Categoria: Todas

  • Sepe convoca rede municipal RJ para o “Protocolaço” na prefeitura nesta quarta-feira (dia 07 de janeiro) para exigir o pagamento do 14º salário para todos

    Sepe convoca os profissionais da rede municipal do Rio de Janeiro para o “Protocolaço” que será realizado amanhã, quarta feira (dia 07/1), na prefeitura, a partir das 10h. O ato, que contará também com a participação das merendeiras terceirizadas demitidas pela empresa prestadora de serviços Agile nas vésperas do ano novo, servirá para que os profissionais que ficaram de fora do pagamento do Acordo de Resultados relativo ao ano de 2024, também denominado pela categoria e servidores em geral de 14º salário, protocolem requerimentos solicitando a efetivação do crédito da bonificação para todos, sem exceções (Veja aqui como preencher o formulário eletrônico no site do Sepe se você se inclui neste caso).

    No final de 2025, o sindicato recebeu uma série de denúncias de profissionais que ficaram de fora da listagem dos contemplados com o Acordo de Resultados. O Sepe estranha o fato de que estes professores e funcionários que não receberam o 14º sejam profissionais que fizeram a greve do final do ano de 2024 e os que tiraram licenças médicas por adoecimento, acidentes de trabalho e outros casos omissos. Não podemos aceitar que a prefeitura e a SME promovam uma política de revanchismo contra aqueles que lutam por seus direitos e por valorização dos profissionais das escolas públicas municipais.

    Convém lembrar que, ao longo de 2025, o Sepe teve diversas iniciativas em busca de diálogo com a prefeitura, todas sem resposta. Foi solicitado, por exemplo, o abono das faltas relativas à greve tanto à justiça quanto ao executivo em vários ofícios. Essa ausência do código de greve, que a rede estadual possui, mas o município não, é de responsabilidade exclusiva da prefeitura que se nega a garantir esse direito aos servidores municipais. Pontuamos, ainda, que durante o ano de 2025, o Sepe por diversos meios institucionais entregou a pauta de negociação junto à Prefeitura e jamais obteve qualquer resposta. O Sepe já tem uma ação judicial que continua correndo e o DJ agora se prepara para recorrer à segunda instância.

    O Sepe RJ seguirá mobilizado para garantir que nenhum direito seja retirado e que a educação pública seja tratada com dignidade. E seguiremos denunciando mais esta atitude antissindical da prefeitura.

    Nenhum direito a menos.

    Todos ao protocolaço na prefeitura nesta quarta-feira, a partir das 10h.

    Veja mais sobre o assunto nos links abaixo:

    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/veja-estudo-do-departamento-juridico-do-sepe-sobre-a-entrada-na-justica-para-garantir-o-pagamento-do-acordo-de-resultados-de-2024/

    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/nota-do-sepe-rj-de-repudio-a-politica-de-exclusao-de-paes-e-ferreirinha-que-pune-quem-luta-aposentados-e-quem-adoece-no-exercicio-do-trabalho/

  • Nota de falecimento: Juracy Mourilhe, Agente de Educação Infantil da rede municipal RJ

    O Sepe RJ comunica com pesar o falecimento da Agente de Educação Infantil da rede municipal do Rio de Janeiro, Juracy Mourilhe, ocorrido na segunda-feira, dia 05 de janeiro. Juracy era filiada ao Sepe RJ e marcou sua vida profissional pela luta aguerrida na defesa da educação pública e de qualidade para todos, na defesa dos direitos e a valorização dos profissionais de educação no chão da escola.

    O sindicato lamenta o falecimento da profissional e se coloca ao lado dos amigos e familiares dela neste momento de luto e pesar.

    Juracy, Presente!

  • Veja estudo do Departamento Jurídico do Sepe sobre a entrada na Justiça para garantir o pagamento do Acordo de Resultados de 2024 (14º salário)

    O Sepe RJ publica um estudo do Departamento Jurídico (DJ) do sindicato a respeito do não pagamento do Acordo de Resultados de 2024, comumente denominado como uma espécie de 14º salário pela categoria, que deixou de ser creditado pela prefeitura do Rio de Janeiro para parte dos professores e funcionários no dia 30 de dezembro de 2025. O Sepe contestou em nota publicada em nosso site no dia 30 de dezembro a exclusão dos profissionais que fizeram a greve da rede municipal em 2024 e aqueles que tiveram que se ausentar do trabalho por causa de licenças-médicas (adoecimento ou acidente de trabalho e demais casos omissos).

    O não pagamento para esta parte dos profissionais gerou uma série de protestos no final do ano e motivou o sindicato a realizar reunião extraordinária nesta segunda-feira, dia 05 de janeiro, para discutir o assunto. A direção também marcou um ato, com Protocolaço, para o dia 7 de janeiro, na prefeitura, às 10h para exigir o pagamento para todos e o fim da política de punição do prefeito Eduardo Paes e do secretário Renan Ferreirinha contra aqueles que lutam por direitos e valorização profissional.

    Veja abaixo o parecer do DJ do Sepe sobre a questão:

    Questionado pela direção do sindicato sobre a entrada com um pedido de liminar durante o plantão judiciário, que vai até o dia 20 de janeiro, para questionar o não pagamento do Acordo de Resultados para toda a categoria, o DJ do Sepe esclarece o seguinte:

    1 – Diante das repetidas ações antissindicais da parte da prefeitura do Rio de Janeiro contra os profissionais de educação e que ferem a liberdade e autonomia sindical e o direito de greve garantidos pela Constituição de 1988 e definido pela Organização Mundial do Trabalho como um dos direitos fundamentais do trabalhador, o sindicato  pode entrar com uma interpelação judicial, primeiro junto à prefeitura, à Secretaria Municipal de Educação (SME RJ) e à comissão de avaliação responsável pela premiação por resultados para que eles justifiquem, ou não, as razões para o não pagamento do benefício para parte da categoria.

    2 – O DJ do Sepe lembra que, por conta da Resolução 244 do Conselho Nacional de Justiça, o expediente do Poder Judiciário se encontra em recesso de 20 de dezembro a 20 de janeiro, período no qual  está garantido somente o atendimento aos casos urgentes por meio dos plantões judiciários, que só atendem aos pedidos de medidas de caráter de urgência. E que o caso do não pagamento do Acordo de Resultados não se enquadra no rol de atribuições do referido plantão. O DJ lembra que no caso presente é necessária a produção de provas para saber o total e quem são os profissionais que ficaram de fora da gratificação para garantir a ampla defesa e permitir que as partes apresentem as evidências para o juiz que for designado para julgar a questão. Veja no link abaixo o formulário eletrônico disponibilizado no nosso site para preenchimento dos profissionais não contemplados:

    https://forms.gle/qhgrGNCDCqoWjWPr8

    3 – Diante do exposto e da gravidade da punição infligida pela prefeitura e pela SME RJ aos profissionais e pela Justiça se encontrar em pleno recesso forense, o Jurídico do Sepe ratifica a necessidade do protocolaço individual e o protocolo institucional a serem realizados no dia 7 de janeiro para garantir política e juridicamente a devida reparação aos educadores, que não podem ser penalizados pelo exercício do legítimo direito de greve e, também do afastamento do trabalho mesmo portadores de licenças médicas.

    Leia nota do Sepe a respeito do não pagamento do Acordo de Resultados no link do site do Sepe abaixo:

    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/nota-do-sepe-rj-de-repudio-a-politica-de-exclusao-de-paes-e-ferreirinha-que-pune-quem-luta-aposentados-e-quem-adoece-no-exercicio-do-trabalho/

  • Merendeiras terceirizadas demitidas nas vésperas do ano novo vão participar de protesto e protocolaço da rede municipal no dia 07 de janeiro na prefeitura do Rio

    A empresa terceirizada pela prefeitura do Rio de Janeiro Agile Serviços Especializados, integrante do Consórcio Alimentar, colocou uma série de merendeiras de aviso prévio para posterior demissão. O fato ocorreu na véspera do ano novo e esta empresa que já foi investigada por acusações de irregularidades trabalhistas continua prestando serviços para a prefeitura do Rio.

    De acordo com denúncias recebidas pelo Sepe, o objetivo da demissão destas profissionais é o de substituição por outras trabalhadoras, contratadas de acordo com interesses políticos, visando as eleições do próximo ano. Ainda conforme as denúncias que têm chegado ao sindicato, muitas delas estariam sendo obrigadas a fazer vídeos de agradecimento depois da sua admissão.

    O Sepe já está apurando os fatos e está apoiando as profissionais demitidas, que irão participar do protesto da rede municipal na prefeitura, na quarta-feira (dia 07 de janeiro), às 10, na prefeitura. Neste protesto, seguido de um Protocolaço, a categoria vai cobrar o pagamento do 14º salário para todos os profissionais das escolas municipais e o fim do revanchismo contra aqueles que lutam por uma escola pública municipal de qualidade e valorização para a categoria. Neste dia, também denunciaremos as demissões destas profissionais terceirizadas da cozinha das escolas.

  • Frentes populares organizam ato em defesa da Venezuela e contra o imperialismo americano hoje (05/1)  na Cinelândia

    Com respeito ao ataque americano contra a Venezuela na madrugada do dia 03 de janeiro, que resultou no sequestro do presidente Nicolas Maduro e sua esposa Cilia Flores e na morte de mais de 80 pessoas, as Frentes Povo sem Medo, Brasil Popular e Frete de Esquerda Anti-imperialista em Solidariedade à Venezuela e outras entidades do movimento social convocam para um ato que será realizado nesta segunda-feira, dia 05 de janeiro, a partir das 16h, na Cinelândia em solidariedade ao povo venezuelano e pela libertação do presidente deste país e sua companheira.

    O ato contra o imperialismo americano, denominado “Fora Trump – Venezuela se respeita!” visa denunciar a política imperialista do presidente americano Donald Trump e a investida criminosa dos Estados Unidos sobre um país soberano para assumir a gestão das reservas de petróleo venezuelano, as maiores do mundo, com mais de 300 bilhões de toneladas de reservas em seu território e costa e depor seu presidente. As manifestações contra a agressão das forças armadas americanas e em defesa da Venezuela também estão marcadas para serem realizadas hoje (05) em diversas capitais do país.

     

     

  • Sepe fará protocolaço para o dia 07 de janeiro para exigir o pagamento do 14º salário para todos e fim da política punitiva da prefeitura contra quem luta por melhores condições de trabalho

    O Departamento Jurídico (DJ) do Sepe já está preparando um ofício solicitando uma audiência com o governo municipal para deixar clara a nossa posição contra tal tipo de política punitiva e excludente contra os profissionais das escolas municipais que lutam, assim como para com os que se encontram de licença médica e os aposentados.

    Também realizaremos uma reunião da direção do sindicato, no dia 05 de janeiro de 2026, para avaliar as medidas judicias cabíveis contra este ataque de Paes e Ferreirinha. Nesta reunião, será construído um documento para ser protocolado na SME, no dia 7 de janeiro, às 10h e convocamos a categoria para participar deste protesto para reivindicar o pagamento imediato do 14º salário para todos, sem exceções.

    Convém lembrar que, ao longo de 2025, o Sepe teve diversas iniciativas em busca de diálogo com a prefeitura, todas sem resposta. Foi solicitado, por exemplo, o abono das faltas relativas à greve tanto à justiça quanto ao executivo em vários ofícios. Essa ausência do código de greve, que a rede estadual possui, mas o município não, é de responsabilidade exclusiva da prefeitura que se nega a garantir esse direito aos servidores municipais. Pontuamos, ainda, que durante o ano de 2025, o Sepe por diversos meios institucionais entregou a pauta de negociação junto à Prefeitura e jamais obteve qualquer resposta. O Sepe já tem uma ação judicial que continua correndo e o DJ agora se prepara para recorrer à segunda instância.

    O Sepe RJ seguirá mobilizado para garantir que nenhum direito seja retirado e que a educação pública seja tratada com dignidade. E seguiremos denunciando mais esta atitude antissindical da prefeitura. Nenhum direito a menos. GREVE É DIREITO. Valorização já!

  • Estados Unidos atacam a Venezuela e sequestram presidente Nicolás Maduro

    Na madrugada deste sábado, (03/01), forças militares norte-americanas bombardearam a capital da Venezuela, Caracas, e outras três regiões, deixando um rastro de destruição no País. Pela manhã, Trump comemorou o sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido retirados do país em um avião, e a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu “uma imediata prova de vida” do casal. O governo venezuelano declarou estado de emergência e anunciou que os ataques deixaram venezuelanos mortos e feridos.

    O Sepe repudia a agressão militar imperialista contra a Venezuela e envia toda a solidariedade ao povo venezuelano. Os bombardeios ordenados por Donald Trump são uma agressão à soberania do País e a toda a América Latina e ao direito à autodeterminação dos povos. Reivindicamos ainda a libertação de Nicolás Maduro e de sua esposa, levados presos sob a absurda acusação de narcoterrorismo, usada como cortina de fumaça para ocultar o objetivo de saquear o petróleo venezuelano.

    O governo da Venezuela repudiou a agressão militar ao País e solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Os ataques foram condenados também por diversos países, como Chile, Colômbia, Rússia e Irã. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou o envio de forças militares para a fronteira com a Venezuela e classificou os bombardeios como “um ataque à soberania da América Latina”. A Espanha exigiu “respeito ao direito internacional”, assim como a União Europeia. O governo brasileiro convocou uma reunião de emergência nesta manhã e declarou a ação como “inaceitável”.

    Os ataques também foram criticados por parte da imprensa dos Estados Unidos, como o editorial do New York Times, que classificou o ataque de Trump à Venezuela como “ilegal e imprudente”.

    Os bombardeios fazem parte da escalada autoritária e fascista do presidente norte-americano em seu segundo mandato, marcado pela guerra comercial e perseguição a imigrantes. Trump vem, nos últimos meses, preparando o ataque à Venezuela, posicionando porta-aviões no Mar do Caribe e sequestrando navios petroleiros, ampliando o bloqueio econômico e piorando as condições de vida do povo venezuelano. Estamos diante de uma tentativa de reedição dos princípios da Doutrina Monroe, que orientou a política externa dos Estados Unidos no passado, sob o lema “América para os americanos”.

    Os Estados Unidos continuam considerando a América Latina como o seu quintal, como quando promoveram ditaduras no continente, e não medirão esforços para interferir nos destinos dos povos, promovendo ações militares e econômicas, atuando contra processos eleitorais e até mesmo derrubando governos para preservar seus interesses.

    A agressão contra a Venezuela é uma ameaça a todos os povos e governos da região, como a Colômbia e o Brasil, e precisa ser combatida. Também é parte da política de Trump para tentar impedir o avanço do alimanhamento dos países da América Latina com o BRICs.

    Abaixo a agressão imperialista de Trump
    Fora Estados Unidos da Venezuela!

  • Nota do Sepe RJ de repúdio à política de exclusão de Paes e Ferreirinha que pune quem  luta, aposentados e quem adoece no exercício do trabalho

    O Sepe vem a público expressar o repúdio contra a política de revanchismo por parte da prefeitura do Rio de Janeiro, que está penalizando os profissionais de educação da rede municipal do Rio com uma prática excludente da parte do prefeito Eduardo Paes e do secretário de Educação, Renan Ferreirinha, os quais tentam dividir a nossa luta por melhores salários e condições de trabalho, por meio de uma suposta concessão de benefícios que deixa de fora doentes com licenças médicas, aposentados e quem luta pela pauta da categoria.

    Este tipo de prática que merece nosso total repúdio está ocorrendo agora com o não pagamento do chamado benefício do 14º salário a uma grande parcela da categoria. Profissionais que se mobilizaram contra o pacote de maldades de Paes e Ferreirinha aprovado na Câmara de Vereadores no final do ano de 2024 e que levou a categoria à greve em novembro/dezembro daquele mesmo ano; profissionais que foram levados a tirar licença médica por conta do adoecimento massivo na categoria causado pelas más condições e sobrecarga de trabalho;  e os aposentados, que sempre ficam de fora na hora da concessão deste tipo de penduricalhos que não são incorporados nos salários nem contam na hora da aposentadoria, uma forma nada sutil de se quebrar a paridade constitucional e os nossos direitos.

    O anúncio deste novo golpe da prefeitura contra a categoria faz parte de uma política de exclusão, que tem um claro objetivo de aprofundar a divisão entre os profissionais das escolas municipais e reforçar o caráter  meritocrático e controlador da SME e da prefeitura.

    Não é por acaso, que o Sepe sempre se mostrou contrário às políticas de bonificações, como esse suposto abono na forma de um 14º salário. Tais tipos de “concessões” não melhoram os nossos salários, já que não são incorporados, além de excluir os aposentados deste tipo de benefício.

    Como prova de que se trata de uma política divisionista e antissindical, os diretores do Sepe RJ tiveram suas licenças sindicais suspensas depois da greve de 2024 e também ficaram de fora na hora da concessão deste 14º salário.

    Sepe convoca protocolaço para o dia 07 de janeiro para exigir o pagamento do 14º salário para todos e fim da política punitiva da prefeitura contra quem luta por melhores condições de trabalho

    O Departamento Jurídico (DJ) do Sepe já está preparando um ofício solicitando uma audiência com o governo municipal para deixar clara a nossa posição contra tal tipo de política punitiva e excludente contra os profissionais das escolas municipais que lutam, assim como para com os que se encontram de licença médica e os aposentados.

    Também realizaremos uma reunião da direção do sindicato, no dia 05 de janeiro de 2026, para avaliar as medidas judicias cabíveis contra este ataque de Paes e Ferreirinha. Nesta reunião, será construído um documento para ser protocolado na SME, no dia 7 de janeiro, às 10h e convocamos a categoria para participar deste protesto para reivindicar o pagamento imediato do 14º salário para todos, sem exceções.   

    Convém lembrar que, ao longo de 2025, o Sepe teve diversas iniciativas em busca de diálogo com a prefeitura, todas sem resposta. Foi solicitado, por exemplo, o abono das faltas relativas à greve tanto à justiça quanto ao executivo em vários ofícios. Essa ausência do código de greve, que a rede estadual possui, mas o município não, é de responsabilidade exclusiva da prefeitura que se nega a garantir esse direito aos servidores municipais. Pontuamos, ainda, que durante o ano de 2025, o Sepe por diversos meios institucionais entregou a pauta de negociação junto à Prefeitura e jamais obteve qualquer resposta. O Sepe já tem uma ação judicial que continua correndo e o DJ agora se prepara para recorrer à segunda instância.

    O Sepe RJ seguirá mobilizado para garantir que nenhum direito seja retirado e que a educação pública seja tratada com dignidade. E seguiremos denunciando mais esta atitude antissindical da prefeitura

     

    Nenhum direito a menos!

    Greve é direito!

    Valorização já!

    Direção do Sepe RJ

  • Após quase 2 anos do último reajuste, Eduardo Paes concede apenas 4,71%, índice muito abaixo das perdas acumuladas pelos servidores

    A Prefeitura do Rio de Janeiro divulgou que irá conceder um reajuste salarial de 4,71% aos servidores municipais, a ser aplicado na folha de pagamento de janeiro, com depósito previsto apenas para fevereiro.

    O último reajuste dos servidores municipais foi de 5,26%, referente à inflação acumulada em 2023, aplicado na folha de abril de 2024. Dessa forma, com o atual reajuste, os servidores ficaram praticamente dois anos sem reajuste.

    Embora o prefeito Eduardo Paes tenha prometido, durante a campanha eleitoral de 2020, retomar o reajuste anual para o funcionalismo, como este índice de 4,71% será pago apenas em 2026, os servidores ficarão todo o ano de 2025 sem aumento.

    Estudo realizado pelo Sepe-DIEESE mostra que o índice necessário para que os salários da educação municipal do Rio de Janeiro retornem ao mesmo poder de compra de março de 2019 seria de 29,44% pelo INPC-IBGE e de 29,49%, de acordo com o IPCA-IBGE, considerando os salários de novembro de 2025.

    Ou seja, o índice concedido agora pelo prefeito é muito menor do que o necessário para que os profissionais da educação recuperem o poder aquisitivo que tinham há seis anos.

    O Sepe-DIEESE também realizou um estudo comparativo sobre quantas cestas básicas um professor da rede municipal conseguia adquirir em 2019 e quantas consegue atualmente. Segundo o estudo, o Professor I (Licenciatura Plena), com 16 horas de carga horária, comprava, com o seu vencimento-base de março de 2019, 4,60 cestas básicas; atualmente, o mesmo professor consegue comprar apenas 3 cestas.

    Além de desconsiderar as perdas acumuladas ao longo desses anos, o prefeito também não reajustou o vale-alimentação, mantido há mais de 10 anos no irrisório valor de R$ 12.

    Ou seja, com esse reajuste irrisório, o prefeito assume definitivamente o arrocho salarial imposto ao servidor municipal do Rio de Janeiro.

    Em outubro, o Sepe lançou uma campanha publicitária em defesa dos direitos dos profissionais de educação cariocas, que, além de sofrerem um severo arrocho salarial, enfrentam também excesso de trabalho e assédio moral, fatores que provocam o adoecimento da categoria, gerando afastamentos e pedidos de aposentadoria. Essa situação é agravada pela falta de profissionais e pela “minutagem” — que redefiniu a contagem da carga horária dos professores da rede —, aprovada no final de 2024.

    Diante desse cenário, o Sepe defende a recomposição das perdas salariais da categoria — não aceitamos, de modo algum, esse reajuste infame! Contra o assédio e a carga excessiva de trabalho, o sindicato defende a realização de concurso público e o combate à privatização e à terceirização da rede — somos especialmente contrários à atuação de empresas privadas nas escolas, que consomem vultosos recursos públicos.

    Prefeito Eduardo Paes, respeite os profissionais da educação — sem educação, não dá!

  • Com anúncios em ônibus, rádio e internet, Sepe cobrou do governador o pagamento do piso e a recomposição salarial

    Entre novembro e dezembro deste ano, o SEPE-RJ veiculou anúncios em rádios e ônibus, com uma campanha de defesa dos profissionais da Educação estadual, denunciando as perdas salariais e exigindo o pagamento do piso nacional do magistério e a recomposição salarial. Os anúncios cobraram do governador Cláudio Castro a devolução dos salários corroídos pela inflação. Em maio, os salários da Educação Estadual já precisavam de 45% de reajuste para recuperar o poder de compra.

    A campanha foi veiculada nas rádios CBN, Globo e Antena 1, durante um período de 20 dias, com inserções diárias iniciadas em 19 de novembro. A peça de 30 segundos, assinada pelo Sepe, dizia: “Mais um ano está terminando sem reajuste para professores e funcionários das escolas do Estado do Rio. Nunca fomos tão desvalorizados e o nosso poder de compra já caiu pela metade! O governo estadual não paga o piso nacional do magistério e não cumpre a lei da recomposição. Sem educação não dá! Devolvam os nossos salários.”  .As três rádios atingem públicos diversos e possuem grande audiência. A Antena 1 tem, em média, 31 mil ouvintes por minuto; a CBN, 213 mil; e a Rádio Globo — a mais ouvida entre as emissoras que veicularam a campanha — mantém média de 1,49 milhão de ouvintes por minuto. Com isso, segundo dados das emissoras, apenas os anúncios na CBN e na Rádio Globo teriam alcançado um impacto de 4,75 milhões de pessoas no estado.

    Assim como já havia feito na campanha da rede municipal do Rio de Janeiro, o Sepe também veiculou anúncios em ônibus (busdoor). Ao todo, 209 ônibus circularam com a campanha durante um mês, até o domingo, 14 de dezembro. Foram atingidos 37 municípios, além da capital, onde 25 ônibus foram adesivados.

    A campanha também está presente na internet, com cards e vídeos denunciando a falta de reajuste, patrocinados pelo sindicato para ampliar o alcance das mensagens.

    Continuidade
    A campanha “Sem Educação Não Dá. Governador, devolva o meu salário” permanecerá nas redes sociais — incluindo também a denúncia contra a aprovação automática — e será retomada em 2026. Em fevereiro, o Sepe voltará a veicular anúncios em rádios.

    Para as escolas, o sindicato preparou um kit de campanha com cartazes, leques, adesivos e bottons, disponíveis para cada núcleo e regional. Pegue o seu material e junte-se à luta para dobrar este governo e arrancar o reajuste e a valorização dos profissionais da Educação.