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  • Nota de falecimento: Professor Jorge Torres (Jorjão)

    O Sepe RJ comunica com pesar o falecimento do professor aposentado das redes municipal e estadual Jorge Torres, o Jorjão.  O profissional também teve uma atuação combativa em nosso sindicato, no núcleo de Cachoeiras de Macacu, e atualmente era um dos conselheiros fiscais da atual gestão 2025-2028.

    O Sepe se solidariza com amigos e familiares do profissional neste momento de luto e pesar.

    O corpo do companheiro está sendo velado na capela SAF (Avenida Lord Baden Powel, 45), até às 22h. De lá, sairá para ser sepultado no Rio de Janeiro, no Jardim Saudade, em Paciência, na quarta-feira (amanhã), dia 04 de fevereiro.

  • Ministério Público RJ recomenda à prefeitura do Rio concurso para professores

    A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) deu um prazo de 90 dias à prefeitura do Rio de Janeiro para que apresente um plano de ação detalhado para a abertura e execução de concursos públicos para preenchimento de vagas permanentes de professores na rede municipal de educação.

    A recomendação do MPRJ acontece em um momento que o governo municipal, através da SME RJ tem investido na utilização de contratos temporários para mascarar e suprir as carências de docentes, especialmente na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

    Segundo o Ministério Público esse modelo não atende às exigências constitucionais nem garante a continuidade e a qualidade do ensino. Por isso, o órgão deu prazo para que o prefeito Eduardo Paes e Ferreirinha apresentem, em 90 dias o planejamento para a realização dos concursos públicos para docentes na rede municipal.

    O Sepe sempre denunciou a utilização dos contratos temporários, tanto nas redes municipais como na estadual como forma de mascarar a grave falta de professores nas escolas públicas municipais e estaduais. Para o sindicato, os contratos temporários, além de precarizar a educação, já que os contratados não criam vínculos nas unidades escolares e não tem garantias estatutárias para desempenhar suas funções de maneira mais independente e se constituem num verdadeiro problema para a aposentadoria dos concursados já que eles não contribuem para os fundos de pensão dos servidores estatutários. O sindicato vai acompanhar de perto para ver se o governo municipal vai cumprir ou não as determinações e recomendações do MPRJ.

    Leia mais no site do Ministério Público do Rio de Janeiro

  • Regional 3 organiza “Grito Subversivo de Carnaval” no dia 7/2

    A Regional 3 do Sepe convida a todos para a atividade carnavalesca denominada “Grito Subversivo de Carnaval”, que será realizado no dia 07 de fevereiro, próximo sábado, a partir das 16h30, no Club Municipal, na Tijuca.

    Com a proximidade da folia carnavalesca na cidade, o objetivo da atividade, segundo os organizadores, é o de sambar, pular, brincar,  confraternizar e gritar bem alto contra Paes, Castro, Ferreirinha, Roberta Barreto e toda a gangue de algozes que explora cada vez mais a categoria, remunera cada vez menos e tem destruído o direito à educação pública a serviço dos interesses do povo.

    As 100 primeiras trabalhadoras e trabalhadores da regional 3 que se inscreverem na atividade receberão uma cortesia de 3 bebidas e 2 salgados. Basta acessar o link abaixo:

    https://forms.gle/LiZ4P6BAChZQZ5yQ7

    A Regional 3 também avisa que as pessoas que quiserem apresentar marchinhas/paródias com o tema da defesa da educação e/ou em defesa da luta popular e antifascista, o microfone estará aberto.

  • Dieese/Sepe: Perdas do município chegam a quase 20% nos últimos anos

    O mais recente estudo da evolução salarial dos profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro, divulgado pelo Dieese/Sepe agora em janeiro, mostra que as perdas salariais da categoria de 1º de março de 2019 a 31 de dezembro de 2025 alcançaram a marca de 19,40%. Este resultado mostra o quão insignificante foi o reajuste concedido pelo prefeito Eduardo Paes, ao final do mês de dezembro do ano passado, que ficou muito longe da perda salarial da categoria por causa do arrocho dos últimos anos.

    De acordo com o levantamento do Dieese, o reajuste necessário em 1º de janeiro de 2026 para recompor as perdas salarias de 2019 para cá teria que ser de 24,07%, pelo IPCA-IBGE ou 23,88% pela INPC-IBGE, enquanto a prefeitura concedeu somente 4,71%, correspondente à inflação de 2025.

    O estudo tomou como base o poder de compra dos salários da categoria em 1º de março de 2019 e comparou com a evolução dos salários pelo INPC e IPCA até 31 de dezembro de 2025. Enquanto o INPC e o IPCA apresentaram uma variação de 43,88% e 44,06% respectivamente os salários no mesmo período foram reajustados em apenas 16,11%. Desta forma, os salários em 31 de dezembro do ano passado manteriam apenas 80,73% do poder aquisitivo de 1º de março de 2019.

    No dia 12 de março, a rede municipal fará uma paralisação de 24h para exigir de Paes e Ferreirinha melhores condições de trabalho e reajuste salarial capaz de recompor as perdas dos últimos anos. Neste mesmo dia, será realizada uma assembleia geral e um ato de protesto (local e horário a confirmar) para mostrar ao prefeito e ao secretário municipal de Educação que a categoria está mobilizada e disposta a lutar pela garantia dos seus direitos.

    Baixe aqui o boletim do Sepe para a rede municipal RJ

  • Sepe Japeri consegue abertura de negociação com a prefeitura

    Na última quinta-feira, 29/01, durante um evento da saúde, a direção do Sepe Japeri esteve presente para cobrar, mais uma vez, a abertura de negociações com a prefeita Fernanda Ontiveros (PT), um diálogo sempre negado pela administração municipal. No dia 31 de janeiro, na inauguração da reforma do CIEP 401, a direção do sindicato voltou a marcar presença, juntamente com os concursados e aprovados no concurso da Educação de 2023, em uma manifestação pacífica, firme e organizada.

    Foi durante a manifestação, diante dos cartazes e da mobilização da categoria, que a prefeita assumiu publicamente o compromisso de agendar uma reunião para esta segunda-feira (02), às 13h, com o Sepe e a comissão dos concursados da Educação 2023, compromisso também com a convocação dos concursados aprovados. Foram três anos de silêncio do governo municipal, que sempre se recusou a abrir o diálogo com a categoria.

    O Sepe espera que a abertura das negociações seja sinal de que as reivindicações dos profissionais de educação da rede municipal de Japeri sejam atendidos.

  • Boletim do Sepe convoca paralisação da rede municipal RJ, no dia 12 de março

    Baixe a nova edição do Boletim do Sepe (nº 72), voltada aos profissionais da Rede Municipal do Rio de Janeiro. O informativo traz a convocação para uma paralisação de 24 horas no dia 12/03, com assembleia geral e ato e assembleia a partir das 09h, na Quadra da GRES Estácio de Sá (Avenida Salvador de Sá, 206 – Estácio). O boletim traz a atualização das perdas econômicas da rede, após o pífio reajuste anunciado em dezembro por Eduardo Paes, e convoca a luta pelas pautas da categoria, como o fim da minutagem e o reajuste do vale alimentação, congelado desde a sua criação, há quase 14 anos.

    O boletim aborda ainda o reajuste de 5,4% do piso nacional do magistério em 2026, decretado pelo presidente Lula, e a pressão para que o prefeito Paes e o secretário Renan Ferreirinha cumpra a lei, pagando o piso aos PAEIs. Traz também a vitória da Educação Infantil, com o reconhecimento das AEIs no magistério, e as ações do Sepe para que a Prefeitura implemente o conteúdo da lei federal aprovada e sancionada.

    Leia também a cobertura da participação do Sepe no Congresso da CNTE, além de outras lutas da categoria e informes jurídicos.

    👉 Baixe o boletim (versão A4, para redes)
    boletimSepeMunicipal72_redes_atualizado

    👉 Baixe o boletim (versão A3, para reprodução)
    boletimSepeMunicipal72_parareproducao_atualizado

  • Veja informe do convênio Sepe/Unimed sobre a continuidade da prestação de assistência médica aos usuários

    O Sepe Saúde divulga abaixo um comunicado sobre o funcionamento da rede credenciada enviado pela Unimed BR aos usuários do convênio. Veja no texto as informações enviadas pela representante institucional das cooperativas Unimed, com esclarecimento sobre a continuidade da prestação dos serviços de assistência em saúda aos usuários do convênio:

    “Comunicado Importante da Unimed BR sobre a Rede Credenciada

    A Unimed do Brasil e a Unimed Ferj seguem atuando de forma integrada para garantir a estabilidade, a normalidade e a qualidade da assistência em saúde aos beneficiários.

    Foram firmadas parcerias com importantes prestadores de serviços de saúde, considerando também os médicos cooperados da Unimed-Rio, assegurando o acesso à rede credenciada e fortalecendo o cuidado aos clientes.

    Esse processo faz parte do nosso compromisso contínuo com o acesso e a qualidade do atendimento, realizado de forma planejada e em conformidade com os direcionamentos da ANS (RN nº 517/2022).”

    Importante: para consultar a rede de atendimento atualizada do plano, acesse sempre o Guia Médico:

    https://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico

  • Dirigentes do Sepe reunidos para o Seminário de Direção que começa hoje(30) e terá segundo capítulo no dia 19/2

    A diretoria do Sepe começa a chegar para participar do Seminário de direção que será realizado hoje (30 de janeiro), no auditório Marco Tulio Paolino, na sede do sindicato e dia 19 de fevereiro (local a confirmar). O seminário servirá para que a direção, que tomou posse em agosto do ano passado para o próximo triênio 2025/2028 possa alinhar e discutir as estratégias de luta e traçar os planos para que a categoria possa fazer frente aos ataques dos diferentes governos à educação pública, gratuita, laica e de qualidade.

    Na pauta deste encontro também se destacam a análise da conjuntura nacional e internacional para fazer frente aos avanços do fascismo e do imperialismo dos Estados Unidos sob o governo Trump e a defesa intransigente da democracia e da soberania dos povos face às ameaças de intervenção e ataques, como são exemplos o bombardeio do território Venezuelano e o sequestro do presidente daquele país, Nicolás Maduro e sua mulher Cília Flores, e o massacre israelense dos palestinos na Faixa de Gaza.


  • 29 de janeiro – Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti: Veja artigo da Secretaria de Defesa dos Direitos Lgbtqia+ do Sepe-RJ

    Publicamos abaixo, um texto da Secretaria de Defesa dos Direitos Lgbtqia+ do Sepe-RJ para marcar a passagem do Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti. O texto apresenta uma análise a respeito da questão, lembrando a luta e a conquista de direitos essenciais para o exercício da cidadania e homenageia uma professora da rede municipal do Rio de Janeiro, Arrapha, militante de base do sindicato que faz a diferença junto à comunidade com sua força e garra, enfrentando na pele os desafios diários da violência praticada pelo Estado e pela sociedade.

    SER Trans e Travesti!

    O Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti, celebrado no dia 29 de janeiro, tem o objetivo de lembrar a luta e a conquista de direitos essenciais para o exercício da cidadania de travestis, mulheres e homens trans, além de pessoas não-bináries, que historicamente sofrem com a violência praticada pelo Estado e pela sociedade sobre si.

    Esta data foi instituída em 2004, a partir de um ato político liderado por ativistas trans na Câmara de Deputados em Brasília, em conjunto com uma ação realizada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e o Ministério da Saúde, “Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos”. Lá se vão vinte e dois anos, registramos avanços e colecionamos também retrocessos. Desde estigmas, personagens monstruosos à total negativa ao reconhecimento de direitos comuns; mulheres e homens trans, travestis e pessoas não-bináries precisaram lutar duramente por seu espaço e pelo direito de viver, enquanto que para as pessoas cisgênero bastava nascer para poder exercê-los sem maiores dificuldades. Para pessoas trans ao contrário, é necessário convencer, certificar e buscar credibilidade às suas existências.

    Muitas são as formas de morte lhes são impostas diariamente e a necropolítica cisheteronormativa, branca e masculina reforça diariamente as estatísticas que demonstram a necessidade do debate sobre a transfobia, pois o Brasil segue liderando o ranking desse tipo de apagamento. O ano de 2026 mal começou e já temos registros de transfeminicídos e em 2025, situações absurdas como a de um assassino confesso que após matar uma jovem, levar o seu corpo até a delegacia, entrega-lo à polícia, foi liberado sem ser ao menos indiciado em inquérito, tendo situação revertida somente após denúncia da deputada Duda Salabert.

    Dentro das escolas, estudantes e educadores são vítimas da convergência de políticas educacionais repressoras, da moral religiosa agressiva e de discursos ideológicos de  natureza militar; que se traduzem em adoecimento físico, emocional e mental, resultando nos elevados índices de transtornos de ansiedade, depressão, autoagressão, ideação suicida, tentativa de suicídio e suicídio.

    Sem contar os casos de expulsão, chamados “carinhosamente” pelo Estado de evasão escolar e licença médica. Lembremos também, que já é direito o uso do nome social nos documentos escolares e a retificação da documentação civil, com vias ao reconhecimento da cidadania à todas as pessoas, independentemente de qualquer coisa, bastando apenas sua autoafirmação de gênero; mas que por preconceito estudantes e educadores têm esse direito negado ostensivamente em diversas escolas Brasil afora.

    E mesmo que a lgbtfobia tenha sido legalmente equiparada ao crime de racismo, em muitas situações e uma Ação Direta de Inconstitucionalidade já tenha obrigado escolas públicas e particulares brasileiras a combater e punir casos de violência lgbtfóbica, sobretudo a transfóbica, há um esforço imenso por parte da comunidade lgbti+ e seus aliades em se construir o nexo causal para que todes agressores sejam punides da forma como se deve e para que a sociedade seja educada em sua medida, para garantir o respeito e a tolerância merecida por todes nós.

    O Sepe-RJ, neste dia 29/01/2026, através da Secretaria de Gênero e Combate à Lgbtfobia vem destacar a atuação de uma militante de base do nosso sindicato, que com sua força e garra, vem fazendo a diferença junto à comunidade. Arrapha é professora da rede municipal do Rio de Janeiro e enfrenta na pele todos os desafios descritos até aqui. Viveu situações de violência ao longo de sua vida e de sua carreira e, não tem tido por parte da SME o devido respeito aos seus direitos, precisando para isso, mais uma vez, lutar.

     Ela está dando início também a um grupo de estudos em gênero com uma perspectiva interseccional, para agregar interessades em compreender melhor a realidade das discussões sobre gênero e sexualidade; e que, com isso replicar experiências de aquilombamento, difundir conhecimento e produzir visibilidade às personagens trans femininas, trans masculinas, travestis e não-bináries, que com suas trajetórias, atuação, militância e produção acadêmica fazem da nossa sociedade um espaço mais agregador e de fato conhecedor de outras realidades, combatente de todas as formas de necropolítica e violência transfóbica.

    A Secretaria de Defesa dos Direitos Lgbtqia+ do Sepe-RJ presta esta singela homenagem à esta educadora forte e à todas as pessoas trans e travestis que com suas vidas conferem sentido ao existir humano, pois nos mostram o que de fato nos faz ser uma humanidade! TRANSforme vidas, lute por uma sociedade plural e diversa e inclusiva!

    Secretaria de Defesa dos Direitos Lgbtqia+ do Sepe-RJ

  • Mudanças à vista: SEEDUC exonerou dezenas de servidores ontem (27/1)

    Num processo que se anuncia como a provável saída da atual secretária de Educação, Roberta Barreto, o Diário Oficial do Estado publicou ontem (27) 23 exonerações de cargos de comissão na Subsecretaria de Gestão e Ensino. Segundo a imprensa, a saída desses assessores ocorre em meio a uma disputa pelo comando do órgão, já que o governador Cláudio Castro estaria preparando a troca da atual secretária, que foi indicada pelo ex-presidente da ALERJ, deputado Rodrigo Bacellar (União), rompido com o governador desde o ano passado e afastado do cargo por decisão do STF por suspeita de vazamento de informações sobre operações policiais no caso da prisão do ex-deputado TH Jóias.

    As atuais demissões não atingem o primeiro escalão da SEEDUC, mas dizem muito no tocante ao processo em curso de substituição de Roberta Barreto por uma nova gestora, o que é negado pela titular da pasta. Segundo o Jornal O Globo, em reportagem publicada hoje (28), os aliados do governador defendem a nomeação de Luciana Martins Calaça, atual presidente da Fundação Leão XIII para assumir a pasta da Educação: ela faria parte do partido de Castro, o PL.

    O Sepe tem acompanhado a movimentação em torno da possível substituição da atual secretária. Roberta Barreto marcou sua gestão à frente da pasta por uma sucessão de escândalos envolvendo questionamentos do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Estado sobre processos de compra de materiais e equipamentos com dispensa de licitação. Um destes casos foi a compra de livros paradidáticos para as escolas estaduais ao custo de centenas milhões de reais com preços superfaturados.

    Outro caso, entre outros, que também ganhou as páginas dos jornais foi o dos gastos com o aluguel da nova sede da Secretaria, no Bairro do Estácio, a um custo de R$ 500 mil mensais, também feito sem licitação ou tomada de preços e questionado pelo TCE.

    Para o sindicato, não é admissível que o governo do estado, que já não faz nada pela educação estadual e nem pela valorização dos profissionais que trabalham na rede do estado, coloque a troca de comando da SEEDUC na cesta das inúmeras barganhas políticas envolvendo as eleições gerais que serão realizadas em outubro deste ano.