo do Estado dia 29/7

    No dia 29 de julho, a direção do Sepe, juntamente com uma comissão de servidores da ex-FAEP, foi recebida pela chefe de Gabinete do governador do Estado, Juliane dos Santos, e pelo secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Rafael Ventura. Na pauta da reunião, a discussão sobre o processo de distribuição desses profissionais para os quadros funcionais da Secretaria de Ciência e Tecnologia, em especial a FAETEC.

    O governo não apresentou uma posição conclusiva, uma vez que a nossa reivindicação ainda está em análise na Procuradoria Geral do Estado (PGE). Foi informado que a Procuradoria da SEEDUC está preparando uma posição sobre o assunto para ser repassada para a PGE, com o objetivo de que seja apresentada uma resposta conclusiva.

    O Sepe apoia a luta dos servidores da Ex-FAEP, com sua reivindicação para que o governo do estado promova a sua distribuição para os quadros da FAETEC e que eles possam ter acesso aos mesmos direitos dos profissionais do quadro da Secretaria de Ciência e Tecnologia.

     

     

     

  • CACS-FUNDEB cobra do governador reajuste do vale-alimentação e do vale-transporte e cumprimento do piso nacional

    No dia 23/07, o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (CACS-FUNDEB/RJ) encaminhou ofício ao governador em exercício, Ricardo Couto de Castro, com a cobrança do reajuste dos vale alimentação e transporte dos servidores da educação, tendo em vista a seguinte indicação:

    – Aumento no mínimo de 50% no vale-alimentação e 10% no vale-transporte, que é o valor do reajuste das passagens no período, conforme visto pelo pleno do Conselho, e perfeitamente assimilável pelo orçamento do Fundeb.

    No ofício, o Conselho destaca que, com o reajuste, será corrigida “a injustiça da maior categoria, a da educação, ser a única sem ajustes nos auxílios”.

    No documento, o Conselho também faz as seguintes ressalvas sobre a educação estadual:

    – Não está sendo cumprido o pagamento do Piso Nacional do Magistério;

    – O não pagamento do piso salarial (ainda abaixo do salário mínimo) para os funcionários administrativos que estão dentro das escolas e que são parte ativa do processo educacional;

    – A Regularização da situação funcional dos animadores culturais, que já têm 35 anos de trabalho e nada foi resolvido, como o pagamento do salário mínimo e acerto das pendências com o INSS;

    – A valorização do próprio espaço escolar, que não se trata somente de salários dos atores envolvidos, mas das condições de trabalho, mais confortáveis para o melhor atendimento ao próprio aluno.

  • Governo estadual tenta recuperar na Justiça cerca de R$ 641 milhões do Rioprevidência investidos no Master

    A Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ), ajuizou três ações judiciais para tentar recuperar aproximadamente R$ 641 milhões do Rioprevidência investidos no liquidado Banco Master. As ações foram ajuizadas agora em julho e ganharam amplo destaque na imprensa, já que o fundo de pensão dos servidores estaduais do Rio de Janeiro foi uma das autarquias ligadas à aposentadorias do funcionalismo público envolvidas no escândalo do Master que mais investiram dinheiro a fundo perdido na instituição liderada pelo banqueiro preso Daniel Vorcaro (cerca de 3,7 bilhões).

    Os recursos que o governo quer recuperar na Justiça foram investidos em fundos de alto risco ligados ao Master. As principais frentes da ofensiva judicial incluem: Fundo Revolution: O Estado tenta resgatar R$ 481,4 milhões aplicados e busca impedir que a Master Corretora bloqueie a operação.

    A PGE também pede o arresto de bens da gestora Acura e de seus diretores. No caso do Fundo Texas, houve aportes de R$ 150 milhões, mas o patrimônio despencou mais de 90% em um ano. A Procuradoria exige o bloqueio de bens das empresas Axor e Trustee DTVM, além de uma auditoria independente.

    Na terceira ação judicial, o processo corre sob segredo de Justiça e visa a exibição de documentos complementares sobre as operações. Para garantir o ressarcimento aos cofres públicos, a PGE-RJ solicitou judicialmente o bloqueio de contas bancárias, imóveis, veículos, aeronaves e até criptomoedas dos envolvidos. Os investimentos do Rioprevidência estão sob investigação pela Polícia Federal, que apura aportes em cerca de R$ 3,7 bilhões feitos no conglomerado durante a gestão do ex-governador Cláudio Castro.

  • Sepe completou 49 anos no dia 16 de julho

    Nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026, o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) completa 49 anos – quase meio século de muitas lutas e vitórias. Durante esse período, os educadores sempre se destacaram na defesa de uma educação de qualidade e na luta para que os governantes, ao longo desses anos, melhorassem o tratamento dado à nossa categoria.

    NOSSA HISTÓRIA

    O Sepe legitimou-se no dia a dia das lutas travadas pelos educadores do Rio de Janeiro. Sua história reflete os avanços da categoria até a conquista legal do direito de representação.

    Em 1977, foi criada a Sociedade Estadual dos Professores (SEP), que, em 1979, fundiu-se com a União dos Professores do Rio de Janeiro (UPERJ) e com a Associação dos Professores do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), dando origem ao então CEP – Centro de Professores do Rio de Janeiro, entidade que se tornou referência sindical entre os educadores fluminenses.

    O ano de 1979 foi um marco na história do Sepe. Naquele período, conquistamos um piso salarial equivalente a cinco salários mínimos da época, em uma greve considerada histórica para o movimento. Mesmo com a tentativa do governador Chagas Freitas de fechar a entidade, nossa voz não foi silenciada, nem nossa luta, interrompida.

    DÉCADA DE 80

    Em 1986, um novo marco na luta do sindicato: em greve, os professores da rede estadual conquistaram um plano de carreira que regulamentava o enquadramento por formação, a progressão e o controle, pela categoria, da aplicabilidade do plano – chegou a ocorrer uma assembleia gigante no Maracanãzinho para decidir os rumos do movimento. Mas devido à exclusão dos aposentados, surgiu a primeira comissão do Sepe dedicada a esse setor fundamental, que, junto à direção do sindicato, ampliou a luta e garantiu, em 1987, a almejada paridade.

    Em 1987, após anos de discussões, foi aprovada em 30 de outubro, durante o terceiro congresso da entidade, a ampliação do quadro de associados, incluindo outros profissionais da educação que não eram professores. A entidade passou a se chamar, então, CEPE – Centro Estadual dos Profissionais de Educação. Já em 1988, o novo CEPE liderou a primeira greve conjunta do magistério e dos funcionários administrativos no Rio. A partir de outubro de 1988, com a nova Constituição Federal, os funcionários públicos passaram a ter direito à sindicalização.

    NOVO NOME: O NOSSO SEPE

    Em dezembro de 1988, o então CEPE realizou sua 1ª Conferência de Educação, na qual foi aprovada a mudança de nome para Sepe – Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro. A decisão foi ratificada no IV Congresso do sindicato, em 1989.

    A LUTA NÃO PARA NUNCA!

    Desde que unificamos nossa luta, enfrentamos sucessivos governos autoritários. Em 2013, 2014 e 2016, por exemplo, mobilizamos dezenas de milhares de profissionais das redes municipais do Rio de Janeiro, dos municípios do interior, da Baixada Fluminense e da rede estadual, que tomaram as ruas para levar à sociedade as reivindicações dos educadores — por valorização e melhores condições de trabalho.

    Também em 2016, estudante ocuparam escolas em apoio à luta do Sepe. Para o sindicato, a mobilização ganha mais força quando realizada em conjunto com esse setor fundamental da comunidade escolar.

    Destacamos também a “Greve pela Vida” no início da pandemia (2020), uma reação às tentativas dos governos de expor a comunidade escolar ao risco de contágio; as greves no Estado em 2023, que reivindicaram o pagamento do piso nacional e se opuseram aos ataques ao PCCS; e a greve da rede municipal do Rio de Janeiro em 2025, em resposta às medidas do prefeito e da SME sobre a “minutagem” e aos ataques ao concurso público. Esses movimentos massivos demonstraram a disposição da categoria para lutar por seus direitos.

    Assim ao longo desses anos, o sindicato tem estado ao lado das comunidades populares, denunciando a política de segurança dos governos – uma guerra cruel e silenciosa que tem ceifado vidas, sobretudo de nossos estudantes e cidadãos negros, os mais atingidos por essa violência.

    Mas nossa luta não se esgota. Com a união de todos nós, educadores, seguiremos escrevendo a história do Sepe e lutando pela melhoria das condições de trabalho e da educação pública — por um Brasil mais justo e igualitário.

    O Sepe somos nós: nossa força, nossa resistência e nossa voz!

  • Veja a nova tabela de vencimentos da rede estadual com simulações das duas parcelas da recomposição

    Veja tabela completa com o novo estudo do impacto das parcelas restantes da recomposição sobre os salários da rede estadual no link do texto ao lado

    Veja na tabela em PDF um estudo produzido em julho, com simulações do efeito do pagamento das duas parcelas restantes da recomposição salarial (agosto e novembro de 2026) sobre os vencimentos dos profissionais de educação da rede estadual e também a atualização do valor do complemento remuneratório.

    Importante ressaltar que estas tabelas não medem o efeito da recomposição nos triênios e no pagamento retroativa da atualização do complemento.

    Baixe a nova tabela de salários da rede estadual (A4, PDF)

  • Imprensa repercute decreto de Ricardo Couto que mudou a estrutura de governança do Rioprevidência

    O Jornal Valor Econômico/Globo publicou uma reportagem sobre as mudanças estruturais e novos mecanismos de transparência e gestão do Rioprevidência, o órgão responsável pelos pagamentos de mais de 245 mil servidores estaduais e aposentados do Rio de Janeiro envolvido no chamado escândalo do Banco Master. A matéria cita o Sepe RJ, que avaliou como positivo o decreto 50.376/20226, publicado pelo governador em exercício, Ricardo Couto, na última segunda-feira, dia 13 de julho, determinando as mudanças na gestão do nosso fundo de pensão. Para o sindicato, um dos pontos a destacar no texto do decreto é o fato de Couto ter nomeado servidores de carreira do próprio Rioprevidência para assumir a gestão da autarquia, o que fará com que servidores  sejam responsáveis pela gestão dos próprios recursos previdenciários.

    O Decreto do governador determina toda uma revisão na estrutura de gestão do Rioprevidência, criando novos mecanismos de transparência e gestão dos recursos do fundo de pensão. O texto amplia a participação de servidores de carreira em funções estratégicas do órgão, apontado pela Polícia Federal como um dos maiores participantes do escândalo do liquidado Banco Master, onde foram investidos cerca R$ 3,7 bilhões em letras financeiras podres da instituição, que está sendo investigada por uma série de ilícitos cometidos em suas transações financeiras.

    Segundo o decreto de Couto, os cargos de diretor de administração e finanças, de seguridade e de investimentos agora passam a ser exclusivos de servidores que ocupem a carreia de “Especialista em Previdência Social”, sendo que o de seguridade será indicado por sindicatos e associações por meio de lista tríplice. Com isto, o governo do estado amplia a participação de servidores de carreira em funções estratégicas e estabelece novos mecanismos de transparência e de gestão previdenciária.

     Em maio deste ano, Ricardo Couto já havia estabelecido regras mais restritas de investimentos para o Rioprevidência, exigindo relatórios semestrais detalhados de instituições financeiras, fundos receptores de investimentos e remuneração pela gestão das carteiras, além de determinar a divulgação de extratos completos das aplicações realizadas pelo órgão.

    Veja matéria do Valor Econômico/Globo sobre o tema pelos links abaixo:

    https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/07/13/governo-do-rio-muda-estrutura-do-rioprevidencia-apos-fundo-entrar-na-mira-da-pf-por-ligacao-com-master.ghtml