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  • Nota do Sepe sobre o pagamento do Piso aos PAEIs no município do Rio de Janeiro

    Após meses de intensa mobilização e pressão das professoras adjuntas da educação infantil (PAEIs), a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou medidas relacionadas ao pagamento do piso salarial da categoria.

    O Sepe destaca que já possui ação judicial vitoriosa que garante o pagamento do Piso Nacional do Magistério (PNM) aos PAEIs, questionando o não cumprimento do piso nos anos de 2020 e 2021, bem como os novos atrasos entre 2023 e 2025. Mesmo diante dessa decisão favorável à categoria, o prefeito Eduardo Paes solicitou recentemente dilação de prazo à Justiça para o cumprimento da sentença, evidenciando mais uma vez a política de postergação e desrespeito aos direitos dos profissionais da educação.

    Em vez de cumprir integralmente a lei e pagar o piso no vencimento inicial da carreira, a Prefeitura opta por implementar o pagamento por meio de complemento salarial, o que distorce o sentido do piso, transforma-o em teto e desestrutura a carreira do magistério.

    Essa medida coloca a prefeitura do Rio no rol de governos que descumprem a Lei do Piso Nacional do Magistério, adotando mecanismos que fragilizam a valorização profissional.

    O Sepe reconhece que qualquer avanço só foi possível graças à forte mobilização e luta das PAEIs, mas reafirma que a medida anunciada está longe de garantir o cumprimento correto da legislação.

    Seguiremos firmes na luta política e judicial para assegurar o pagamento do piso no vencimento base da carreira, como determina a lei.

    Alertamos ainda que a adoção do pagamento por complemento abre um precedente grave, que pode comprometer futuramente todas as carreiras docentes, caso passem a não atingir o piso nacional em seus vencimentos básicos.

    Ao adotar essa política, o prefeito Eduardo Paes reproduz no município do Rio de Janeiro a mesma lógica aplicada pelo governador Cláudio Castro, que também utiliza o complemento para alcançar o piso, em detrimento da valorização real da carreira.

    Piso é no vencimento básico, não em forma de complemento!

    Valorização da educação se faz com respeito à carreira e aos direitos!

  • Mural Artivista do 8M: inscrições no edital se encerram no dia 29/3

    A Secretaria de Gênero e Defesa dos Direitos LGBTQIAPN+ do Sepe/RJ está com edital aberto, até o dia 29/3 (próximo domingo) para a confecção de um MURAL ARTIVISTA em menção ao Dia Internacional da Mulher (8M). Podem participar educadoras filiadas de todas as redes, com propostas de pintura que provoquem a reflexão acerca da violência de gênero e/ou demais pautas do movimento feminista.

    As cinco melhores propostas passarão por votação popular na redes sociais do Sepe e a educadora vencedora executará o projeto do mural em uma escola que enfrente ou tenha enfrentado situações relacionadas à violência de gênero.

    A artista vencedora ainda receberá remuneração!

    As inscrições vão até o dia 29/03.

    O edital e a ficha de inscrição podem ser acessados através do link:

    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/secretaria-de-genero-e-defesa-dos-direitos-lgbtqiapn-do-sepe-lanca-edital-para-mural-artivista-em-homenagem-ao-8-de-marco/

     Se inscreva agora mesmo!

     

     

     

     

  • Castro renuncia para fugir da cassação e deixa o governo pelos fundos; Paes também sai sem deixar saudades entre servidores

    O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, renunciou ao cargo nesta segunda-feira, dia 23 de março, após se reunir com membros do Partido Liberal (PL), seu partido, e advogados.

    Entre os fatores que pesaram para a renúncia está o temor de que o ex-governador seja condenado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a possibilidade de que uma eventual cassação do mandato levasse à realização de eleições diretas no estado.

    A ação chegou ao TSE por meio de um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que absolveu Castro e aliados. O processo no TSE já está em 2 a 0 contra o governador – o julgamento continua no dia 24/03, com mais cinco votos.

    A acusação aponta irregularidades gravíssimas na contratação de mais de 27,6 mil funcionários temporários na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e na Fundação CEPERJ, que teriam atuado como “cabos eleitorais” em prol da chapa e de aliados.

    Castro foi um verdadeiro desastre para o estado do Rio e, ao final de sua gestão – depois de quebrar as finanças do governo e o Rioprevidência, se envolver no escândalo do Banco Master, manter uma política de segurança assassina e manter um arrocho salarial de três anos contra os servidores –, ele saiu do cargo para tentar se candidatar ao Senado.

    Por isso, é importante que o julgamento ocorra de modo célere e o torne inelegível, impedindo a sua candidatura e eventual eleição ao Senado, o que seria um verdadeiro presente para alguém que acabou com a máquina pública fluminense.

    O Sepe sempre denunciou os rumos da administração Castro. Por exemplo:

    O Rioprevidência, responsável pelas aposentadorias e pensões dos servidores estaduais, por causa da má administração e gestão temerária, esteve envolvido em denúncias e escândalos a respeito da malversação das suas verbas, como já havia demonstrado a CPI do Rioprevidência, finalizada em 2021 e que até agora não puniu os responsáveis pelo rombo no caixa do órgão — de 2019 a 2025 (governos de Wilson Witzel e Castro) deixaram de ser aplicados na educação R$ 16 bilhões referentes à participação especial dos royalties de petróleo.

    Castro foi um dos governadores cuja gestão mais investiu no malfadado Banco Master. Na sua gestão, ele retirou R$ 1bilhão da previdência dos servidores para investir nesse banco – uma instituição suja, cheia de esquemas e que foi fechada pelo Banco Central no final do ano passado e cujo presidente, Daniel Vorcaro, se encontra preso.

    A gestão Castro não é só acusada de graves indícios de corrupção, como também exerce uma política de segurança truculenta e assassina, que atinge e mata inocentes nas ruas e comunidades do Rio de Janeiro, atingindo nossas escolas e estudantes, sob o pretexto eleitoreiro de “agir” contra o crime.

    O ex-governador se notabilizou por pagar o pior salário de professor do país e se recusar a aplicar o piso do magistério – isso em um dos estados mais ricos do país. Uma vergonha que atinge em cheio qualquer política pedagógica séria. Aliás, o que não faltou na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro na gestão dele foram denúncias de gastos vultosos e irregulares.

    PAES TAMBÉM VAI EMBORA SEM DEIXAR SAUDADES NA PREFEITURA DO RIO

    Enquanto Cláudio Castro deixa o Palácio Guanabara pela porta dos fundos, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes também renunciou ao cargo para concorrer nas eleições de outubro para governador.

    Até o último momento da sua gestão, Eduardo Paes manteve a política de não valorizar os profissionais de educação e a maioria dos demais servidores municipais. Foram quatro anos de mandato, sem qualquer tipo de negociação ou audiência com o funcionalismo municipal, que sofre com as perdas salariais decorrentes do arrocho e com um vale alimentação com o valor de R$ 12, congelado desde que foi criado há 14 anos (2012). Na educação, foram muitos os ataques do prefeito, como o famigerado pacote de maldades do final de 2024, que tem como destaque a contestada Lei da Minutagem, que tem provocado o adoecimento em massa na categoria, obrigada a trabalhar mais sem a respectiva compensação nos salários.

    O legado de Eduardo Paes para com o funcionalismo é o da falta de disposição para o diálogo e para a negociação. Não podemos esquecer que ele sempre se portou como um defensor das políticas de desvalorização e de destruição do serviço público municipal. Não é por acaso que um dos seus mais fiéis seguidores, o deputado federal Pedro Paulo (PSD), com todo o incentivo de Paes, é o relator da Reforma Administrativa que tramita no Congresso e que tem como proposta acabar com uma série de direitos dos servidores públicos no país.

    Já vai tarde, prefeito Eduardo Paes!

    ELEIÇÃO INDIRETA NO ESTADO

    O estado do Rio terá uma eleição indireta para o governo do estado, realizada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, cuja maioria dos deputados estaduais, apoiadores do governo Castro, se viu envolvida no escândalo da prisão do ex-presidente da Assembleia, acusado de conluio com o tráfico de drogas.

    Castro já havia sancionado, no dia 12/03, a Lei Complementar aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro no final de fevereiro, que regulamenta a eleição indireta para o cargo mais alto do Executivo fluminense.

    Como o Rio de Janeiro não tem vice-governador, desde que Thiago Pampolha renunciou ao cargo para assumir como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, em maio do ano passado, a renúncia do governador abre a necessidade da escolha de um novo mandatário, que completará o mandato atual até o final de 2026.

    Segundo a Constituição Estadual, essa escolha acontece de forma indireta, com os 70 deputados da Alerj escolhendo uma chapa — com governador e vice — para comandar o estado.

    Esta é a situação em que o ex-governador abandonou seu cargo: um estado falido em todos os sentidos.

    Fora Castro!

  • Coletivo estadual de funcionários do Sepe realizou Plenária no dia 21/3

    A Secretaria de Funcionários do Sepe realizou uma plenária do Coletivo estadual de Aposentados da Educação no dia 21 de março, no auditório do sindicato. No encontro, os funcionários discutiram as estratégias de luta e de mobilização para a manutenção dos direitos e por conquistas e valorização no ano de 2026.

  • Secretaria de Saúde do Sepe realizou palestra sobre saúde do trabalhador no dia 21/3

    Secretaria de Saúde do Sepe realizou a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?”. O Debate foi realizado no dia 21 de março, no auditório do sindicato. A palestra foi comandada pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.

  • Aposentados do Sepe tiveram reunião com nova direção do Rioprevidência no dia 17/3

    A direção do Coletivo de Aposentados do Sepe teve uma reunião com a nova direção do Rioprevidência, no dia 17 de março. No encontro, realizado na sede do órgão, estiveram presentes, além da direção da Secretaria de Aposentados e da coordenação geral do sindicato, o presidente interino, Nicholas Cardoso, a diretora de seguridade, Louise Mayer, e a gerente de aposentadorias e certidões, Flávia Sá.

    Inicialmente, foi destacada na reunião a preocupação do coletivo para que não se repitam situações ocorridas no passado, quando aposentados ficaram sem receber seus pagamentos, o que gerou graves consequências, como quadros de depressão, adoecimento e, em casos extremos, suicídios.

    Diante desse histórico, reforçou-se a importância de manter um diálogo permanente com o sindicato, visando garantir transparência, esclarecimento e resolução antecipada de problemas.

    Em relação aos descontos indevidos nos contracheques, o presidente interino solicitou que sejam encaminhados, por e-mail, os contracheques com inconsistências, acompanhados das respectivas matrículas, para análise e melhor compreensão das ocorrências.

    Quanto à dificuldade de acesso ao portal de atendimentos, a gerente de aposentadorias e certidões informou que será disponibilizado um passo a passo de orientação, especialmente voltado aos aposentados que encontram mais dificuldade na utilização do sistema.

    No que diz respeito à saúde financeira do fundo previdenciário, a equipe da Rioprevidência afirmou que, no momento, não há motivo para preocupação, destacando que, se necessário, o Tesouro Estadual realizará aportes para garantir o pagamento dos benefícios.

    Sobre a manutenção do diálogo com o sindicato, o presidente interino reforçou que a instituição permanecerá aberta ao diálogo, colocando-se à disposição para prestar esclarecimentos sempre que necessário.

  • Leia e compartilhe o Boletim do Sepe para a rede estadual, com a cobertura do ato do dia 18/3

    O Sepe produziu nova edição de seu boletim, voltado aos profissionais da rede estadual. A edição 74 traz a cobertura do ato no dia 18/3 no Palácio Guanabara, em conjunto com o funcionalismo, e os próximos passos da luta da categoria, como a paralisação do dia 09/4. Leia e compartilhe nos grupos da escola.

    Boletim do Sepe – Rede Estadual – versão redes
    Boletim do Sepe – Rede Estadual – Versão reprodução (A3)

  • Veja novo modelo de protocolo para requerer equiparação das AEIs ao cargo do magistério

    O Sepe publica nesta postagem um novo modelo de requerimento para que profissionais da rede municipal RJ possam imprimir, preencher e protocolar na prefeitura, requerendo a equiparação dos Agentes de Educação Infantil ao cargo do magistério e direito ao piso nacional do magistério:

    – modelo de requerimento, solicitando a equiparação dos Agentes de Educação Infantil ao cargo do magistério e direito ao piso nacional do magistério:
    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SEPE-RJ-REDE-MUNICIPAL-RJ-AEI-LEI-15326-2026-REQ-INDIVIDUAL-v-final.pdf

    Acessando o PDF acima, vc pode imprimir e levar para dar entrada no Setor de Protocolo da prefeitura, no Centro Administrativo São Sebastião, térreo e anexar ao modelo de protocolo padrão que lhe será entregue para preencher no órgão.

  • RJ 1 da TV Globo fez matéria sobre o ato dos servidores dessa quarta (18/03)

    O RJ 1 da TV Globo acompanhou o ato dos servidores do estado dessa quarta, dia 18, do Largo do Machado até o Palácio Guanabara, com destaque para a educação – a matéria pode ser lida aqui. 

    Leia outras matérias:

    G 1.

    Extra 

    Tempo Real

    Diário do Estado

  • Rede estadual parou nesta quarta (18/3) para participar do protesto conjunto dos servidores estaduais no Palácio Guanabara

    Os profissionais da rede estadual participaram da passeata e do ato de protesto conjunto do funcionalismo estadual hoje (18), no Palácio Guanabara, para cobrar do governador Cláudio Castro o pagamento do restante da recomposição salarial, referente aos anos de 2023 e 2024. Hoje a rede estadual e outras as categorias do serviço público estadual fizeram uma paralisação de 24 horas para participar da passeata até o Palácio Guanabara. Desde o início da manhã, os servidores iniciaram a concentração, no Largo do Machado, onde os representantes das entidades representativas do funcionalismo denunciaram para a população as mazelas do governo Cláudio Castro para com o serviço público do estado, há três anos sem reajuste e com perdas salariais que ultrapassam os 50%.

    Chegando ao Palácio, os servidores deram prosseguimento à manifestação e cobraram do governador o pagamento imediato da recomposição salarial e um reajuste capaz de cobrir as demais perdas provocadas pelos sucessivos arrochos e congelamentos dos salários no serviço público estadual. Os servidores lembraram das acusações de desvio de verbas e dos escandalosos investimentos do Rioprevidência no liquidado banco Master, que torraram cerca de RE$ 1 bilhão dos cofres da autarquia responsável pelos pagamentos dos salários de mais de 245 mil aposentados e pensionistas do estado.

    Também no Palácio, os manifestantes fecharam as duas pistas da Rua Pinheiro Machado e interromperam o trânsito  nos sentidos Zona Sul e Norte.