Categoria: Estadual

  • Assembleia da rede estadual do dia 11 de maio aprovou greve de 24 horas e ato no dia 28 de maio

    Os profissionais da rede estadual realizaram uma assembleia geral na UERJ, no dia 11 de maio. A plenária aprovou uma greve de 24 horas no dia 28 de maio. Neste dia, a rede estadual vai realizar uma nova assembleia, às 09h, no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), na Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro, e, também, vai participar de um ato unificado com os outros setores da Educação Pública, com participação do Fórum dos Segmentos da Educação Pública do Rio de Janeiro, com concentração às 14h, no Largo do Machado, seguindo para o Palácio Guanabara.

    SAIBA MAIS
    Fora Cláudio Castro: Pedido de vista adiou julgamento que pode levar à cassação no TRE

    Sepe teve audiência com a SEEDUC em 10 de maio de 2024 – Veja o que foi discutido
    Sepe requer ao TJ/RJ declaração de inconstitucionalidade da Lei  10.363, que trata da contratação temporária na rede estadual

     

     

     
     
     
     
     
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  • Sepe inaugura página de sindicalização 100% online

    Profissionais já podem se sindicalizar diretamente pelo site

    No dia 15 de maio, o site do Sepe estreou um novo recurso, uma página de sindicalização online. Através de um formulário simples, o(a) profissional de Educação pode completar todas as etapas do processo de sindicalização, digitalmente. Para preencher, precisará apenas de seus dados e de cópia de contracheque recente (em pdf ou jpg).

    A tecnologia é um avanço para o sindicato, pois facilita o processo de sindicalização, que passa a ser feito em poucos minutos. Até então, era necessário que o(a) profissional fizesse download de um arquivo PDF com o formulário, preenchesse e entregasse assinado ao Sepe. Agora, todo o processo – incluindo a assinatura – poderá ser feito via computador, tablet ou celular, com segurança. Os dados são remetidos diretamente ao Centro de Processamento de Dados (CPD) do Sepe, no sistema de sindicalização desenvolvido pela empresa Pandora.

    O formulário será uma plataforma importante para a campanha de sindicalização que o Sepe está lançando no mês de maio, com o slogan “Sindicato forte se faz com todo mundo! Sindicalize-se. Seja Sepe!”, voltada para profissionais da rede estadual e da rede municipal do Rio de Janeiro. 


    PASSO A PASSO | COMO SE SINDICALIZAR


    1 – Prepare cópia do contracheque (uma matrícula)
    A imagem pode ser em jpg, png ou em pdf.

    2 – Acesse a página de sindicalização no site
    Acesse: www.seperj.org.br/sindicalizacao

    3 – Preencha seus dados e os dados do vínculo (secretaria, local de trabalho, cargo, cidade)
    Em seguida, faça o upload da imagem do contracheque.

    4 – Por último, faça a sua assinatura digitalmente.
    O processo é diretamente na tela, com o dedo. Após esta etapa, aparecerá mensagem confirmando o pedido de sindicalização. O CPD irá implantar a sindicalização e encaminhar o desconto para o governo, que levará até dois meses, em média, para ser efetuado.

    Qualquer dúvida, é só procurar o CPD, através do e-mail [email protected] ou pelo tel 21 2195-0460 (Tel e whatsapp).

    ATUALIZAÇÃO DE DADOS
    O formulário também permite a atualização de dados de quem já é sindicalizado(a). Ao preencher o campo com a matrícula, o sistema informa que o(a) profissional já é sindicalizado(a), oferecendo a opção de uma nova tela ÁREA DO FILIADO. Ali poderá alterar os dados do cadastro, caso tenha mudado de escola ou endereço, por exemplo.

  • Nota do Sepe sobre a retirada de publicação a respeito de convênio da Seeduc com o “Instituto Anjos Maura de Oliveira”

    O Sepe vem a público esclarecer a respeito de uma postagem em nosso site e demais redes sociais, veiculada no dia 20 de maio, sobre um convênio firmado pela SEEDUC RJ com o Instituto Anjos Maura de Oliveira. O mesmo foi publicado num extrato de instrumento contratual, no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no dia 15 de maio. Nesta publicação, a SEEDUC apresentava o contrato, com o objetivo de aquisição de serviços de palestras para as equipes técnico-pedagógicas das 1.233 unidades escolares da sua rede, totalizando 4.500 profissionais, assim como para os estudantes de 3ª série do Ensino Médio, modalidade Normal, com ações voltadas ao combate e prevenção ao “abuso sexual infantil, pedofilia, cyberpedofilia e exploração sexual infantil”. O custo total do convênio, segundo o extrato publicado no D. O. é de R$ 1.455 milhão.

    Por conta dos conhecidos problemas que a categoria vem passando no exercício de seu trabalho – principalmente por causa da não aplicação do Piso Nacional do Magistério, descumprindo o plano de carreira dos professores(as); além dos baixíssimos salários dos funcionários administrativos -, a informação sobre os valores do contrato causou grande revolta entre os profissionais da educação da rede estadual. Dessa forma, o sindicato recebeu uma série de mensagens denunciando o gasto.

    Vieram acrescentadas nas denúncias informações sobre o que seriam desdobramentos da iniciativa, que incluiriam a realização de palestras a cargo de um casal de apresentadores de um programa de televisão, o qual faria parte de um projeto chamado “Namoro Blindado”, que visaria a “educação amorosa dos jovens”.

    Com isso, na postagem feita pelo sindicato, criticamos a iniciativa. Lembramos ainda que sua implementação, além do alto custo financeiro, poderia ser feita através de profissionais que já trabalham na rede estadual, que conhecem o chão da escola e nossas realidades e possuem capacitação e experiência para realizar o trabalho de formação continuada de outros colegas e de futuros educadores.

    Posteriormente, o sindicato resolveu excluir a postagem até o recebimento de novas informações. A retirada da publicação no site e demais redes sociais do Sepe foi feita às 13h do dia 21 de maio de 2024, muito antes, portanto, do recebimento pelo sindicato de notificação do Gabinete da SEEDUC, que solicitava esclarecimentos sobre os conteúdos veiculados, a retirada dos mesmos nas nossas redes, além de retratação por parte do sindicato.

    Dessa forma, o Sepe informa que se equivocou ao citar a vinculação entre os dois projetos (o do Instituto Anjos Maura de Oliveira e o projeto “Namoro Blindado”) e por isso efetuou a retirada da postagem, por iniciativa própria, em atenção à ética jornalística.

    Mas o sindicato mantém a crítica contra os gastos para a contratação de uma instituição privada para levar a cabo o programa de conscientização. Informamos, ainda, que manteremos o nosso papel de fiscalizar e zelar pela garantia da valorização da educação estadual, cobrando clareza e transparência na utilização das verbas constitucionais destinadas à educação pública em nosso estado e também sobre conteúdos de programas e materiais didáticos oferecidos em nossa rede.

    Em relação à “retratação pública”, nossa opinião é de que quem deve uma retratação é a SEEDUC à categoria, que se vale de uma política fake de ‘gratificação’ para fingir que cumpre a lei do piso nacional e assim, ataca nosso plano de carreira, congelando os níveis iniciais e sem incidir no salário base do plano.

    Deve retratação pública ainda por não cumprir o acordo de greve, como por exemplo, acerca dos 2 tempos obrigatórios para todas as disciplinas do currículo básico, novos concursos públicos e reajuste salarial. Ao contrário, o governo deu calote nas 2ª e 3ª parcelas da recomposição salarial do período entre 2017 e 2021 e que em 10 anos nossas perdas salariais já ultrapassam 45%. Além disso, ao invés de realizar novos concursos, o governo aprova a lei de contratos temporários de até 30% dos professores da rede; e implementa uma “deforma” da Reforma do NEM, enquanto o Câmara dos Deputados já aprovou a PL nº 5230/2023, que retorna com as disciplinas do currículo básico na grade obrigatória e agora tramita no Senado, em que pese que o SEPE segue na luta pela revogação total do Novo Ensino médio (NEM).

    Quem deve retratação e mesmo explicações à população é o governador Cláudio Castro, que vendeu a CEDAE e dizia haver superávit nas contas públicas, mas que segue pagando o pior salário do Brasil para a educação e sequer assegura um salário mínimo como vencimento básico aos funcionários das escolas.

    A categoria fez uma forte greve em 2023 e a retórica oficial do governo era a de que não havia recursos para pagar o piso, e, até hoje, sequer apresentou alguma proposta de reajuste salarial. Nesta quinta-feira, 23/05, o governador será julgado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em processo que pode levar à cassação de seu mandato e sua inelegibilidade por suposta destinação de verba pública, inclusive da privatização da CEDAE, para o esquema escandaloso do CEPERJ/UERJ; houve também a compra de livros pela SEEDUC no valor absurdo de quase R$ 700 milhões. Tristes episódios de um governo que faz mau uso de verbas públicas que poderiam ser destinadas à valorização salarial e melhoria da infraestrutura e qualidade de ensino nas escolas.

    O Sepe reforça que, em sua última assembleia, decidiu por greve de 24h no dia 28/05, e que teremos assembleia às 9h, na ABI e participação no Ato unificado da educação pública às 14h no Largo do Machado. Defendemos ainda o “Fora Cláudio Castro” junto a outros movimentos sociais, sindicais e populares. Veja abaixo as nossas pautas de reivindicações:

    – Cumprimento do acordo do governo com a ALERJ. Pelo pagamento das duas parcelas de recomposição salarial de 6,5% (referente ao período 2017-2021);

    – Pagamento do Piso do Magistério, com respeito ao Plano de Carreira, e Salário Mínimo Regional aos Funcionários;

    – Por uma ampla migração para 30h, com revisão de critérios;

    – Abaixo a Lei 10.363, dos contratos temporários;

    – Convocação de concursados, migração e concurso público;

    – Por eleições democráticas para direções e fim das perseguições;

    – Revogação do Novo Ensino Médio;

    – Inclusão dos animadores culturais nos quadros da SEEDUC e migração dos funcionários ex-FAEP para FAETEC;

    – Em defesa da aposentadoria: tirem as mãos do Rioprevidência

    SEPE-RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

  • Animadores culturais farão vigília no dia 27/5 para acompanhar audiência na SEEDUC

    O Sepe convoca os animadores culturais da rede estadual para uma vigília que será realizada no dia 27 de maio, às 11h, para acompanhar uma audiência na SEEDUC. Há mais de 40 anos, os animadores lutam para que o governo do estado regularize a sua situação funcional, evitando assim a extinção do segmento e garantindo os seus direitos.

  • Fora Cláudio Castro! – continuação do julgamento que pode cassar governador, vice e presidente da Alerj está previsto para hoje (dia 23/5)

    Nesta quinta-feira (dia 23) está prevista a retomada do julgamento do governador Cláudio Castro no Tribunal Regional Eleitoral, que pode levar à cassação dele, do seu vice, Thiago Pampolha e do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar. No dia 17, data do início do julgamento, o relator dos processos que investigam os desvios de recursos no Ceperj e na Uerj, desembargador Peterson Barroso, votou pela cassação e inelegibilidade de Castro, Pampolha e Bacellar. O julgamento foi adiado após um pedido de vista do desembargador Marcello Granado.

    Na retomada dos trabalhos, os sete desembargadores da corte vão avaliar se seguem ou não o voto do relator, que apontou desvios no Ceperj e na Uerj ao longo do ano de 2022. Mas o final do julgamento ainda pode demorar mais 60 dias, caso todos os outros magistrados peçam vista do processo.

    O julgamento de Castro, Pampolha e Bacellar acontece depois de um pedido da Procuradoria Eleitoral do Ministério Público Federal, no dia 6 de maio. De acordo com um documento assinado pelos procuradores regionais eleitorais Neide Cardoso e Flávio Paixão, os envolvidos praticaram “ilícitos eleitorais de abuso de poder político, econômico e condutas vedadas (…), a fim de utilizar a máquina pública, à exclusiva disposição dos investigados, para obter vantagens financeiras ilícitas com recursos públicos e lograrem êxito na reeleição ao Governo do Estado, nas Eleições Gerais de 2022”, conforme publicou o portal G1.

    No processo, além dos três que ocupam a linha sucessória do Governo do Estado do Rio de Janeiro, também foram citados: Áureo Ribeiro (deputado federal); Max Lemos (deputado federal); Leonardo Vieira Mendes (deputado estadual); Gutemberg de Paula Fonseca (suplente); Bernardo Rossi (secretário de Ambiente e Sustentabilidade do RJ); e Marcos Venissius da Silva Barbosa (suplente).

    O MPF pede que todos os acusados, com exceção de Thiago Pampolha, se tornem inelegíveis pelo período de 8 anos, a partir das eleições de 2022 por ele ter entrado na chapa de Cláudio Castro 20 dias antes da eleição. Ele ocupou o lugar do ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, que foi impugnado pelo TRE-RJ.

    Com relação ao julgamento que ocorre junto ao TRE, o Sepe RJ lembra que Cláudio Castro ainda responde a outras investigações por desvio e utilização das verbas da Fundação Leão XIII no tempo em que ainda era vice-governador. Os profissionais da educação estadual, que reclamam da falta de diálogo e transparência do governo estadual em questões como a valorização profissional e o descumprimento da Lei do Piso Nacional em nosso estado e das últimas duas parcelas do acordo de recomposição salarial com a Alerj, exigem do Judiciário mais celeridade no julgamento, que pode afastar Castro do Palácio Guanabara.

    O Sepe aprovou, na última assembleia da rede estadual (11/5), a defesa do Fora Cláudio Castro, por conta dos ataques contra a Educação e o povo do Rio de Janeiro, e apoia a sua cassação. O sindicato reforça que, no dia 28 de maio, a educação estadual, municipal e federal (que está em greve), além de estudantes, farão um protesto no Largo do Machado para denunciar os problemas do setor, tais como recomposição orçamentária e salarial no Rio de Janeiro e no Brasil, revogação do Novo Ensino Médio, Contra o desmonte da assistência estudantil, contra a criminalização da greve e tirem as mãos da nossa Previdência. Ainda neste dia, a rede estadual de educação fará uma greve de 24 horas, com assembleia às 9h (local a confirmar).

  • Semana de luta contra o NEM começa nesta segunda-feira (dia 20/5)

    De 20 a 24 de maio, os profissionais das escolas estaduais promoverão a Semana de Luta contra o Novo Ensino Médio (NEM). A realização das atividades nas unidades escolares pela  revogação do NEM, com debates sobre os impactos do NEM na formação dos estudantes e discussão sobre a desvalorização salarial e profissional dos educadores deve ser o objetivo central da semana de luta.

    As atividades deverão ser realizadas dentro de cada turno, para possibilitar a participação do maior número possível de membros da comunidade escolar na discussão a respeito dos prejuízos causados com a retirada ou diminuição do tempo de disciplinas importantes para a inclusão de aulas como “Projeto de Vida”, “O que rola por aí”, “Na atividade”, entre outras que pouco contribuirão para melhorar o desempenho dos docentes nas provas do ENEM ou para sua formação acadêmica.

    O Novo Ensino Médio terminou de ser implementado em 2024, debaixo de críticas de profissionais e alunos. As reclamações levaram o governo federal a reabrir o debate sobre o NEM que redundou no projeto de lei 5230/23 que tramita no Congresso com mudanças em pontos da reforma aprovada em 2017 pelo governo Temer.

    Atualmente o PL se encontra no Congresso e lideranças ligadas ao governo federal já admitem que a sua aprovação pode atrasar e tem chances de ficar para junho — ou até mesmo para o segundo semestre.

    Veja como organizar a sua escola para debater a importância da revogação do NEM:

    – Pegue a cartilha em uma das sedes do Sepe. Vale também baixar e compartilhar a versão digital da cartilha.

    – Organize o pessoal (profissionais, grêmio, etc.) para distribuir na hora da entrada do Ensino Médio. Vale também entregar para o pessoal do 9º ano.

    – Onde for possível, organize uma atividade. Um debate, uma roda de conversa, um filme.

    – Tire fotos, grave vídeos e publique marcando as redes do Sepe e do Coletivo Educartum. 

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Fora Cláudio Castro: Pedido de vista adiou julgamento que pode levar à cassação no TRE

    Na sexta-feira (17), o relator dos processos que investigam os desvios de recursos no Ceperj e na Uerj ao longo de 2022 com vistas às eleições ocorridas naquele ano, Peterson Barroso Simão, votou pela cassação e inelegibilidade do governador Cláudio Castro, do seu vice, Thiago Pampolha, e o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar. O julgamento acabou sendo adiado após pedido de vista de um dos desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Marcello Granado, o que levou à suspensão do julgamento do processo que pode levar à cassação de toda a linha sucessória do governo estadual por até dez dias.    

    A nova sessão está marcada para a próxima quinta-feira (23). Na retomada dos trabalhos, os sete desembargadores da corte vão avaliar se seguem ou não o voto do relator, que apontou desvios no Ceperj e na Uerj ao longo do ano de 2022.

    O julgamento de Castro, Pampolha e Bacellar acontece depois de um pedido da Procuradoria Eleitoral do Ministério Público Federal, no dia 6 de maio. De acordo com um documento assinado pelos procuradores regionais eleitorais Neide Cardoso e Flávio Paixão, os envolvidos praticaram “ilícitos eleitorais de abuso de poder político, econômico e condutas vedadas (…), a fim de utilizar a máquina pública, à exclusiva disposição dos investigados, para obter vantagens financeiras ilícitas com recursos públicos e lograrem êxito na reeleição ao Governo do Estado, nas Eleições Gerais de 2022”, conforme publicou o portal G1.

    No processo, além dos três que ocupam a linha sucessória do Governo do Estado do Rio de Janeiro, também foram citados: Áureo Ribeiro (deputado federal); Max Lemos (deputado federal); Leonardo Vieira Mendes (deputado estadual); Gutemberg de Paula Fonseca (suplente); Bernardo Rossi (secretário de Ambiente e Sustentabilidade do RJ); e Marcos Venissius da Silva Barbosa (suplente).

    O MPF pede que todos os acusados, com exceção de Thiago Pampolha, se tornem inelegíveis pelo período de 8 anos, a partir das eleições de 2022 por ele ter entrado na chapa de Cláudio Castro 20 dias antes da eleição. Ele ocupou o lugar do ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, que foi impugnado pelo TRE-RJ.

    Com relação ao julgamento que ocorre junto ao TRE, o Sepe RJ lembra que Cláudio Castro ainda responde a outras investigações por desvio e utilização das verbas da Fundação Leão XIII no tempo em que ainda era vice-governador. Os profissionais da educação estadual, que reclamam da falta de diálogo e transparência do governo estadual em questões como a valorização profissional e o descumprimento da Lei do Piso Nacional em nosso estado, exigem do Judiciário mais celeridade no julgamento, que pode afastar Castro do Palácio Guanabara.

    O Sepe aprovou, na última assembleia da rede estadual, a defesa do Fora Cláudio Castro, por conta dos ataques contra a Educação e o povo do Rio de Janeiro, e apoia a sua cassação. O sindicato reforça que, no dia 28 de maio, a educação estadual, municipal e federal (que está em greve), além de estudantes, farão um protesto no Largo do Machado para denunciar os problemas do setor, tais como recomposição orçamentária e salarial no Rio de Janeiro e no Brasil, revogação do Novo Ensino Médio, Contra o desmonte da assistência estudantil, contra a criminalização da greve e tirem as mãos da nossa Previdência. Ainda neste dia, a rede estadual de educação fará uma greve de 24 horas, com assembleia às 9h (local a confirmar).

     

  • Sepe publica novo boletim, para a rede estadual, convocando greve de 24 horas no dia 28/5

    Saiu mais uma edição do Boletim do Sepe, para a rede estadual. A publicação convoca a paralisação no dia 28/5, que contará com uma assembleia a partir das 09h e um ato unificado, com outros setores da educação, a partir das 14h no Largo do Machado.
    O boletim traz os eixos da campanha salarial, o calendário de luta e textos sobre migração, eleições para direções de escola, e os últimos atos da categoria.

    Faça o download da versão para redes sociais e compartilhe nos grupos da sua escola.
    boletim_estado_n37_(versão A3)
    boletim_estado_n37_(versão redes)

    Baixe o cartaz de divulgação
    cartaz A3


    Sindicalize-se. Seja Sepe!
    bit.ly/SejaSepe

  • Audiência com a SEEDUC em 10 de maio de 2024 – Veja o que foi discutido

    A direção do SEPE/RJ teve uma audiência com a SEEDUC no dia 10 de maio. Um informe da audiência foi apresentado para os profissionais da rede estadual durante a assembleia na UERJ do dia 11 de maio. Veja aqui o que foi discutido durante a reunião com a Secretaria de Educação.

    Migração: 

    Os critérios da Resolução da SEEDUC foram discricionários e valem para 2024, podendo, em 2025, ter outro processo com novas vagas e critérios diferentes. A classificação dos profissionais aptos para a migração será por Regional Administrativa e por disciplina, com uma listagem construída como nos moldes de um concurso público, de forma que todos possam acompanhar e fiscalizar o processo de chamada de profissionais.

    Como o governo federal está alimentando o estímulo para a educação integral e, por isso, a SEEDUC aproveitou a oportunidade para já iniciar este processo, que ela entende ser de valorização do profissional que atua nesta escola oferecendo 08 pontos a mais.

    A Secretaria optou para que uma pessoa que tenha duas matrículas de 18 tempos só migre em uma matrícula, somando os tempos de GLP que ele possui em suas matrículas por entender que seria mais democrático.

    A SEEEDUC também entende que um profissional que já tem uma matrícula de 30 tempos não pode migrar na de 18 tempos, por dificuldade de alocação da carga horária na rede. Para a Secretaria isto tiraria a possibilidade de outro profissional de 18 tempos fazer a migração, mesmo entendendo que se o candidato está nesta situação com matrícula de outra rede o possa fazer na medida em que a SEEDUC não se predispõe a planejar para além da sua rede.

    Isso não se aplica aos servidores que se encontram aposentados em uma de suas matrículas. Para este, a migração não levará em conta a matrícula em que o servidor estiver inativo. Quem entrou na rede a partir de 2003 já tem um processo diferenciado de aposentadoria que será proporcional ao seu recolhimento. Agora quem tem paridade e integralidade, são os que entraram na rede antes de 2003, e ao se aposentar levará o período integral de 18h e mais um percentual referente ao período em que atuou com 30 tempos, por conta da rubrica complementar a migração.

    No entender da SEEDUC em respeito à Emenda Constitucional 90/2021, artigo 7º, inciso I, a migração vai respeitar o sistema previdenciário de origem do servidor, mas no entender do SEPE/RJ existe um descumprimento do direito à integralidade e isso será um problema.

    A SEEDUC orienta que o servidor comunique através da ouvidoria se o seu processo de acumulação está parado de forma oficial antes do dia 14 de maio. A Secretaria já orientou através de uma CI que as escolas ajudem a comunicar e agilizar o processo de acumulação.

    O servidor migrado poderá pegar vagas de GLP na sua escola ou em outra desde que estes tempos sejam referentes à carência real. O diretor que migrar vai fazê-lo na função que exerce, levando a migração para quando deixar a função. A Secretaria estima que tem mais de 12 mil servidores aptos a migrar segundo estes critérios apresentados, e deve absorver 5 mil CPFs, 5 mil pessoas. E no entendimento dela o número é bem significativo e trabalhoso para operacionalizar e avaliam a criação de um sistema para que o servidor acompanhe todo o processo através de uma aba no portal da SEEDUC para acompanhar o processo.

    O profissional só poderá migrar na sua disciplina de origem (ingresso), mesmo que esteja sendo habilitado para trabalhar em outra disciplina. O profissional pegará disciplinas de ingresso, podendo eventualmente complementar em um itinerário formativo, mas isso a SEEDUC ainda está estudando a possibilidade.   

    Férias em meio ao ano letivo:

    O servidor, tendo entrado na rede recentemente fruto da chamada dos últimos concursos, precisará tirar férias em meio ao ano letivo, porque no entender da SEEDUC é uma obrigação trabalhista (direito peculiar) que ela precisa respeitar. Assim, o profissional entra de férias ao completar um ano de rede e, em seguida, ele passa a gozá-las junto com os demais professores em janeiro.

    Eleição para diretor:

    No tema referente ao processo de eleição/consulta pública para escolha de diretores/gestores, segundo a SEEDUC, todas as escolas comunicaram a criação da comissão eleitoral.

    Na compreensão da Secretaria os planos de gestão não serão validados pela comissão eleitoral e sim pela comunidade escolar no momento da consulta. O SEPE/RJ questionou que o pleito aconteça em um único dia e o fato dos profissionais respondendo a processo de sindicância ou PAD não poderem concorrer. O governo afirmou que só não poderá se candidatar quem estiver com suspensão transitada e julgada no fim do processo e com punição grave. Sindicâncias ou PAD em andamento não são impedimentos para que o profissional se candidate.

    O sindicato solicitou um aumento da gratificação para o diretor e para o diretor adjunto, mas o governo alegou estar impedido, por causa do Regime de Recuperação Fiscal. O SEPE/RJ questionou um possível atrelamento entre o projeto atual a uma proposição do deputado que ocupa o cargo de presidente da comissão de educação da ALERJ. A SEEDUC negou tal afirmação. No que diz respeito à formação do candidato, a Secretaria afirma que ela vai ser online, com questões objetivas sem nenhuma possibilidade de avaliar perfil ideológico.

    Perseguição Política:

    O sindicato foi intransigente na denúncia e combate dos servidores que estão tendo procedimentos de sindicância em função de divergência no posicionamento político entre o profissional, o gestor da escola e/ou a SEEDUC e do atual presidente da comissão de educação da ALERJ. Os diversos casos acompanhados pelo GT de Perseguição Política que o sindicato abriga foram pontuados e questionados.

    O governo afirmou que a Secretaria não pode se recusar a abrir qualquer processo de apuração diante de uma denúncia. Pontuaram que qualquer posicionamento que possa parecer ou ser entendido como perseguição política deve ser denunciado pelo profissional e pelo sindicato dentro da instancias processuais da própria sindicância e na delegacia, caso se entenda como apropriado. O sindicato questionou o fato do corregedor que acompanha os processos ser um policial e reivindicou a troca imediata do mesmo por um profissional de educação de carreira. O SEPE/RJ exigiu ainda o arquivamento da perseguição política em curso contra a professora Daniela Abreu.

    Piso Nacional:

    A Secretaria se recusou a entrar no tema do piso nacional do magistério reapresentado pelo SEPE/RJ como reinvindicação da categoria, alegando que o mesmo está judicializado, já na terceira instância, que é o STF. Também se recusou a tratar de qualquer tema que não estivesse na pauta inicial, deixando já agendado outra reunião para o dia 27 de maio, às 11 horas, para tratar de outros temas.

    PL 3290:

    A SEEDUC afirmou que a PL 3290, que estabelece a contratação temporária é exclusivo para carência temporária não envolvendo nenhum caso de carência real. Ainda existem profissionais no cadastro de reserva referente aos concursos de 2013 e 2014 e a SEEDUC pretende solicitar autorização para efetivar nova chamada além de estar nos planos efetuar novo concurso, mas sem previsão para quando poderá fazê-lo por conta do regime de recuperação fiscal.

  • Sepe requer ao TJ/RJ declaração de inconstitucionalidade da Lei 10.363, que trata da contratação temporária na rede estadual

    No dia 10 de maio, o Departamento Jurídico do Sepe ajuizou ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei Estadual 10.363 (permite a contratação temporária de até 30% do total dos professores da rede estadual). A ação será apreciada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça nos próximos dias.

     

    A lei estadual dispõe sobre a contratação temporária no âmbito da educação, elencando hipóteses em que ela seria possível, e estabelece que dentro do quadro de profissionais efetivos, até 30% poderiam ser de contratados.

     

    O Jurídico do Sepe defendeu na sua argumentação, entre outras teses, que a lei viola o princípio administrativo do concurso público, porque este tipo de contratação exige excepcionalidade e temporariedade, em hipóteses anormais e incomuns, que exijam atendimento urgente, o que não se vislumbra no rol da lei.

     

    Foi apontado, ainda, que houve vício formal no processo legislativo que impediu a discussão, o debate e a participação dos profissionais e entidades durante a tramitação do projeto de lei.

     

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