Categoria: Estadual

  • Após pressão do povo, Senado aprovou o projeto que isenta de imposto quem ganha até R$ 5 mil mensais e aumenta taxação dos super-ricos

    O Senado Federal, após enorme pressão do povo brasileiro, aprovou nesta quarta-feira (05/11) o projeto de lei de autoria do governo Lula que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil mensais e reduz alíquotas para salários de R$ 5.000,01 a R$ 7.350.

    Com isso, estima-se que cerca de 15 milhões de trabalhadores serão beneficiados com a nova medida, inclusive os servidores públicos — seja deixando de pagar ou recolhendo menos imposto (Portal do G1).

    Para compensar a perda de arrecadação do governo, a proposta (PL 1.087/2025) aumenta a taxação de altas rendas, os super-ricos ou quem ganha a partir de R$ 600 mil anuais.

    Agora, o projeto segue para sanção do presidente Lula e irá valer a partir de janeiro de 2026.

    A isenção também irá atingir os profissionais de educação, cujos salários em sua grande maioria se encontra nessa faixa de até R$ 5 mil mensais. Calcule quanto você vai ter de isenção mensal no seu contracheque pela calculadora do DIEESE.

    Destaque-se que a medida só foi aprovada após enorme pressão popular contra a Câmara dos Deputados, que havia aprovado o “projeto da blindagem” e ameaçava aprovar a anistia aos golpistas, atrasando a votação do PL da isenção do IR para os trabalhadores.

    Leia aqui o inteiro teor do projeto aprovado.

  • TJ suspende efeitos da lei 11010/2025 (ex-PL 6035) que permite avanço de Cláudio Castro nos royalties do Rioprevidência

    Em decisão liminar (o mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) impetrada por um grupo de deputados estaduais ainda vai ser julgado) o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu os efeitos da Lei 11010/2025 (ex-PL 6035), aprovada pela Alerj no dia 22 de outubro e que permite o uso dos royalties do caixa do Rioprevidência para o pagamento de dívidas do estado.

    Na decisão, a justiça afirma que uma análise preliminar sugere possível violação aos princípios constitucionais da preservação do equilíbrio financeiro e atuarial e da destinação específica das receitas previdenciárias. A liminar foi concedida pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, que afirmou ainda que caso o texto não fosse suspenso até o TJ RJ chegar a uma decisão final sobre o mérito da questão, “havia chances de danos de difícil reparação dada a  natureza irreversível da transferência e a dificuldade de recuperação dos ativos previdenciários”.

    A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) na Justiça contra a lei 11010 é de autoria dos deputados Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSD), Flávio Serafini (PSOL), Carlos Minc (PSB), Elika Takimoto (PT), Marina do MST (PT) e Marta Rocha (PDT). Desde o processo de votação na Alerj, o Sepe se juntou aos demais segmentos dos servidores estaduais e lideranças de aposentados para tentar barrar a aprovação do projeto enviado por Cláudio Castro para a ALERJ. Foram realizados atos e corridas aos gabinetes, nas quais os servidores tentaram convencer os deputados da bancada governista a barrar o projeto que se destinava a colocar o caixa do Rioprevidência nas mãos do governador.

    Os deputados da oposição se aliaram à luta dos servidores contra mais este avanço do governo do estado sobre o Rioprevidência, que depende dos royalties para manter os pagamentos dos atuais e futuros aposentados e pensionistas em dia. Segundo eles, a liminar da Justiça obtida agora é fundamental para garantir o direito dos aposentados e pensionistas.

     

    Veja mais sobre o assunto acessando o link do site do Sepe abaixo:

     

    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/vergonha-deputados-governistas-aprovam-projeto-que-permite-retirada-de-recursos-do-rioprevidencia/

    https://aprendizmusical1793037766685.2290178.meusitehostgator.com.br/pl-6035-confira-como-votou-cada-deputado-e-guarde-os-nomes-de-quem-permitiu-o-saque-no-rioprevidencia/

  • Rede estadual realiza assembleia geral neste sábado (08/11) no formato híbrido

    O Sepe convoca os profissionais da rede estadual para a assembleia geral, que será realizada no formato híbrido, no próximo sábado (dia 8 de novembro), às 10h, com a parte presencial no auditório do Sepe. O término das inscrições para participação virtual na plenária do estado será no dia 07 de novembro, às 18h. O link para inscrições na assembleia é o seguinte: https://redeestadual.seperj.info/av/

    O Sepe lembra a categoria da importância da assembleia no próximo sábado, quando iremos avaliar os próximos passos da nossa luta para conseguir o reajuste salarial e o pagamento pelo govenador das duas parcelas restantes do acordo de recomposição salarial de 2021, que até hoje não foram pagas.

     

     

     

  • Sepe cobra urgência da SEEDUC e da Casa Civil sobre o reagendamento da audiência sobre a pauta econômica

    Por conta do cancelamento da audiência que a direção do Sepe com a Secretaria de Estado da Casa Civil, marcada para o dia 4 de novembro, o sindicato já solicitou à SEEDUC a definição de uma nova data para o encontro. Na reunião suspensa a discussão se desenrolaria em torno da  da pauta econômica, quando o governo ficou de apresentar os seus estudos dos impactos financeiros no Tesouro do Estado com a concessão de reajuste salarial para a categoria.

    A audiência na Casa Civil foi suspensa, segundo mensagem enviada para o sindicato pelo governo, foram alterações na agenda de segurança do estado por causa da operação policial deflagrada pelas Polícias Civil e Militar e que resultou no trágico resultado de 121 mortes nos Complexos da Penha e do Alemão na semana passada.

    O Sepe cobra celeridade da SEEDUC e dos demais órgãos do governo estadual envolvidos nesta discussão, já que a situação da categoria e dos servidores do estado em geral se agravam a cada dia por falta de perspectivas de obter um reajuste salarial ainda neste ano. Isso sem falar na recomposição das perdas salariais de 2017 a 2021, cujas duas últimas das três parcelas o governador Cláudio Castro deixou de pagar nos anos de 2023 e 2024. Segundo a SEEDUC, já foi encaminhada uma solicitação aos órgãos competentes para definição de uma nova data para a audiência com o Sepe sobre a pauta econômica.

  • Sepe vai se integrar a protesto unificado contra o governador Cláudio Castro na quarta-feira (dia 05/11)

    O Sepe convoca os profissionais de educação para o Ato Unificado “Fora Cláudio Castro Genocida”, que será realizado na quarta-feira, dia 05 de novembro, com concentração às 16h, no Largo do Machado, seguido de passeata até o Palácio Guanabara. A manifestação está sendo convocada por movimentos populares, organizações de defesa dos direitos humanos, coletivos de favelas, entidades sindicais e mandatos parlamentares para denunciar o agravamento da crise política e social no estado do Rio de Janeiro sob o governo Cláudio Castro (PL).

    A mobilização acontece depois da operação policial nos Complexos da Penha e do Alemão, quer resultou na morte de 121 pessoas na semana passada e visa denunciar a política de segurança do governo do estado que resultou na ação policial mais letal da história do país. Segundo a organização do ato, o governo estadual, visando resultados eleitorais, faz uso de uma política de estado baseada na violência e que não respeita os direitos dos moradores das favelas e áreas periféricas, ameaçando a vida dos moradores e promovendo operações de guerra que ameaçam as populações destes locais e colocam em risco a prestação dos serviços, como educação pública e assistência à saúde.

    Os especialistas na área de segurança pública de órgãos ligados à defesa da cidadania e direitos humanos e universidades estão denunciando o governo Cláudio Castro por usar a operação  da semana passada como forma de se promover politicamente, usando vidas faveladas como moeda eleitoral. Além disso, este tipo de procedimento desrespeita as determinações do Supremo Tribunal Federal contidas na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, ajuizada no Supremo em 2019 pelo PSB e que questiona a violência policial em operações nas áreas carentes do Rio de Janeiro e busca estabelecer diretrizes para redução da letalidade policial nestas operações.

    Além de exigir mudanças na segurança pública, os organizadores do ato também lembras as críticas a Cláudio Castro pela gestão desastrosa nas áreas hídrica, previdenciária e pela intenção de vender imóveis públicos para a iniciativa privada, como a Aldeia Maracanã e o próprio e histórico estádio Mário Filho. A política de arrocho sobre os servidores estaduais e a nova ameaça de reforma administrativa também vão ser lembrados no protesto contra o governador responsável pela maior chacina da história do estado do Rio de Janeiro.

    – Basta de roubalheira e chacinas!

    – Fora Cláudio Castro!

    – Punição pelos crimes e pelas mortes!

    – Nenhum passo atrás: Políticas para a Vida, Não Para a Morte!

    – O Rio de Janeiro não está à venda!

  • Sepe participa de ato nesta sexta (31/10) contra a chacina do Alemão e Penha – pelo fim do genocídio da população negra e de favela

    Nesta sexta-feira, 31 de outubro, às 13h, centenas de entidades sindicais, organizações do movimento social, partidos e mandatos políticos, entre outros, participarão do Dia de luta contra o massacre do povo negro – um protesto contra a chacina do Alemão e Penha, em que as forças de segurança estaduais mataram mais de 120 pessoas, até o momento.

    O ato será em conjunto com os moradores do Complexo da Penha e Alemão.

    As entidades, incluindo o Sepe, assinam um manifesto de convocação do ato público, contra a política de segurança truculenta e sanguinária do governo estadual e pelo FORA CASTRO (leia as entidades a seguir).

    DIA: SEXTA (31/10);

    HORA: 13H;

    LOCAL: saída do Campo da Ordem, na Penha (Estrada José Rucas, nº 1.202).

    CHEGA DE CHACINAS!

    ASSINAM:

    ADACI Brasil

    ADCEFET-RJ

    Advocacia Preta Carioca

    Afronte – Movimento de Juventude

    Agência Pólo DM – Agência de Comunicação Política

    AGES – Associação de Estudantes Secundaristas de São Gonçalo

    AGAR – Sociedade Teológica de Mulheres Negras

    Aldeia Marakanã

    ANEPS – Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular em Saúde

    APC Umoja

    Apeoesp – Sindicato dos Professores de São Paulo

    Arquivo Comunitário da Pequena África – Acervo dos Povos Daqui

    Artgay Articulação Brasileira de Gays Brasil

    Artistas pela Palestina

    Asfoc-SN- Sindicato Nacional da Fiocruz

    Assessoria Técnica do Secretaria Executiva do CNDH

    Associação de Docentes da Uerj (Asduerj)

    Associação de Moradores complexo da mangueira

    Associação de Moradores do morro do Salgueiro Tijuca

    Associação Fórum Grita Baixada

    Associação Mulheres EIG – Evangélicas pela Igualdade de Gênero

    Ativista Cultural na Rocinha

    Bloco Eficiente

    Bloco Fogo No Cu, Não No Planeta

    Bloco Planta na Mente

    BR Cidades – Núcleo RJ

    CAGEA – IFRJ

    Campanha Nacional pelo Direito à Educação Comitê Rio

    Casa Marx RJ – MRT

    CDD News

    CDDH Dom Tomás Balduíno de Atílio Vivacqua ES

    CEN – Coletivo de Entidades Negras/Brasil

    CENTRAL DE MOVIMENTOS POPULARES (CMP)

    CETRAB – Centro de Tradições Afro-brasileiras

    Coalizão Pelo Clima no RJ

    Coletiva Todas Unidas

    Coletivo Afrodivas de Niterói- Brasileiras & Cia

    Coletivo Ao Povo em Forma de Arte

    Coletivo As MariAmas

    COLETIVO CRIA RJ

    Coletivo de Mulhetes 8M FIOCRUZ

    Coletivo de Pesquisa Ativista em Psicanálise, Educação e Cultura

    Coletivo Elas por Elas Providência

    Coletivo Esquerda da Praça

    Coletivo Excorporação

    Coletivo Fala Akari

    Coletivo Favela Tem Voz

    Coletivo Filho Nos Braços do Paí

    Coletivo Filhos e Netos por Memória, Verdade e Justiça

    Coletivo Inclusive

    Coletivo Jikitaia

    Coletivo Jornalistas Voz Ativa

    Coletivo Juntas

    Coletivo Juntos

    Coletivo Negro Almirante João Cândido (UFRJ)

    Coletivo Negro da História UFF

    Coletivo Negro Marcos Romão

    Coletivo Negro Neusa Santos

    Coletivo Primavera

    Coletivo Puta Davida / Daspu

    Coletivo Rebeldia

    Coletivo Sociocultural Arteração

    Coletivo TudoNumaCoisaSó

    Combate

    COMISSÃO Solidariedade Niterói à Palestina e BAIA VIVA

    Comissão Popular de Direitos Humanos – CPDH/RJ

    Comitê Alegria (PT)

    Comitê Niterói de Solidariedade aos Palestinos CNSP

    Comunicria

    Comunidade da Coruja e economia solidária de São gonçalo

    CONAM- Confederação Nacional das Associações de Moradores

    Conga Produções

    Coordenação estadual da Primavera Socialista

    Corriente Politica 17 de Agosto

    CSP-CONLUTAS Central Sindical e Popular

    CST

    CUT Rio

    Diálogo e Ação Petista

    Dicionário de Favelas Marielle Franco – WikiFavelas

    Diretor do SECRJ

    Ecoar

    Emancipa                                                                                                         

    Escola de Teatro Popular-ETP

    Espaço Movimento

    ETAA

    Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social Regional II

    Subverta – PSOL

    Faísca Revolucionária

    Favela em Foco

    FAVELA TRANSMITE

    FEMNEGRAS RJ

    FNMH2RJ

    FNR – Frente Negra Revolucionária

    Fogo No Pavio

    Forum Grita Baixada

    Fotógrafas e Fotógrafos Pela Democracia

    Fórum das Juventudes

    Fórum de Mulheres Negras

    Fórum de Mulheres Negras de São Gonçalo

    Fórum Municipal de Defesa dos Direitos Humanos de Campinas

    Frente Contra a Barbárie

    Frente de Evangélicos

    Frente LGBTIA+/MNU

    Gávea Vermelha

    Gerando no Juramento

    Gira Coletiva

    GOI Palavra Operária

    Grupo Diversidade Niterói

    Grupo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistência Transfluências de Saberes (UFRJ/CNPq)

    Grupo Tortura Nunca Mais-RJ

    IEC (Instituto dos Estudos da Complexidade)

    Ilê da Oxum Apará

    Instituto CASA

    Instituto Decodifica

    Instituto de Defesa da População Negra

    Instituto Efeito Urbano

    Instituto entre o céu e a favela

    Instituto Liberdade e Emancipação

    Instituto Luiza Mahin

    Instituto Movimento

    Instituto Onikoja, Coletivas As Caboclas e As Josefinas

    Instituto Pacs

    Instituto Paulo Fonteles de Direitos Humanos – PCdoB

    Instituto Rede Abrigo

    IPCN

    Itaguaí

    Justiça Negra

    Juventude Travessia

    Juventude Vamos à Luta e CST

    Laboratório NEPLAC/ETTERN/ IPPUR/UFRJ

    Levante Popular da Juventude

    Liga Transmasculina João W. Nery

    Mãe de Violência Policial

    Mãe e familiares vítima da violência do estado

    Mães em luto da zona leste SP

    Mandata Deputada Dani Balbi

    Mandato da Deputada Federal Taliria Petrone

    Mandato Dep Estadual Marina do MST

    Mandato do Deputado Estadual Prof. Josemar

    Mandato do Tarcísio Motta

    Mandato do Deputado Federal Glauber Braga

    Mandato da Vereadora Maíra do MST

    Mandato do Vereador Professor Tulio – PSOL Niterói

    Mandato da Vereadora Thais Ferreira

    Maré Negra

    Marcha Mundial das Mulheres

    Marcha Trans RJ

    MCMT- MULHERES CUIDANDO MOVIMENTANDO TERRITÓRIOS

    MES – Movimento Esquerda Socialista

    MLC (Movimento Luta de classes) e UP

    MMTR.PE

    MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos

    MNE – Movimento Negro Evangélico

    MNLDPS

    MNU – Movimento Negro Unificado

    MNU Sul Fluminense

    MOVA- Movimento Organizado Vozes Anticapitalistas

    Movem

    Movimento Brasil Popular

    Movimento das Mães e Familiares Vítimas da Violência Letal do Estado e Desaparecidos Forçados

    Movimento de Educação Popular Esperança Garcia

    Movimento de Favelas do Rio de Janeiro

    Movimento dos Trabalhadores Sem Direito

    Movimento HIPHOP e sou idealizadora do Coletivo Favela Tem Voz

    Movimento Mulheres em Luta

    Movimento Negro Evangélico

    Movimento Ocupa Nova Iguaçu

    Movimento Policiais Antifascismo 

    Movimento Quilombo raça e classe

    Movimento RUA

    Movimento Unido dos Camelôs (MUCA)

    Movuca

    MPR

    MRT

    MST

    Mulheres Vivas ZO/ Instituto CASA

    NEMLA/RJ

    Ngoma grupo de capoeira angola

    Novo Movimento Estudantil Popular Revolucionário (Novo MEPR)

    Núcleo Africanos de Estudantes

    Núcleo estadual do movimento nacional de luta antimanicomial – RJ

    Núcleo Marcelo Yuka – PSOL- CG -RJ. Coletivo Tudo Numa Coisa Só. Mandato William Siri.

    O Rio Não Está a Venda

    Observatório Nacional de Saúde Mental, Justiça e Direitos Humanos/UFF

    Ocupação Psicanalítica

    Organização Socialista Libertária (OSL)

    ParaTodos RJ/CAMMA UFRJ

    PartidA Goiânia/ Mulheres do IFG

    Partido da Causa Operária (PCO)

    Partido do esporte ( Meio Ambiente)

    Pastoral Nacional do Povo da Rua

    PCB

    PCBR

    PCdoB

    Planta na Mente

    Popularize, casa de cuktura , Mel

    Portal de Notícias

    Presidente da associação de moradores do Jardim do Amanhã ( Karatê)

    Presidente da Federação de Mulheres Fluminenses e PCdoB

    Primavera Socialista do Psol

    Projeto ATIVAMENTE

    Pronasci Juventude Penha

    Psi Maré

    PSOL

    PSTU

    PT

    PUD – Psicanalistas Unidos pela Democracia

    Qrc/cspconlutas

    Quilombo Dona Bilina

    Quilombo Raça e Classe

    RAAVE (Rede de Atenção a Pessoas Afetadas pela Violência de Estado)

    Rebelião Ecossocialista/Psol

    Rede Capacitrans RJ

    Rede carioca de agrocultura urbana/ AARJ/ Aldeia Marakanã

    Rede de Educação Popular da Baixada Fluminense

    Rede Emancipa

    Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (RENAP)

    Redes da Maré

    Regional Andes RJ

    RENFA RJ

    Represento a mãe da maré!

    Resistência Popular Estudantil RJ

    Resistência-PSOL

    Samidoun – Rede Internacional de Solidariedade aos Prisioneiros Palestinos

    SEPE Niterói

    Sepe Regional IV

    Sepe/RJ

    SIGA-RJ

    Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro

    Sindipetro -Sindicato dos Petroleiros – RJ e Federação Nacional dos Petroleiros

    sindscope

    Sintesi-RJ

    Sintetifal

    SINTIFRJ

    SINTSAMA

    Slam Afro Afeto

    Slam da Rampa

    Slam Margarida

    Slam Operário

    SOL Volta Redonda

    Teia de solidariedade zo

    TLS – Trabalhadoras e Trabalhadores na Luta Socialista

    UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas

    UBM- União Brasileira de Mulheres

    UNEGRO

    UNIFAMAERJ

    Unidade Classista

    União Popular

  • Paralisação de 24 horas nesta quarta-feira (29/10) na rede estadual está mantida

    O Sepe informa que a paralisação de 24 horas desta quarta-feira (29/10) na rede estadual de educação, decidida na última assembleia, ESTÁ MANTIDA.

    O ato previsto também para esta quarta foi suspenso, mas a luta contra a reforma administrativa, não.

    Uma delegação do Sepe com dezenas de profissionais está a caminho de Brasília, de ônibus, para participar do ato nacional contra a reforma convocado pela CNTE, Confederação Nacional à qual o Sepe é filiado.

    Em relação à situação de insegurança na capital, nossa posição é a de que não haja aula nas escolas públicas. A direção do Sepe está à disposição da categoria para receber denúncias sobre a situação nas escolas.

    O Sepe somos nós, nosso força e nossa voz!

  • CNTE critica projeto que visa derrubar decreto federal de criação da Política Nacional de Educação Inclusiva

    A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), à qual o Sepe é filiado, informou em nota que a oposição ao governo federal na Câmara de Deputados aprovou a urgência de votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 846/2025, que propõe anular o Decreto nº 12.686/2025, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva criada pelo governo Lula. Essa votação está pautada para ir ao plenário da Câmara nesta quarta-feira (29).

    Em sua nota, a CNTE denuncia que não é verdadeira a principal tese da oposição de que o Decreto nº 12.686/2025 cortará recursos ou prejudicará entidades filantrópicas conveniadas como APAEs e PESTALOZZIs. O novo texto apenas estabelece maior regulamentação, reafirmando o financiamento da União e visando garantir a qualidade e o uso correto das verbas. Por isso, a CNTE exige que o PDL nº 846/25 seja rejeitado pela Câmara dos Deputados e o decreto seja mantido.

    No entendimento do Sepe, o decreto avança em consolidar e ampliar normas já existentes, reafirmando políticas, notas técnicas e resoluções anteriores, apesar de a realidade das escolas brasileiras colocar enormes obstáculos à sua implementação.

    A inclusão exige que, para receber crianças com deficiência com dignidade, as escolas oferecem condições de aprendizagem adequadas, apoio especializado constante e infraestrutura acessível. Enquanto essas condições não forem garantidas, o decreto corre o risco de aumentar o peso sobre os docentes sem resolver o problema estrutural – mas o decreto ao menos aprofunda o debate sobre a importância da implantação de uma política nacional para a educação inclusiva.

    Os deputados que solicitaram a urgência para a votação e buscam derrubar o Decreto são: Antonio Brito (PSD-BA), Doutor Luizinho (PP-RJ), Gilberto Abramo (Republicanos-MG), Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), José Medeiros (PL-MT), Raimundo Santos (PSD-PA) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

  • Devido ao risco à segurança dos profissionais de educação, Sepe adiou o ato público desta quarta-feira na ALERJ

    Devido à tensa situação no município do Rio de Janeiro causada por mais uma megaoperação das forças de segurança do governo do estado – que está sendo realizada desde a manhã desta terça-feira (28) e que já causou a morte de 65 pessoas – e para não colocar em risco a própria segurança da categoria, a direção do Sepe decidiu adiar o ato público marcado para esta quarta-feira, dia 29, às 14h, na ALERJ, contra a reforma administrativa que o Congresso está discutindo.

    Todas as demais entidades sindicais participantes do ato também decidiram pela sua suspensão.

    Informamos, por outro lado, que a delegação com dezenas de profissionais de educação saiu de ônibus fretados pelo Sepe rumo a Brasília, hoje cedo, para participarem do ato nacional contra a reforma administrativa.

    A direção do Sepe também reivindica que as aulas nas escolas públicas em todo o município sejam suspensas nesta quarta-feira (29), pelo menos até a situação se normalizar.

    Mais uma vez, o sindicato repudia as megaoperações das forças de segurança no município do Rio de Janeiro, ainda mais por serem próximas a escolas em horário de entrada e saída das crianças. A chocante informação que 65 pessoas morreram na operação desta terça coloca o Rio de Janeiro em uma posição de barbárie e não de enfrentamento inteligente e articulado contra o crime organizado.

    Ainda não se sabe, em relação a este número que nos remete a uma guerra e não a uma operação policial, quantos inocentes foram pegos no fogo cruzado.

    O sindicato vem, há décadas, denunciando essa política de segurança, que vem se radicalizando no atual governo, privilegiando o confronto em detrimento do uso da Inteligência, com violência desproporcional nas favelas e áreas pobres, colocando em risco a própria segurança da população.

    Pela segurança de crianças, moradores e profissionais da Educação. Parem o extermínio do povo pobre, negro e periférico.

  • Devido à megaoperação da polícia na cidade, Sepe reivindica suspensão imediata das aulas em todo o município

    A direção do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) expressa sua profunda preocupação com a megaoperação policial que vem sendo feita pelas forças de segurança do estado na Penha e Complexo do Alemão (Zona Norte da capital Rio de Janeiro), desde a manhã desta terça-feira (28), e que já causou, até agora, 65 mortos, sendo pelo menos quatro policiais.

    A situação, pelos relatos da imprensa e de profissionais de educação, já ultrapassou a região inicial em que a polícia agiu no primeiro momento. Com isso, e tendo em vista a segurança dos profissionais de educação e estudantes das escolas públicas do município do Rio, reivindicamos à SME-RJ e SEEDUC a imediata suspensão das aulas, inclusive as do turno noturno.

    O sindicato está atento junto aos relatos que a categoria está enviando e irá cobrar uma resolução rápida das autoridades, inclusive em relação à quarta-feira (29), caso a situação continue problemática.

    O sindicato também manifesta o seu repúdio a essas megaoperações das forças de segurança no município do Rio de Janeiro, ainda mais por serem próximas a escolas em horário de entrada e saída das crianças. A chocante informação que 65 morreram na operação desta terça coloca o Rio de Janeiro em uma posição de barbárie e não de enfrentamento inteligente e articulado contra o crime organizado.

    Ainda não se sabe, em relação a este número que nos remete a uma guerra e não a uma operação policial, quantos inocentes foram pegos no fogo cruzado.

    O sindicato vem, há décadas, denunciando essa política de segurança que, sai governo entra governo, continua a mesma: que privilegia o confronto em detrimento do uso da Inteligência, com violência desproporcional nas favelas e áreas pobres, colocando em risco a própria segurança da população.

    Pela segurança de crianças, moradores e profissionais da Educação. Parem o extermínio do povo pobre, negro e periférico.